outubro 31, 2005

Olhos verdes

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Na Doutora

Chovia copiosamente naquele fim de tarde de sexta-feira. Fortes rajadas de vento e intensos aguaceiros convidavam os comuns a ficar em casa, escondendo-se daquela intempérie como um coelho foge para a toca. Mas eu não sou comum...

Tinha encontrado o nome daquela clínica nas Páginas Amarelas, e a minha marcação para a urulogia obrigava-me a sair à rua. Não gostava de mostrar as minhas partes íntimas ao médico de família, e preferi um desconhecido para a observação de rotina.

Ao chegar à clínica, já passava das 18h30, reparei que estava a sair o último paciente. Havia duas meninas da recepção, muito bonitas por sinal, que se preparavam para sair quando quando deram por mim. Disse ao que vinha, e antes de elas sequer esboçarem uma reacção, eis que acontece algo que me apanha completamente de surpresa. A doutora chega à sala de espera e chama por mim. Sim, leram bem, a DOUTORA. Ia ser examinado na piroca por uma doutora...

- Podem sair, podem ir embora - disse ela às 2 funcionárias - eu fico para atender este senhor.
E fez-me sinal para entrar no gabinete.

A Dra. Maria não teria mais de 35 anos. Alta, com um corpinho delineado - embora ligeiramente para o forte - e uma cara muito tesuda, era possível reparar nas grandes e belas mamas que faziam reluzir a sua pele morena. Aqueles longos cabelos castanhos, aquelas unhas de fazer arrepiar os cabelos do cu, e aquele fantástico aroma a Clinique Happy garantiam-me que aquela mulher... era capaz de me pôr de quatro. A única coisa que não gostei foi a reluzente e vistosa aliança que ostentava no dedo. Mas o grande problema era que me ia fazer uma consulta de urulogia!...

- Pode sentar-se - disse ela, enquanto preenchia a minha ficha.

Enquanto me sentava naquelas camas que eles têm lá e ia dando os meus dados pessoais, aproveitei para "quebrar o gelo" e meti conversa dizendo que era raro encontrar uma doutora na urologia. Ela sorriu e mandou-me tirar as calças. Algo embaraçado, despi vagarosamente as minhas jeans, baixei os meus boxeres pretos e escancarei o meu belo caralho, esperando pelo exame. Mesmo no seu estado normal, orgulho-me do meu sexo, e logo acabei por me sentir a vontade a beira dela.

A Dra. Maria, com as suas luvas, tocou-me levemente nos testículos e olhou-me nos olhos.
- Se doer avise.
Ela estava de pé, entre as minhas pernas arqueadas para melhor me inspecionar a gaita. Senti-a muito próxima de mim. Aquele perfume e aquela respiração tranquila tão pertinho começaram a ter um efeito afrodisíaco e algo de sobrenatural se apoderava de mim. Ela tocava-me nos testículos de outra forma, olhava-me nos olhos e perguntava se doía. Ai aquele olhar! Tão penetrante!

Foi então que comecei a sentir um calor crescente em mim, o sangue a correr-me a alta velocidade nas veias tomando um único sentido e o meu caralho a começar a crescer... Era tanta a vontade de me deixar levar pelo tesão como a vergonha que a situação me criava... Ali estava eu, sentado e nú da sinta pra baixo, com a Dra. Maria a tocar-me nos tomates e o caralho a começar a crescer...

- Desculpe - disse eu envergonhado e tapando a piça com a mão - nunca me aconteceu uma situação destas. Peço imensa desculpa...

A doutora sorriu e com um ar demasiado tranquilo puxou da cadeira e sentou-se mesmo em frente a "ele". Tirou-me a mão de cima da piça e começou-me a acariciar os tomates novamente, agora de uma forma que me transmitia uma muito maior intimidade.

- Esteja à vontade,isso é normal...

Não aguentei... O meu pau cresceu logo bruscamente, enrijeceu como nunca de tanto tesão, e começava a latejar intensamente, de maneira que não tive alternativa senão conformar-me com o que estava a acontecer e entregar-me nos braços do destino. O que acontecesse acontecia...

Sem mais palavras daí em diante. Da posição em que estava, com ela sentada perante o meu grandioso pau, era possível ver-lhe a parte de cima daquele maravilhoso peito através da bata.

Tinha uma vontade quase doentia de comer a doutora, mesmo naquele momento, mesmo ali, naquele gabinete. E o embaraço e a surpresa deixaram de ter lugar, quando ela lentamente aproximou o seu belo rosto do meu caralho. Segurava-o com uma mão, tendo a outra a fazer festinhas nos testículos, e dava toda a sensação de que ansiava loucamente por começar a chupà-lo. Aproximou a boca e, com os lábios quase a tocarem-lhe, olhou-me nos olhos. Penetrante. E eu quase lhe pedi, com o olhar, que ela mo esmifrasse todo.
Sentia-se o tesão naquela sala. O desejo e a excitação ardente ganhava uma forma gigantesca e eu senti-me no paraíso.
Ela beijou-o então suavemente, sem deixar de me olhar. Com a lingua de fora, começou a lambê-lo em linha recta de cima para baixo e eu tive então a certeza absoluta que ia comer a doutora. Sim, eu ia comê-la! Lambeu-me os tomates apaixonantemente e começou a bater-me uma punheta suavemente... O meu tesão era tanto que a piça balbuceava a um ritmo frenético. Ela lambia e ia batendo à punheta. Lambia... e batia a punheta.
Levantou-se então da cadeira e aproximou o seu rosto do meu. A nossa respiração ofegante unia-se assim numa só e ela pegou na minha mão e puxou-a para si. De pé, abriu mais as pernas e meteu-me a mão entre elas, por dentro da saia.
Procurei as cuecas e toquei-lhe veementemente na cona. Senti as cuecas todas molhadas, era mais que notória a sua excitação. E quando lhe meti a mão por dentro e lhe senti aquele grelo todo encharcado, ela estremeceu da cabeça aos pés.

Deu-me então um linguado intenso e extremamente quente. As nossas linguas uniram-se e entrelaçaram-se num beijo que nunca mais me sairá da memória. Tenho a certeza que há muitos anos que ela não se sentia beijada daquela forma...
Ela parou e voltou-me a olhar nos olhos, com uma respiração mais ofegante que nunca. Eu sentado, com o caralho completamente teso e duro a pedir mais diversão, não aguentava toda aquela loucura e prazer. Ela, a doutora, de pernas abertas, com 2 dos meus dedos enfiados por aquela rata molhada acima e a mão a segurar o meu grande pau, invadida por um desejo e um prazer incríveis que já nem a deixavam quase manter os olhos abertos...

Mas, subita e bruscamente, largou-me o pau e arrancou-me a mão de entre as suas pernas. Afastou-se, arranjou a saia, deu um jeito ao fio de cabelo, e virou-me as costas.
Fiquei estupefacto, mas ao mesmo tempo senti um qualquer desespero da parte dela.
E, antes que eu tivesse tempo para dizer alguma coisa, convidou-me a sair. Tentei pedir, explicações, tentei que ela desabafasse alguma coisa, mas sem sucesso... A única coisa que ela repetia era a ordem para que eu saisse. E nem mais sequer me olhou. Senti-a quase que humilhada perante mim...

