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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

C - Aventuras de um casal - 1ª

Conheci uma garota chamada Débora numa sala de sexo virtual. Nos gostamos desde o começo e passamos a nos corresponder e a nos encontrar no chat e ICQ sempre. Nossos papos eram muito picantes, sempre cheios de tesão, revelações de fantasias, etc. Após alguns meses de uma amizade bem forte e de muito tesão, resolvemos nos encontrar de verdade. Mas não era tão simples assim. Nós éramos ambos comprometidos, portanto tudo era escondido. Quando finalmente nos encontramos, tornamos real toda aquela fissura e aquele tesão ao qual já estávamos bem íntimos. A cada encontro, um melhor que o outro a medida que íamos nos conhecendo melhor, acrescentávamos alguma fantasia, ou algo que não fazíamos com nossos parceiros reais. Nada bizarro, apenas fora do papai-mamãe, como vibradores, espelhos, roupas provocantes, danças sensuais, guloseimas espalhadas pelo corpo, sexo anal, posições das mais variadas, massagens, e sexo... muito sexo, de todas as formas possíveis... Eu sou branco, tenho 1,80m, 80kg, porte atlético, cabelo castanho, 33 anos, e a Débora é uma linda garota de 20 anos, com um rosto angelical, um corpo escultural de 1,64m e 54kg, cabelos compridos lisos castanhos claros. Realmente deliciosa de parar o trânsito! Certa vez, conversando sobre fantasias, eu disse que tinha aquela fantasia masculina básica de transar com duas mulheres, e ela confessou que também tinha essa fantasia. A partir daí começamos a procurar na Internet uma garota para nossa aventura. Descobrimos que muitas mulheres querem esse tipo de sexo, experimentar o corpo de outra mulher, mas poucas têm coragem, e poucas investem na realização dessa fantasia. Mas numa dessas buscas, eu conheci uma mulher numa sala de sexo virtual, e ao tocar no assunto, ela me disse que sempre sonhou com isso, mas nunca imaginou um dia realizá-lo. Passamos a nos corresponder os 3, trocar fotos, inclusive conversávamos os 3 pelo ICQ, para nos conhecermos melhor, e para elas tomarem a devida coragem para a aventura, uma vez que era uma coisa totalmente nova para ambas. Ela era uma mulher casada, que dizia nunca ter feito nada fora do convencional desde que havia conhecido seu marido, mas a curiosidade a estava provocando. Seu casamento estava naquela fase de marasmo sexual e ela vivia reclamando da preocupação do marido com o trabalho e do pouco interesse em sexo. Ela abertamente resolveu nos dizer que toparia participar da aventura, mas que antes gostaria de conhecer apenas a mim, por ser um lance mais ?normal?, para que as coisas fossem indo devagar, e para que desse tempo de absorver toda essa idéia maluca de transar a 3. Finalmente depois de muito ensaio, e com o consentimento da Débora, nos encontramos perto de um drive-in onde tínhamos combinado de ir. Marcamos um drive-in apenas pra nos conhecermos e conversarmos ao vivo. Ela desceu do seu carro e veio caminhando em minha direção. Eu aproveitei os momentos pra analisar aquele corpo que desejava a tempo. Ela era uma mulher de 36 anos, com um corpo bem torneado, bonita, belas pernas, seios médios, coxas deliciosas na saia curta que ela usava. Conversamos um pouco dentro do meu carro, num clima apreensivo de inibição, descoberta e deslumbramento, e acabamos nos beijando. Percebemos aí que ambos correspondíamos às expectativas do outro e decidimos abandonar a idéia de drive-in e ir direto a um motel ali perto. 

