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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2006

Primeiro anal

"No passado sábado tinha combinado com a Ana um dos nossos habituais encontros de libertinagem. Estava em casa dela quando a campainha tocou, Ana mostrou estranheza pois não esperava por ninguém. Dirigiu-se ao vídeo porteiro e disse que era uma colega de trabalho. Enquanto esperávamos que ela chegasse, Ana disse-me que tem um óptimo relacionamento com esta colega , que é casada com um empresário e são tipo confidente uma da outra.
A campainha voltou a tocar, Ana abriu a porta e por esta passou uma mulher de estatura mediana, trintona e morena. Apresentou-nos e fiquei a saber que se chamava Clô. Mostrou-se surpreendida por Ana estar acompanhada e disse que tinha decidido visitá-la porque o marido estava no estrangeiro e a filha tinha ido passar o fim de semana com uma amiga e não lhe apetecia estar sozinha. Afirmou que ia dar uma volta para não se intrometer no nosso encontro, disse que por mim podia ficar, pois também resolvi visitar a Ana para “bater um papo”.
Ana prontificou-se ir buscar um sumo para bebermos. Por breves instantes fez-se silêncio, até que atirei “ Já conhece a Ana há muito tempo? ”, ela respondeu aquilo que Ana já me tinha dito que eram colegas de trabalho mas mais do que isso muito boas amigas. Entretanto Ana chegara e serviu-nos os copos com sumo de laranja. E atirou, Clô o Zé é aquele amigo especial que eu te tenho contado. Clô olhou para mim e sorriu meio envergonhada.
Sem parar Ana atirou, sabes, acho o Zé a pessoa ideal para resolver aquele teu assunto. Clô mostrou um ar de surpresa e respirou fundo. Ana disse-lhe para estar à vontade pois era super discreto e perguntou-lhe se podia contar-me. Oh Ana, por favor, mas não nos conhecemos e sabes da minha situação. Perante as várias insistências de Ana, comecei a mostrar grande ansiedade em saber o que havia para resolver e assegurei-lhe a máxima descrição. Concordou em deixar Ana pôr-me ao corrente.
Clô era casada há 20 anos, tinha 39 anos, sempre fora fiel ao marido, mas ainda não tinha realizado uma fantasia que a excitava muito dos filme, a penetração anal. O marido achava contranatura e anormal, e nunca lhe tinha satisfeito essa fantasia.
Clô interrompeu para frisar que nunca tinha estado com outro homem que não fosse o marido. Aproveitei para investigar se o mesmo se passava em relação a mulheres, baixou os olhos e disse que sim apesar das insistências da Ana numa fase inicial do conhecimento.
Disse-lhe que em matéria de sexo não há anormalidade ou contranaturas apenas tendências, gostos, fantasias, fétiches, etc. E que cabe a cada um decidir se deseja realizá-los ou não.
Ana voltou a frisar que eu era a pessoa ideal visto ser de confiança, não conhecer o marido e ser muito carinhoso. E que se ela quisesse podia deixar-nos a sós para estarmos mais à vontade.
A hipótese de poder ter aquela mulher excitava-me e reforcei a disponibilidade para realizar a sua fantasia.
Clô parecia começar a fraquejar, Ana sentou-se ao lado dela e pegou-lhe na mão e olhando-a nos olhos disse-lhe, sabes bem que o Artur não te é fiel, porque essa tua relutância, aproveita. Não quero dizer que tenha de ser agora e com o Zé, mas realiza-te.
Propus a Ana que brincássemos um pouco e ela visse e depois decidia se queria participar ou não. Ana concordou desde que nos despíssemos todos. Clô, surpreendeu-nos a ambos quando afirmou não é preciso nada disso, vamos brincar os três, assim mato dois coelhos com uma cajadada, pois também desejo muito faze-lo com uma mulher. E de imediato começou a despir-se, primeiro tirou a túnica deixando ver uma belíssimo par de mamas realçadas por um soutien do tipo wonderbra. As calças escondiam uma pernas roliças mas bem torneadas. Ana surpreendida com o desembaraço da amiga ainda não tinha tirado a roupa. Aproximei-me da Clô à medida que as calças me caiam pelas pernas e disse-lhe vamos até onde quisermos ir, quando achares que já foste longe demais paramos. Peguei-lhe na mão e puxei –a suavemente de encontro ao meu corpo que ainda tinha as cuecas e beijei-a no pescoço, senti um tremor percorrer-lhe o corpo, continuei e ela própria se colou mais a mim. A minha arma ameaçava saltar das cuecas e de certeza que o corpo dela já havia pressentido o volume. Continuei a beijar-lhe o pescoço enquanto Ana já se havia despido totalmente e colado às costas de Clô e desapertado o soutien, tinha as suas mamas contra o meio peito, a minha boca procurou os mamilos e comecei a torneá-los com a língua. Ana continuava o seu trabalho de nos deixar totalmente nus e empurrava-nos para o sofá.