Sem alternativa, subi as calças, escondendo o caralho que ainda mantinha - embora triste - a sua orgulhosa forma, e pus-me de pé.
Aproximei-me dela, e toquei-lhe o ombro por trás. Assim me mantive durante uns segundos, em silêncio. Depois, baixei a cabeça, virei costas e saí...

Não comi a doutora, é certo. Mas fiquei com a certeza que ninguém a excitava daquela maneira há anos... E que teve de ter havido algo de muito forte para que ela contrariasse aquele seu impulso e aquela sua forte vontade e desejo. Algo que nunca saberei...

Mas que foi uma grande ida ao médico... lá isso foi! E na minha ficha deve constar que o meu pau está muito bem e recomenda-se...!

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Dia de...

        O Homem para a Mulher:
        - Maria!!! Yuhh ... Yuhh!!!
        - Hoje NÃO, estou com o período!
        - Parabéns a você, nesta data querida, hoje é .....
        - Estás a cantar os parabéns porquê, ah?!!?!
        - Hoje é o teu Dia de Anus.… 
 

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outubro 30, 2005

Sereia II

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Curtas

         Diz uma minhoca ao ver um prato de esparguete:
        - Que grande orgia!!...


 


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 Uma velha e conhecida prostituta morreu. Já dentro do caixão, o joelho direito disse para o joelho esquerdo:     - Enfim juntos. 
 

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outubro 29, 2005

Com classe

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A Mudança - Parte 6

A Mudança - parte 6


A Doutora Isabel chegou muito antes da hora combinada. Estava eu com os pratos na mão quando lhe abri a porta.
– Ainda é cedo.
– Resolvi vir mais cedo e ver se precisavam de ajuda.
Deixei os pratos em cima da camilha e segurei na tarte de merengue que ela trazia. Encaminhei-a para a cozinha e procedi às apresentações. Coloquei a tarte no frigorífico.
– Trouxe sobremesa? – reparou Rosa. – Não valia a pena. Nós fizemos mousse de chocolate. Aliás o Jorge fez. É uma das suas especialidades.
– É muito multi-facetado o seu marido. E o que há que eu possa fazer?
Rosa disse-lhe que pouco mais havia para fazer e eu deixei-as na cozinha a conversar para ir colocar os pratos na mesa e completar o serviço.
Quando voltei á cozinha, Isabel partia o pão. Reparei que trazia umas calças, finas e transparentes que revelavam umas cuecas também brancas, fio dental. Uma blusa larga que lhe deixava os ombros à mostra, mas tão leve que se moldava ao peito e ganhava a forma dos seus seios. Descalçara-se e usava uns chinelos de Rosa. Conversavam animadamente. Fiquei um pouco especado a olhar as duas belas mulheres que tinha na minha frente. Não tinha pensamentos de qualquer espécie; apenas olhava. Rosa fez-me despertar daquele meu torpor:
– Os copos estão ali, na mesa.
– Sim, era isso que vinha buscar.
– Parecia que estavas a dormir em pé.
Com duas deusas na minha frente seria difícil não ficar sem reacção ante tanta beleza. Não o disse. Peguei nos copos e voltei à sala.
O jantar estava a decorrer com absoluta normalidade, apesar de já irmos na segunda garrafa de vinho, até que Isabel se descuidou e entornou o conteúdo do seu copo e sujou a blusa e as calças. Desataram-se a rir. Já tinham entrado na zona em que o álcool as deixava bem dispostas.
– Estou-me a rir mas não trouxe mais nada para vestir. Nem casaco.
– Eu ponho já isso na máquina, vestes um roupão dos meus e se for preciso empresto-te umas calças e uma blusa.
Levantaram-se. Ambas colocaram a mão na mesa. Alguma tontura. Saíram a rir da sala. Quando voltaram, Isabel vestia o roupão branco, curto, de cetim. Cada passo que dava colocava a perna toda de fora.
Fui buscar as mousses e a tarte de merengue.
– Lá se vai a dieta – gracejou Rosa. – Mas isso tá tudo com um aspecto que vou ter de comer as duas.
Desataram a rir à gargalhada. Aproveitei que estava de pé e mudei a televisão para a Sportv, para ver o resultado do jogo.
– Nada disso – reclamou Isabel. – Não há bola para ninguém. – Puxou-me o comando das mãos e com o seu movimento brusco deu um toque no prato que Rosa lhe colocava na frente com uma fatia da tarte. O conteúdo do prato caiu-lhe nas pernas. – Bolas!
Riram novamente. Isabel apontou o comando para a televisão e, sem olhar, baixou dois canais. As duas mulheres tentavam apanhar a tarte para dentro do prato e nem repararam que a televisão ficara no canal Sexyhot. Dois homens faziam uma dupla penetração numa morena. Com os risos delas nem ouviam os gemidos que vinham da televisão. Aproveitei para tirar o comando da frente de Isabel, mas ela não deixou e voltou-se para a televisão.
– Olha... Aquela ‘tá a beber leite...
Rosa fixou o olhar no aparelho. Começaram a rir que nem umas desalmadas. Olharam para as pernas de Isabel e depois para mim. Voltaram a olhar uma para a outra.
– Queres tarte de merengue? – perguntou-me Rosa.
– Não. Fico-me pela mousse.
– Então como eu.
Baixou a cabeça e começou a lamber as pernas de Isabel. Esta desapertou o roupão e deixou-o cair na cadeira. Pegou numa taça de mousse e entornou quase todo o seu conteúdo nos seios.
– Também querias mousse?
Rosa já tinha lambido todo o merengue das pernas de Isabel e começou a lamber a mousse que escorria pelo corpo da outra mulher. Demorou-se um pouco pelos mamilos eriçados de Isabel. Esta começava a gemer.
Estava completamente abismado pela atitude da minha mulher. Com certeza não estava bêbeda o suficiente para que não soubesse o que fazia.