Já no quarto, começamos a nos beijar em pé, e eu apoiei seu corpo na parede e a beijava com a volúpia do tesão que nos dominava. Ela correspondia a essa volúpia enfiando sua língua inteira na minha boca, chupando meus lábios, segurando em meu pescoço, puxando minha cabeça contra a sua. Parecia que não beijava a muito tempo. Depois de muito tempo a beijando, minha boca passou a percorrer seu pescoço e orelha, e ela ficava cada vez mais alucinada, puxando fortemente meu corpo pra si, enfiando as coxas entre as minhas e se esfregando em meu cacete já querendo estourar a calça. Tirei delicadamente a blusinha que ela vestia, sem descolar minha boca da sua pele, beijando seus braços, lambendo sua barriga... Depois me ajoelhei e desci minha boca até suas coxas, onde eu beijava e lambia dos joelhos pra cima até enfiar minha cara entre suas pernas dentro da saia. Tirei sua saia com sua ajuda. Ela estava apenas de calcinha e soutien pretos, e segurava minha cabeça gemendo descontrolada com minha boca lambendo sua virilha, passando os dentes sobre sua vulva por cima da calcinha. Levantei-me e afastando seu soutien, passei a lamber seus seios. Caprichava nos mamilos dela, onde eu prendia um deles entre meus lábios apertados, puxava ligeiramente pra fora, e depois deixava ele escapar. Fiz isso várias vezes, e ela soltava gemidos de prazer a cada vez, de olhos fechados e com a cabeça balançando descontroladamente. Voltei a me ajoelhar e comecei a puxar sua calcinha pra baixo. Virei-a de costas e lambia sua bunda enquanto tirava. Ela empinava o bumbum para afastar suas nádegas e receber minha língua mais profundamente. Quando tirei sua calcinha completamente a virei de frente e comecei a passar minha língua por cima dos seus pelos aparadinhos e sobre seus lábios que já estavam muito molhados. A excitação da sua xoxota tinha um gosto delicioso e me deixou alucinado de vontade de lambê-la mais ainda. Ela, ainda em pé encostada na parede, abriu uma de suas coxas, expondo a xaninha pra mim. Eu me ajeitei melhor e enfiei minha cara em baixo da xoxota dela e daí passei a chupá-la com a vontade que ela merecia. Esfregava minha língua entre seus lábios e clitóris, ora enfiando lá dentro, até onde eu conseguia, ora lambendo ela inteira por fora... Deliciosa! Ouvia sua ruidosa respiração ofegante. Uma hora ela ficou doida de tesão e segurou minha cabeça parecia que querendo enfiá-la pra dentro, e esfregava ferozmente seu clitóris na minha língua, que eu deixava bem rígida pra fora da boca. De repente ela saiu de cima de mim, me puxou pela mão até a cama, se deitou já completamente nua, afastou as coxas o máximo que pode e puxou minha cabeça pra sua xoxota... ?continua me chupando... vai... sem parar...?. Percebi que ela queria gozar na minha boca, e caprichei nas lambidas. Minha língua ?varria? sua xoxota inteira por dentro, enfiava até o limite, passava pelos seus lábios por fora e por dentro. Passava com força e com ela bem larga e dura sobre seu clitóris, o que a fazia serpentear seu corpo pra todos os lados. De repente ela começou gritar e gemer bem alto anunciando seu gozo. Ela segurou forte minha cabeça pressionando meus lábios contra os da xaninha, e erguia seu corpo descontrolada, muda por alguns segundos, com sua boca aberta, depois soltando gemidos altos e curtos até o final daquele gozo alucinante. Eu continuei a lamber sua xoxota, agora bem mais delicadamente ao redor dos seus lábios, recolhendo o máximo da excitação que havia ali, até que seus olhos finalmente se abriram, e ela sorriu pra mim. Deitei-me ao seu lado, e ela disse que já havia ?valido a pena? esse encontro. Eu estava completamente vestido e ela totalmente nua e descabelada. Nos olhamos e rimos, e ela disse que eu não podia ficar daquele jeito, porque afinal ela viera ?me conhecer? e queria fazer isso direito. Deitou seu corpo sobre o meu, me deu um longo beijo na boca, e foi abrindo minha camisa e beijando meu peito. Abriu gentilmente minha calça sempre olhando nos meus olhos quando não beijava minha pele. Sua boca foi descendo até minha cueca, onde ela esfregava seu rosto inteiro sobre meu cacete totalmente duro que já tinha deixado uma espessa gota de sarro no tecido. Ela passou a língua ali, e depois descobriu minha glande e enfiou a língua na abertura pra pegar aquele líquido na sua fonte. Depois descobriu meu pau inteiro e apenas ficava olhando. Segurou meu pau, olhou para mim sorrindo e disse ?que delícia...? com uma voz muito sensual. Eu só consegui dizer ?experimenta... coloca ele na boca...? e empurrei sua cabeça pra baixo. Senti sua boquinha quente e molhada abocanhando ele inteiro. Ela apertava os lábios na base do meu pau e subia a cabeça sugando forte até a ponta. Quando chegava na glande ela passava a língua nela inteira e voltava à base. Ela realmente sabia fazer um boquete maravilhoso. Ficamos assim uns 5 minutos e quando eu estava preste a gozar quis tirar o pau da boca dela, mas ela disse que queria que eu gozasse na sua boca. ?Quero sentir seu gosto!?. Gozei com um louco, abundantemente em várias golfadas. ?Ai, Lenita... que boca maravilhosa você tem...?. Nunca pensei que ela fosse engolir minha porra, mas foi o que ela fez com a maior vontade, não deixando sobrar nada. Depois deixou meu pau limpinho até ele começar a amolecer. Depois disso fomos para o chuveiro e continuamos a nos beijar e a bolinar nossos corpos. Eu dei um banho de sabonete naquele corpo delicioso, caprichando nos seios, na xoxota e na bunda, onde eu descia minha mão pelo rego, segurando o sabonete pra deixá-la bem escorregadia, e subia deslizando meu todo o curso do meu braço entre suas nádegas. Uma sensação deliciosamente indescritível passar minha pele naquela bundinha lisinha.. .

(continua)


Orgasmo de erotico.sensual às 19:20

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