Sentei-me no sofá enquanto elas trocavam o primeiro beijo e carícias. Disse-lhes que agora queria assistir, Ana riu-se e prometeu à amiga dar-lhe um tratamento de língua como nunca levara. Colocou de quatro à minha frente enquanto ia lambendo-a por trás, o rosto de Clô, mostrava sinais de que a língua da Ana estava a trabalhar com eficácia. Puxei Clô de modo a que me beijasse os testículos e o pénis. Os seus beijos depressa se transformaram numa sensual e compassada mamada, eu que achava a Ana uma perita no broche tinha encontrado uma óptima rival para ela. Ana tinha ido buscar um vibrador e começara a penetrar a amiga que não tardou teve o seu primeiro orgasmo. Pedi à Ana que fosse buscar preservativos enquanto eu passava de chupado a chupador a minha língua percorria a cona molhada da Clô e de vez enquanto descia até ao seu anus. Quando a minha língua lhe tocava o rabo toda ela tremia e as suas mãos empurravam a minha cabeça como a desejar que a minha língua o perfurasse. Ana havia voltado com os preservativos, um tudo de lubrificante analgésico e com o vibrador aplicado à cintura com um cinto cueca.
Disse à amiga que ia experimentar a dupla penetração. Mas a amiga pediu-lhe para primeiro deixá-la sentir a sensação de levar no cú. O tipo de linguagem utilizado por ela era revelador da tesão e anseio de realizar o seu desejo.
Coloquei-a dobrada, de pé e apoiada nas costas do sofá e enquanto colocava a camisinha, Ana lubrifica-lhe o rabo empurrando o creme bem para dentro do buraquinho. Ana de seguida espalhou um pouco do creme no meu caralho e ela própria o apontou ao rabo da amiga. Avisei a Clô que seria menos doloroso que estivesse relaxada e não oferecesse resistência. Ana dirigiu para o sofá e sentando-se nele ficou face a face com Clô, começou a beijá-la no rosto e boca. Achei que era a altura do assalto ao castelo e comecei a empurrar o meu caralho contra aquele buraquinho virgem. Ao primeiro impacto esboço um gemido de dor, mas aprestou-se a estimular-me a continuar a penetração. Lentamente continuei a empurrar, já tinha entrado a cabeça e ela começava a mostrar-se mais descontraída e em mais três estocadas entrou o resto dos 15 cm de carne que trago pendurados à cintura, suavemente comecei a efectuar movimentos de penetração primeiro mais lentos e depois mais rápidos, a sua excitação era de tal ordem que não parava de incentivar-me a continuar porque a estava a excitar muito. Passado algumas bombadas Ana disse-me para parar porque Clô estava a chorar, esta depressa se apressou a esclarecer que chorava de prazer e que queria mais. Ana sugeriu a dupla penetração. Clô aceitou. Ana deitou-se de costas no sofá, Clô encavalitou-se nela, deixando o caralho artificial de Ana penetrar na sua rata húmida pelo prazer que estava a ter, eu voltei à minha posição de penetrador anal, colocando por trás de Clô, que deixara de gemer para gritar de prazer à medida que eu e a Ana desferiamos movimentos penetradores dos seus buracos, assim continuámos por um largo período que possibilitou Clô obter mais dois orgasmos e até que eu, apercebendo-me que ia esporrar-me, retirei o caralho do cú, tirei a camisinha e deixei todo o meu leite bater no seu buraco anal enquanto eu e Clô gritavamos de gozo. Ana havia saído debaixo de Clô e ainda com o seu caralho artificial agarrou no meu caralho e chupou-o aproveitando as últimas gotas de esporra. Sentámo-nos nos sofá, enquanto eu retemperava forças, Clô avisava que queria repetir a dose e Ana queixava-se de ainda não ter tido direito a nada. As duas tiveram direito aquilo que pediram, mas já não tive forças para voltar a casa e fiquei essa noite em casa da minha amiga. Dormimos os três juntos, de manhã acordei com os beijos de Clô e as suas carícias, Ana tinha ido preparar o pequeno almoço. Clô afirmou-me, não me vou tornar uma corneadora de maridos, mas meu querido, vamos ter de repetir a dose mais algumas vezes e de preferência a sós. Beijei-a na boca e prometi-lhe estar ao dispor dos seus desejos. Naquela mesma tarde, sem ela saber, pedi à Ana para nos deixar sós. O meu pedido foi aceite e Clô tivemos uma sessão de grande prazer, mas essa parte já não vou contar."
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Orgasmo de erotico.sensual às 10:41

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