– E tu vais ficar aí especado? – perguntou-me ela.
Tirei a pequena mesa da frente do sofá para um canto. O tapete macio já servira muitas vezes para nos rebolarmos pelo chão e o espaço seria o suficiente para três. Aproximei-me das duas mulheres. Rosa ainda limpava os restos da mousse. Isabel desabotoou-me as calças. O meu pénis estava completamente erecto e mais parecia uma mola quando ela me baixou os boxers. Rosa levantou-se e empurrou-me para o sofá onde me sentaram. Isabel trouxe um pouco de merengue e besuntou-me o membro. Não demorou muito a ficar limpo por aquelas duas línguas gulosas. Ambas passavam a língua pelo meu pénis quando as suas línguas se tocaram. Beijaram-se. Isabel começou a desapertar a blusa de Rosa. Ajudei-a enquanto elas continuavam num linguado profundo. Estávamos os três nus. Deitámos Rosa no tapete. Pus-me de joelhos junto à sua cabeça e acariciava-lhe os seios, beliscando levemente os mamilos rijos. Isabel beijava-lhe o ventre e não demorou muito a que a sua língua aflorasse a racha da minha mulher. Esta abriu a boca e recebeu o meu pénis. Isabel introduziu dois dedos na vagina de Rosa e lambia-lhe o seu pequeno clitóris, fazendo-a soltar gritos de prazer. Passei para trás de Isabel e penetrei-a. Levantou a cabeça e gemeu. Rosa aproveitou a falta de atenção e rodou, encaixando a cabeça no meio das pernas de Isabel. Lambia-me os testículos, mas a proximidade da vagina da advogada fê-la provar pela primeira vez o sabor dos sucos de outra mulher. Isabel retribuiu e envolviam-se agora num sessenta e nove enquanto eu penetrava Isabel. Não demorei muito a soltar os meus líquidos. Isabel, como sempre, não quis desperdiçar nada do que caiu no peito de Rosa. Voltaram-se a beijar.
Sentei-me no sofá e fiquei a observar as duas mulheres que se acariciavam. Voltaram a enfiar a cabeça nas pernas uma da outra e saboreavam-se mutuamente. A visão daquela cena devolveu o vigor ao meu membro. Rosa notou que eu me masturbava e veio sentar-se ao meu colo de frente para mim, empalando-se de uma só vez com um gemido rouco e arrastado. Isabel colocou-se de joelhos por trás dela e, pela pressão que senti, enfiou-lhe um dedo no ânus. Rosa estremeceu e soltou um grito de prazer. Ajeitou-se e Isabel enfiou outro dedo. Uns segundos depois desencaixou-se e rodou. Abriu as nádegas e encostou a porta das traseiras ao meu mastro. Pressionou um pouco e enfiou a glande. Sentou-se lentamente fazendo desaparecer todo o comprimento do meu membro no seu interior. Recostou-se e abriu as pernas, colocando os seus pés nos meus joelhos. Isabel ajoelhou-se junto de nós e enfiou dois dedos na vagina alagada da minha mulher. A sua língua marota trabalhava afincadamente o clitóris de Rosa que em poucos segundos chegou ao orgasmo. Soltou um grito quase selvagem. Felizmente que os vizinhos tinham ido à terra no fim-de-semana. Todo o seu corpo estremeceu de convulsões e a sua vagina desfez-se em líquidos que me molharam os testículos e escorreram para o sofá.
– Agora eu... – pediu Isabel.
Rosa sentou-se no chão. Estava estafada. Isabel pôs-se de pé no sofá. Molhou uma mão que passou pelo seu buraco rosado, molhando-o. Baixou-se até sentir o meu mastro e pressionou. Entrou a glande. Pressionou mais um pouco e subiu, desencaixando-se. Molhou mais um pouco o seu ânus e eu lubrifiquei o corpo do pénis. Voltou a enfiar a glande e mais um pouco. Subiu ligeiramente e começou um movimento de vaivém até conseguir enterrar todo o meu membro no seu interior. Acomodou-se no meu colo e abriu a vagina com as duas mãos expondo os seus pequenos lábios carnudos. Rosa aproximou a boca e lambeu todos os fluidos que conseguiu. Depois demorou-se com a língua pelo clitóris roliço. Isabel delirava e chamava-lhe nomes. Desde vaca a cornuda, tudo lhe passou pela boca. Rosa penetrou-a com um dedo e depois outro. Em pouco tempo conseguiu enfiar a sua pequena e esguia mão na vagina de Isabel que já não articulava palavras. A sua mão no interior da outra mulher parecia querer agarrar-me o pénis. Isabel chegou ao orgasmo em delírio. Arfava freneticamente. Rosa lambia e sugava o seu clitóris fazendo pequenos movimentos com a mão que enchia a apertada Isabel. Lágrimas de prazer rolaram pela face da advogada que quase desmaiou com esta dupla penetração. Rosa retirou a mão com suavidade e ofereceu-a a Isabel que não se fez rogada e chupou-lhe os dedos encharcados. Beijaram-se novamente.
Levantei-me, mas as duas mulheres sentaram-me novamente. Isabel abocanhou-me o membro, engolindo-o de uma só vez. Rosa afastou um pouco a outra mulher e as duas dedicaram as suas atenções ao meu pénis. Demorei pouco a atingir o segundo orgasmo. Isabel recebeu tudo na boca enquanto Rosa me abocanhava os testículos. As suas bocas encontraram-se e voltaram-se a beijar. Os meus líquidos retidos na boca de Isabel escorriam pelo canto das suas bocas. Lamberam-se mutuamente e nem uma só gota ficou por limpar.
Descansámos um pouco enquanto saboreámos um whisky velho, mas as imagens que passavam na televisão fizeram-nos recuperar as forças e voltámos à carga.
Aquela sempre fora uma fantasia da minha mulher. Conseguiu realizá-la e fomos repetindo ao longo dos tempos que temos passado juntos. Hoje adormeceram depois de uma noite de sexo intenso, mas eu ainda tive força para vir até ao computador escrever estas linhas que relatam o início das nossas aventuras a três.

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Perfeita

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outubro 28, 2005

Votos!

CLIQUEM AÍ EM BAIXO E VOTEM EM NÓS.




 


Votem em nós para passarmos a primeira eliminatória.


Basta que carreguem ali no sêlo e depois escolhem o nosso.


Depois destas eliminatórias, outras haverão. Mas, ajudem-nos a ultrapassar esta, para premiar o nosso trabalho!


O Poderoso quer Gajas! (à noite falamos disso!!)


Mas, eu quero é Votos!


Lambido por  (*) Erótica(*)

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Vais despir?

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Gajas!

GAJAS!


EU QUERO É GAJAS!!


GAJAS!


GAJAS!


GAJAS!


 


Assin.:  Poderoso

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Marcar falta

Vou começar a marcar falta a quem não aparece aqui no blog!


Equipa, onde estão vocês?! Têm vergonha de «dar a cara»?


Sensualíssima?


Dom Juan?


Membro vadio?


Poderoso?! Que andas a fazer? Deixas-me aqui sozinha?


 


Assin.:   Erótica

Posted by Erótico e Sensual at 06:46 PM | Comentários: (0)

A Mudança - Parte 5

A Mudança - parte 5


– Bom dia.
– Bom dia. – Baixei todo o vidro e apresentei-me ao segurança. – Sou o adjunto da Doutora Isabel. Queria saber se posso estacionar o carro no parque.
– Com certeza. Tem um lugar reservado na terceira cave. É o número vinte e um.
– Obrigado.
– De nada Doutor. Tenha um bom dia.
Doutor? Não consegui evitar um sorriso.
– Olá Jorge. Está pronto para iniciar o trabalho? – perguntou a Doutora Isabel quando entrou no meu gabinete.
– Foi para isso que vim. – Cumprimentei-a com um suave aperto de mão.
– Então vou-lhe explicar o que vai ter de fazer. Qualquer dúvida pergunte. Outra coisa: se ainda não pensou, vá pensando no carro que pretende. Tem um plaffon de trinta mil euros para escolher um carro sóbrio.
– Bom... Realmente ainda não tinha pensado nisso, muito menos dentro dum valor tão alto.
– Alto? A mim deram-me o dobro. Já que o Jorge está indeciso, aconselho um Megane três volumes. Que acha?
– Está óptimo.
– Então por volta das onze e meia vamos ao representante que há aqui na avenida.
– Com certeza. É verdade. Queria saber se é possível aceitar um convite para jantar, hoje ou amanhã, em minha casa. A minha mulher gostaria de a conhecer.
– A sua mulher? – indagou. – Mas ela não sabe que você desenvolve outras funções? A que propósito vem isso?
– Cada vez que lhe conto o que se passa ela excita-se.
– Se calhar gosta de ser cornuda e quer conhecer com quem o marido anda. Mas por mim tudo bem. Sábado então. Deverá ser interessante. Bom, agora vamos ao trabalho.
Por volta das onze horas, andava eu num dos muitos arquivos a arrumar processos e procurar outros, quando o meu novo telemóvel tocou. Estava na hora de ir até ao stand escolher um carro.
Achei uma das versões do modelo sugerido pela Doutora muito interessante. Ficava um pouco abaixo do valor estabelecido porque a motorização não era das mais potentes. Não necessitava de um motor potente, preferia a segurança. Sentei-me no banco do condutor e experimentei a posição. Confortável. A Doutora resolveu sentar-se no banco de trás.
Regulei o espelho interior. Ela apercebeu-se e abriu as pernas. Baixei um pouco mais o espelho. Não tinha cuecas. Aliás, quase nunca fazia uso de tal peça de vestuário. Bem como de soutien. Os seus seios redondos e firmes não precisavam de suporte o que lhe permitia usar decotes mais arrojados. Como em tribunal usava batina, não tinha problemas com isso. Creio que o vendedor reparou neste jogo de sedução.
– A mala também é extremamente espaçosa. Aliás, quase parece uma carrinha.
Isabel dirigiu-se à traseira do carro. Acompanhei-a. O vendedor abriu a mala e recuou, deixando espaço para observarmos. Ela debruçou-se e a saia subiu revelando o início das nádegas. O vendedor olhou-me atrapalhado. Eu disfarcei e espreitei também a mala do carro. Isabel esticou-se para o fundo da mala. De certeza que o vendedor já vira que ela não usava cuecas, pois a saia devia ter subido bem mais.
– É óptima – declarou ela. – Fechamos negócio? – perguntou-me
Concordei. Acompanhámos o excitado vendedor ao seu gabinete para se tratar dos papéis. A sala tinha apenas uma secretária, toda ela em vidro, mas de aspecto robusto; uma cadeira com rodas por trás desta; o respectivo computador; vários quadros com fotos de automóveis nas paredes; apenas uma janela a toda a largura da parede, por trás da secretária, com os estores corridos e as duas cadeiras onde nos sentámos.
Isabel não parava de cruzar e descruzar as pernas. Por vezes deixava as pernas abertas por breves instantes. O vendedor passava o olhar dos papéis para o interior da saia da doutora, depois para mim (eu fazia de conta que não me apercebia), de volta à doutora e depois aos papéis. Ele já não conseguia disfarçar mais o seu estado de excitação, que há muito se tornara notório com o volume do seu pénis a pressionar as calças.
– Gosta? – perguntou Isabel.
– Bom, eu tenho uma Scénic. Mas este é uma excelente escolha para carro de serviço – gaguejou o pobre vendedor.
– Não seja parvo. – Isabel pôs uma perna no braço da cadeira e com a mão afastou os lábios da vagina. – Disto... Gosta?...
Eu também não esperava que a Doutora fosse assim tão provocadora. Mas já sabia o que se iria seguir. Ela queria ter as atenções dos dois homens. Levantei-me e tranquei a porta. Tirei o meu pénis para fora e coloquei-o na boca da minha chefe que não se fez rogada. O vendedor parecia não querer acreditar no que se estava a passar diante dos seus olhos. Parecia ter ficado colado na cadeira onde estava sentado. Foi preciso Isabel o chamar para que ele se juntasse a nós. Baixou as calças e colocou-se do outro lado de Isabel que lhe agarrou o duro membro e o colocou junto do meu, na sua boca quente.
Levantei-a e levei-a para a secretária. Deitei-a e comecei a chupar-lhe os carnudos lábios interiores. O vendedor foi para o outro lado da secretária e introduziu o pénis de volta na boca da gulosa advogada. Trocámos de posições. Agora Isabel chupava-me a mim enquanto o vendedor a penetrava. As investidas deste faziam com que ela me engolisse o membro por inteiro, até à garganta. Isabel levantou-se. Ordenou ao vendedor para se deitar no chão alcatifado. Sentou-se de frente para ele, empalando-se, e dobrou-se, pousando a cabeça no ombro dele.
– Jorge. Come-me o cu – ordenou.
Não foi preciso dizer segunda vez. Molhei um dedo e forcei a entrada das traseiras. Deslizou bem. Tirei e molhei dois dedos. Introduzi um e depois outro, lentamente, até achar que já não seria preciso muita força para entrar o meu pénis. Flecti os joelhos, tirei os dedos e apontei o pénis que acabou por deslizar para as entranhas de Isabel sem esforço. O vendedor quase não se mexia. Eu deslizava para dentro e fora de Isabel. Sentia perfeitamente o pénis do outro homem na sua vagina. Isabel demorou pouco a chegar ao céu. Veio-se entre gemidos e ais.
– Venho-me! – gritou o vendedor.
Isabel desempalou-se do vendedor e obrigou-me também a desencaixar. Ainda de joelhos, abocanhou-lhe o pénis e não desperdiçou uma única gota. Eu masturbava-me vigorosamente. Depois de se ter certificado que não saia mais nada daquele pénis que começava a perder o vigor, Isabel virou-se para mim. Cuspiu na mão e passou com força por todo o corpo do meu pénis, limpando-o. De seguida introduziu-o todo de vez na boca, enquanto a sua língua marota saia para fora, aflorando-me os testículos. Fê-lo novamente para depois colocar a glande na língua e me masturbar rapidamente. Em poucos segundos descarregava tudo na sua língua e via os meus líquidos desapareceram pela sua garganta.
Ninguém proferiu palavra até nos despedirmos do vendedor com um aperto de mão, saindo com os papéis que me permitiriam levantar o carro novo dali a três semanas.

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Esparguete

 Um senhor foi a um restaurante e pediu esparguete. No fim do jantar quando o empregado vinha para receber, o Sr. disse que não pagava porque tinha encontrado um pelo na comida. E foi-se embora. O empregado segue-o e vê-o a entrar numa casa. Este sobe as escadas, abre a porta e vê o Sr. a fazer um minete a uma mulher. O empregado indignado entra no quarto e diz:
        - Então o Sr. encontra um pelo na esparguete e não paga, e agora está com a boca cheia de pelos.
        O Sr. respondeu:
        - Ah, mas se encontrasse esparguete aqui também não pagava.

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Estás mesmo a jeito

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Um voto por nós!

CLIQUEM AÍ EM BAIXO E VOTEM NO JOGO 4 EM NÓS.




 


Votem em nós para passarmos a primeira eliminatória.


Basta que carreguem ali no sêlo e depois no Jogo 4 votem em nós.


Depois destas eliminatórias, outras haverão. Mas, ajudem-nos a ultrapassar esta, para premiar o nosso trabalho!


Lambido por  (*) Erótica(*)

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outubro 27, 2005

A Mudança - Parte 4

A Mudança - parte 4


Estava a chegar a casa quando recebi uma mensagem no telemóvel. Era de Rosa a dizer que ia chegar mais tarde, tinha uma reunião de professores, e pedia para fazer o jantar. Despedia-se com beijos húmidos. Na minha cabeça começaram-se a formar nuvens de infidelidade. Seria a reunião de professores uma desculpa? Quase que não resisti a ligar para a escola e perguntar a uma das empregadas. Mas passou-me. No entanto os fantasmas ficaram. Eu a comer a chefe e preocupado com a possível infidelidade da minha mulher. Talvez estivesse a ser hipócrita, mas pelo menos ela sabia da verdade, ao passo que eu continuava na dúvida.
Coloquei as tiras de peru na frigideira. A água para o arroz já fervia e deitei-o para dentro. Fui à despensa buscar um pacote de natas e os cogumelos. Rosa abriu a porta quando eu passava. Sorriu e atirou um olá. Beijámo-nos. Ela abriu a boca e lambeu-me os lábios.
– Vou tomar um banho – declarou. – Que é o jantar? – Abriu a sua pasta, tirou o telemóvel e ligou-o ao carregador.
Disse-lhe o que estava a preparar enquanto ela se dirigiu para a casa de banho.
Dei uma mexidela no arroz e adicionei as natas aos bifinhos para de seguida ir até à casa de banho.
A água já corria e Rosa molhava-se. Peguei na roupa que ela deixara no chão, para procurar vestígios de qualquer coisa, mas resolvi metê-la no cesto da roupa suja. Rosa espreitou, abrindo as portas da banheira.
– Vim buscar o cesto para pôr a máquina a lavar – desculpei-me.
Levei o cesto para a cozinha, mais uma mexidela no tacho, os cogumelos para a frigideira e pus dois pratos na mesa da cozinha. Abri uma garrafa de vinho. O esquentador desligou-se e eu apaguei o lume. Destapei o tacho do arroz e meti tudo na mesa.
Rosa chegou com o seu roupão de cetim até aos pés e os compridos cabelos escuros, ainda por enxugar, caídos pelas costas, molhando o roupão. Sentou-se e serviu-me enquanto eu despejava vinho nos copos. Serviu-se a ela e sentou-se.
– Cansada – declarou. – Hoje, um miúdo fez lá uma guerra de todo o tamanho e tivemos de fazer uma reunião à pressa. E tu? Como correu?
Disse-lhe que tinha sido transferido para a sede como auxiliar da Doutora Isabel, quais as condições que me tinham oferecido e que tinha ido limpar o cacifo e a secretária na fábrica. No dia seguinte iria começar a sério. Achou excelente.
Servi mais vinho e aproveitei para fazer a pergunta que me andava a martelar a cabeça:
– Alguma vez me foste infiel?
Rosa pousou o copo e olhou-me.
– A que propósito vem isso?
– Respondes-me?
– Não. Nunca te fui infiel. Mas a que propósito vem essa pergunta?
Expliquei-lhe que estranhara a reacção dela ao sucedido no jantar do dia anterior e que ela nem sequer colocara reservas ao facto de eu ir trabalhar com a advogada. Ela riu-se.
– Ontem antes de tu chegares eu tinha estado a ver um filme pornográfico. E estava completamente excitada. Chegas, começas a contar o que se tinha passado e eu fiquei ainda mais excitada.
Esbocei um sorriso.
– Ainda bem que hoje não viste nenhum filme.
– Porquê? – Empurrou o prato vazio um pouco para a frente, limpou os lábios e bebeu mais um pouco de vinho.
Levantei-me e tirei os pratos da mesa.
– Porque hoje comi a chefe. – Meti-os na máquina de lavar loiça. Virei-me para ela. Tinha os mamilos espetados por baixo do fino roupão. – Perguntei-lhe o que ela esperava e ela disse-me que só queria prazer. O único compromisso que queria era trabalho.
– Conta-me como foi...
Não cheguei a meio. Quando cheguei à parte em que Isabel se pusera de joelhos em cima da poltrona, Rosa puxou-me pela camisa e fez saltar um botão. Os outros também não ficaram no sítio. Abriu-me a camisa violentamente, arrancando todos os botões que se espalharam pela cozinha. Beijou-me profundamente, enfiando a língua até onde conseguiu. Desapertei-lhe o cinto de cetim, ela deu um jeito aos ombros e ficou nua. Encostou-se à fria mesa de mármore, mas creio que não chegou a sentir frio. Com uma mão puxava-me o pescoço, para eu não me descolar daquele beijo enquanto com a outra afastou o tacho e a frigideira, fazendo com que caíssem no chão com um enorme estardalhaço. Não se preocupou. Sentou-se no mármore, encostou-se à parede, abriu as pernas e empurrou-me a cabeça para o seu ventre.
A campainha da porta soou, estridente, assustando-nos.
– Merda! – praguejou Rosa. – Esperavas alguém?
– Não – respondi, tentando livrar-me da camisa estragada.
Rosa vestiu o roupão, colocou o cabelo ainda húmido para fora e foi à porta.
– Está tudo bem? – perguntou a vizinha do andar de baixo. – Ouvi um barulho tão grande que disse para o meu marido: “deve ter acontecido qualquer coisa” e achámos melhor vir ver se estava tudo bem.
– Está tudo bem, não se preocupe. Foi só o gato que me partiu um jarrão.
“Gato? Não temos gato.”
– A vizinha tem um gato?
– Não. É da minha mãe. Ela vai amanhã para a Madeira passar uns dias e deixou cá o gato.
– Ah, então está tudo bem. Quer dizer, menos o jarrão.
De certeza que a vizinha Isaura estava a espreitar pela abertura da porta, à procura de um gato que não existia.
– Pois, o jarrão. Então até amanhã.
– Até amanhã – disse a vizinha, mas muito pouco convencida.
– E obrigada – agradeceu Rosa fechando a porta logo de seguida. – Chata.
Regressou à cozinha.
– Onde é que nós íamos? – Deixou cair o roupão e voltou a sentar-se na mesa. – Eu estava aqui e tu... – Voltou a empurrar-me a cabeça para o seu ventre. – Tu ias aqui.
Rosa estava de tal maneira excitada que até as pernas estavam molhadas. Lambi gulosamente tudo o que consegui à volta da sua vulva e só depois ataquei os seus lábios vaginais. Afastei-os, fazendo o seu pequeno clitóris mostrar-se e passei-lhe a língua muito ao de leve. Ela tremeu. Afilei a língua e comecei a tilintá-lo rapidamente. De quando em vez afrouxava e expandia a língua, lambendo-lhe a vagina, aberta, em toda a sua extensão. Mais excitada não poderia estar. Ergui-me e beijei a boca sedosa. Rosa saboreou os seus próprios fluidos na minha boca e estava como louca quando a penetrei, lentamente. Inclinou a cabeça para trás, num ângulo quase inumano e começou a arfar. Penetrava-a rapidamente, com estocadas frenéticas, até que o meu membro erecto se desencaixou. Rosa segurou as coxas e elevou as pernas o máximo que conseguiu. Deslizou as mãos para as nádegas e afastou-as, oferecendo-me o seu ânus escuro. O meu pénis estava completamente encharcado, de tal maneira que os testículos escorriam com os líquidos de Rosa, e não foi difícil introduzir a glande no seu buraco apertado. Aos poucos, e com cuidado, fui-me introduzindo até estar todo alojado no seu interior. A minha mulher gemia num misto de dor e prazer. Lentamente, comecei um suave movimento de vaivém enquanto Rosa enfiava dois dedos na sua vagina alagada. A outra mão esfregava o clitóris e não demorou muito a atingir o clímax. A pesada mesa batia na parede com o ímpeto das minhas investidas. Rosa gritava de prazer e meti-lhe dois dedos na boca (que ela chupou avidamente), numa tentativa de abafar um pouco os seus gritos, não fosse a vizinha pensar que estávamos a castigar o gato que não tínhamos. Rosa deixou-se escorregar para o lado e afastou-me, deitando-se na mesa e desalojando o meu pénis da sua porta das traseiras. Estava completamente esgotada. Peguei no meu membro e comecei a masturbar-me. Com a outra mão acariciava a vagina de Rosa. Cada vez que passava pelo clitóris ela estremecia e gemia, encolhendo-se. Poucos segundos depois esguichava esperma para cima da barriga da minha mulher.
Fomo-nos lavar e depois sentámo-nos na sala para descansar um pouco.
– Porque é que cada vez que falo na doutora tu ficas toda excitada?
– Sei lá! – respondeu. – Só sei que me começo a excitar, fico toda encharcada e só me apetece é sentir-te dentro de mim.
– E não tens ciúmes? Afinal tenho sexo com outra mulher.
Rosa fez uma pausa antes de voltar a responder.
– Por acaso sinto mais curiosidade.
– Curiosidade?
– Sim. Gostava de conhecer essa Doutora Isabel. Não queres convidá-la a vir cá jantar amanhã? Ou sábado? Se calhar sábado é melhor.
Definitivamente, ao fim de quinze anos de casamento ainda não conhecia Rosa minimamente. Não se zangou por eu ter sexo com outra mulher; excitava-se com isso e ainda por cima a queria conhecer.
Combinámos que eu convidaria a advogada para jantar em nossa casa nesse mesmo sábado. Conversámos ainda durante mais um bocado. Pouco tempo depois fomos para a cama. Coloquei a mão na vagina e molhei a mão. Estava novamente excitada. Era meia-noite e meia quando nos propusemos a dormir.

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Gabriela II

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Carlinhos

         Naquela manhã, a D. Ana, professora na escola local, tinha saído de casa do amante, à pressa, sem sequer ter tempo de vestir as cuecas... Já estava atrasada para ir dar aulas à turma do 2o C...
        Chega à sala, já atrasada e senta-se na secretária. Cansada, a tentar retomar o fôlego, sem querer, ao sentar-se, a saia fica presa na cadeira e mostra à turma aquilo que Deus lhe deu... Envergonhada, repara que metade da turma está a segredar e rir-se e, tentado salvar a situação, resolve castigá-los...
        - Menina Maria, o que viu?
        - Nada, Sra. Professsora, nada... Isto é‚... Vi um bocadinho do seu tornozelo...
        - Menina Maria, que vergonha, três dias de suspensão! E o menino Manuel, o que foi que viu?
        - Bem... Eu vi um bocadinho do seu joelho...
        - Que vergonha!!! Uma semana de suspensão!!!
        - E o menino Carlinhos, o que foi que viu???
        O Carlinhos levanta-se, arruma os livros, vira-se para o resto dos colegas e exclama:
        - Bem malta, então até para o ano!

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outubro 26, 2005

A Mudança - Parte 3

A Mudança - parte 3


Regressámos ao gabinete da minha nova chefe. Muito simples, com uma enorme janela panorâmica para a rua; um cadeirão a um canto; duas cadeiras em frente à secretária; uma mesa para reuniões com quatro cadeiras; uma enorme estante cheia de livros de direito e Diários da República e duas portas: Uma na parede por trás da secretária e outra a meio da parede defronte. A primeira dava para o W.C. privado e a segunda para o meu novo espaço de trabalho. Um gabinete pouco mais pequeno que o primeiro, sem W.C. e umas estantes cheias de pastas de processos. Lá estava a secretária e a respectiva cadeira. Também uma outra mesa para reuniões com quatro cadeiras e um sofá em vez do cadeirão, mas por baixo da janela. Esta na largura de toda a parede exterior.
– É para decorar ao seu gosto. Pode mudar tudo o que quiser.
– Está bom assim.
– Os computadores aqui estão ligados em rede e têm um programa de conversação. É óptimo para transferir ficheiros e trocar breves impressões. Para conversar temos os telefones. Vamos almoçar?
Olhei o relógio: 12:45. Perguntei onde costumavam almoçar.
– Temos aqui um restaurante no edifício ao lado. É excelente e enorme. Tem sempre mesas.
À saída liguei para a minha mulher, mas o telefone estava desligado. Estranhei e novamente o espectro da infidelidade toldou-me os pensamentos.
Já à mesa do restaurante, acompanhado da Doutora, resolvi enviar uma mensagem a Rosa. As mãos tremiam-me. Desta vez não iria à casa de banho. Esbocei um sorriso com este pensamento.
– A escrever à família? – gracejou a Doutora Isabel.
– Convém informar que mudei de profissão.
– Aposto que anda com uma foto dela na carteira.
– Desde que me entregaram as fotos do casamento.
– Posso ver?
Tirei a carteira e mostrei a prova do álbum do casamento. Tinha o número da foto. Depois mostrei uma outra, actual. Comentou a beleza de Rosa e devolveu-me as fotos. Ficámos em silêncio. Observei o restaurante e as pessoas que almoçavam, outras que partiam e ainda as que chegavam. As mesas mais próximas eram suficientemente afastadas para não nos poderem ouvir, ainda para mais com o barulho característico de um restaurante em horário de almoço. Ia para lançar a questão, mas ela parecia ter adivinhado os meus propósitos e antecipou-se:
– Deve estar para perguntar se o que se passou ontem tem algo a ver com a sua contratação.
Olhei directamente nos olhos e anui.
– Tem e não tem – começou ela. – É assim: Realmente já tinha falado com o Hugo acerca da necessidade de ter alguém para me auxiliar. Mas tinha ficado por aí, nunca se tinha aprofundado a questão. Ontem gostei do seu desempenho no tribunal, tal como disse, e falei logo com o Hugo, ainda no restaurante, sem que ninguém se apercebesse e ele concordou. Em relação à cena na casa de banho... – Fez uma pausa enquanto a empregada colocava o pedido na mesa. – Digamos que senti uma certa atracção por si e como notei os olhares lançados às minhas pernas e não só, quando íamos para o Guincho, resolvi aproveitar. Não fiquei desiludida.
Corei. Afinal ela reparara nos meus olhares indiscretos.
– Como sabe eu sou casado e bem casado...
– Não se preocupe – interrompeu ela, – eu não sou ciumenta. – Lançou uma gargalhada. – Já provei e gostei, aliás, adorei. Pesou um pouco na sua contratação, não digo que não, mas eu não procuro casamento. Espero que consiga aguentar o seu casamento e umas por fora comigo.
Atrapalhei-me com a colher com que estava a tirar batatas da travessa para o prato e a minha tentativa de a apanhar fez com que caísse no chão. Isabel ria-se. Baixei-me para a apanhar. Não pude evitar uma espreitadela às suas magníficas pernas. Ela adivinhou e abriu-as fazendo subir a mini-saia e expondo uma vulva completamente depilada. Não usava cuecas.
– Vermelho?
– Foi de me ter baixado – desculpei-me.
– Mas não me respondeste.
– Ontem quando cheguei contei o que se passou à minha mulher – declarei.
A advogada olhou-me espantada. Não queria acreditar no que eu acabara de dizer.
– Temos uma relação muito aberta. Contei-lhe e ela riu-se. Hoje quando lhe telefonei para dizer que poderia mudar de emprego ela apoiou a mudança, mesmo quando eu lhe disse que poderia ter de... que isso poderia significar uma relação extraconjugal.
– Contou e ela aceitou? Relação muito aberta mesmo.
– Pois. Mas logo vamos conversar mais a sério. Pela reacção dela fiquei com a sensação que ela já me tem sido infiel e nunca me contou.
– Vocês têm é uma relação estranha. – Pegou nos cartões do restaurante pagou na caixa. Saímos.
O resto do caminho até ao gabinete de Isabel foi em silêncio.
Chegados à sala ela cedeu-me passagem, fechou a porta rodou o fecho de segurança, trancando-a.
– Então tu dizes que não viste nada... – Olhei-a. Começou a levantar a curta saia para a cintura. – E assim já vês?
Dirigiu-se para a poltrona e sentou-se, levantando as pernas para os braços da espaçosa cadeira forrada a veludo. Começou a acariciar-se com uma mão enquanto a outra desapertava a blusa, expondo os seios firmes. Apertou um mamilo rosado e gemeu. A mão que acariciava a vagina chamou-me e eu obedeci.
– Não penses que o teu ordenado serve para pagar isto. Isto é apenas prazer...
Gemeu quando a minha língua lhe aflorou o clitóris. Humedeci um dedo e penetrei-a lentamente. Depois outro. Afastei-lhe os grandes lábios e suguei os pequenos lábios, bem carnudos. Ela tremeu. As suas mãos substituíram a minha que lhe afastava os lábios e pegando nos pequenos lábios afastou-os. O clitóris era bem maior que o de Rosa. Devia estar bem excitada, o seu botão do prazer media quase um centímetro e erguia-se orgulhoso. Tilintei-o vigorosamente com a ponta da língua, para de seguida o chupar e voltar a repetir. Ela já delirava. Os meus dois dedos entravam e saíam rapidamente num vaivém frenético. Ela largou os pequenos lábios, que de tanto puxar pareciam maiores, e afastou-me. Pôs-se de joelhos e ofereceu-me o seu traseiro redondo. Olhei o seu orifício anal, rosado, e quase caía em tentação, mas ainda era cedo. Ela poderia não gostar. Com tempo lá iríamos. Baixei as calças e os boxers. Humedeci a glande com um pouco de saliva e penetrei-a de uma só estocada. Ela adorou o impacto. Arqueou as costas, atirando o seu longo cabelo louro para trás e deixou escapar um grito abafado. Comecei com movimentos suaves e depois acelerei. Os meus quadris batiam com violência naquele rabo gostoso e macio. Ela passava a mão dos meus testículos para o seu clitóris e voltava, masturbando-se e excitando-me. Demorou pouco para ela atingir o orgasmo. Enfiou a cabeça no meio da poltrona para abafar os seus gritos de prazer. Os espasmos que lhe contraíam a vagina, ou ela própria, provocaram-me tal excitação que não me contive. Peguei no meu membro encharcado dos seus fluidos e tirei-o para fora, masturbando-me. Ela virou-se rapidamente e conseguiu apanhar com um jacto de esperma em cheio na cara, mas não deixou desperdiçar nem mais uma gota. Abocanhou-me a glande e engoliu tudo o que faltava sair. Ela adora o sabor agridoce do sémen. Ainda lambeu os dedos que haviam limpo o que lhe caíra na cara e escorrera para o peito.
– Vamos formar uma excelente equipa. – Levantou-se e dirigiu-se à casa de banho. – Podes tirar o resto da tarde livre para limpares o cacifo na fábrica. Amanhã às nove para começarmos a trabalhar. – Parou à porta e olhou para mim com um largo sorriso. Eu estava sentado na poltrona a descansar. – Sim, trabalhar, que isto não é só foder. Tens de justificar o ordenado.

Posted by Erótico e Sensual at 11:30 AM | Comentários: (0)

À nossa espera. vamos?

Posted by Erótico e Sensual at 10:45 AM | Comentários: (0)

Merceeiro

        - Querida vamos para a cama que eu aprendi a fazer amor à merceeiro.
        Depois do acto:
        - Querido, não notei diferença nenhuma.
        - Então não viste o lápis atrás da orelha?

Posted by Erótico e Sensual at 10:44 AM | Comentários: (0)

Queres?

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Não custa nada - APOSTEM EM NÓS

CLIQUEM AÍ EM BAIXO E VOTEM NO JOGO 4 EM NÓS.




 


Votem em nós para passarmos a primeira eliminatória.


Basta que carreguem ali no sêlo e depois no Jogo 4 votem em nós.


Depois destas eliminatórias, outras haverão. Mas, ajudem-nos a ultrapassar esta, para premiar o nosso trabalho!


Arranhadela da  (*) Gata Quente (*)

Posted by Erótico e Sensual at 02:04 AM | Comentários: (0)

A Mudança - Parte 2

A Mudança - parte 2


No dia seguinte, como de costume, beijei-lhe os lábios antes de sair para o trabalho. Eram seis e cinquenta e cinco e ela dormia profundamente. Só se levantaria daí por uma hora. Rosa é professora do primeiro ciclo numa escola da cidade onde moramos.
Durante o curto trajecto não conseguia deixar de pensar no que sucedera na noite anterior: A Doutora Isabel; a minha mulher; a reacção desta. Mas o serviço exige demasiada atenção para poder continuar a pensar no assunto.
Por volta das nove e meia, um colega informa-me que a Engenheira Carolina queria que eu fosse ao seu gabinete.
– Bom dia – cumprimentei.
– Bom dia Jorge. Sente-se. Gostava de saber o que você fez à Doutora Isabel.
Estremeci na cadeira e devo ter corado. Pelo menos senti o calor na face, mas a Engenheira não deve ter reparado.
– Porquê? – perguntei inocentemente. Com certeza que esta não sabia de nada.
– Porque o Engenheiro Hugo Vicente ligou-me agora mesmo a dizer para você ir falar com ela à sede em Lisboa e que provavelmente eu vou ter de arranjar quem o substitua.
Fiquei sem palavras. Não estava a perceber nada. Para que queria ela falar comigo? Foi o que perguntei à Engenheira Carolina.
– Creio que ela precisa de alguém para a ajudar e como gostou da sua prestação ontem, resolveu convidá-lo – respondeu ela. – Por mim você não ia. É um excelente funcionário e vou ter dificuldade em encontrar alguém que o possa substituir, mas para si é um grande salto. Isto se lhe interessar.
Olhei-a surpreendido. Nunca tecera elogios, nem a mim, nem ao meu trabalho, apesar de eu saber que era o melhor dos funcionários da empresa, dentro da minha área. Perguntei-lhe a que horas devia ir.
– Agora – respondeu ela, – vá trocar de roupa. Ela espera-o durante a manhã. Tem o serviço orientado de modo a que qualquer um dos seus colegas possa pegar no seu trabalho?
– Tenho, mas não devo demorar muito. – Levantei-me da cadeira, preparando-me para sair.
– Lembre-se que é uma excelente oportunidade. Pode continuar os estudos. – Sorriu-me, estendeu-me a mão que apertei suavemente, num cumprimento. – Creio que já não vai voltar para a fábrica.
Assim que saí do gabinete peguei no telefone e liguei para a minha mulher. A algazarra dos miúdos era audível quando ela atendeu. Disse-lhe o que sucedera.
– É uma óptima oportunidade. Vais poder continuar a estudar.
– Vou trabalhar com a advogada de ontem.
– E depois?
– Depois? Não achas que ela quer mais do mesmo de ontem?
Rosa fez uma pausa. Ouvi a porta da sala fechar e a barulheira das crianças ficar quase inaudível.
– Agora querias festa todos dias não? – Riu-se. – Vai lá falar com ela e depois logo vês.
– E se ela quiser apenas mais de ontem?
– Depende do preço. – As gargalhadas eram intensas.
Eu não queria acreditar no que estava a ouvir. A minha mulher parecia não se importar com o facto haver uma outra interessada em ter sexo comigo, porque de certeza que era isso que a advogada pretendia. Será que só agora precisava de alguém para a ajudar? E eu conhecia a minha mulher demasiado bem para saber que dinheiro, para ela, também não era o mais importante. Resolvi tirar as teimas.
– E se ela só quiser mais sexo? – Olhei em volta. Estava sozinho.
– És um homem de sorte. Que queres que te diga?
– Rosa... tu estás-me a dizer que não te importas que eu vá para a cama com outra mulher?!
– Agora não posso estar a falar sobre isto, mas apenas quero que te lembres que sexo não é amor. Vou ter de voltar para os meus meninos. Decide o melhor para nós. Beijinhos. Até logo.
Fiquei a olhar para o telemóvel. Sexo não é amor? Tudo bem, mas será que com isto ela queria dizer que já tinha estado com outro homem? Fiquei muito apreensivo. Sempre lhe fora fiel, julgando que também ela nunca estivera com mais ninguém. Mas agora tudo ficava do avesso e a dúvida ganhou forma na minha mente. Fui tomar banho e trocar de roupa. A minha cabeça não parava de latejar com tanto em que pensar. Fui abrindo a água fria de modo a ir arrefecendo a água do duche e tentar aliviar a dor de cabeça. Tentei pensar noutra coisa.
Conhecera Rosa na escola secundária. Tínhamos dezasseis anos e estávamos no décimo ano. Ela aspirava a professora primária e eu queria ser advogado. Mas resolvi adiar o sonho e começar a trabalhar logo que acabei o décimo segundo ano, enquanto ela ingressava na universidade. Começámos a namorar um ano após nos termos conhecido, durante o verão, e casámos três anos depois. Ela continuou os estudos pois o meu trabalho dava perfeitamente para manter um bom nível de vida. Quando ela acabou o curso, conseguiu entrar para a escola onde ainda hoje dá aulas. Optámos por não ter filhos, numa primeira fase, mas depois fomos adiando e agora com trinta e cinco anos achámos que já não valia a pena. Sempre fôramos felizes, uma ou outra zanga, mas nada que nos fizesse repensar a nossa relação. Sempre falámos dos nossos problemas e assim fomos vivendo, sem nunca pôr a fidelidade de um ou outro em questão. Até àquele momento.
– Bom dia, vinha falar com a Doutora Isabel.
A recepcionista, de uma empresa privada de segurança, olhou-me e perguntou-me o nome.
– Sim senhor. A Doutora Isabel espera-o. É no quinto piso. Sai do elevador é a terceira porta à esquerda. Tem uma placa na porta.
Entrei no elevador e os nervos tomaram conta de mim. Um peso enorme no estômago e as mãos molhadas.
Bati à porta e entrei quando me disseram para o fazer. Não estava sozinha. O administrador estava com ela. O meu alívio foi imediato.
– Bons dias – cumprimentei.
Retribuíram e estenderam as mãos que apertei, suavemente a da Doutora e firmemente a do Engenheiro Hugo.
Foi este que me disse para sentar e iniciou a conversa.
– A Doutora Isabel precisa de alguém para a auxiliar nos vários processos que tem. Como ontem, ao que parece, o Jorge teve um excelente desempenho no tribunal e, segundo a Engenheira Carolina, você interrompeu os estudos de direito para trabalhar, aqui a doutora achou que você seria a pessoa indicada para o lugar. Que acha?
Olhei a secretária e para meu espanto vislumbrei um contracto com o meu nome. Tinham andado depressa. Parecia que não poderia dizer não. Perguntei quais seriam as condições, caso aceitasse.
– Primeiro vai ter de se despedir da fábrica. Como sabe somos uma grande empresa composta por outras firmas mais pequenas – começou a Doutora que até então permanecera em silêncio. – Mas manterá a antiguidade, direitos, etc. No fundo é uma transferência. Terá isenção de horário; almoço pago à factura, bem como os jantares em serviço; carro da empresa, novo, à sua escolha, até um certo valor, claro, e com todas as despesas pagas.
– E quais serão as minhas funções?
A Doutora esboçou um sorriso que me pareceu mais uma provocação. Foi o Engenheiro que respondeu.
– Acompanhar a Doutora Isabel aos tribunais, auxiliá-la no escritório, etc.
Fiz uma pausa e perguntei qual o valor do ordenado. Quase caí da cadeira quando me disseram mil e seiscentos euros, limpos. Quanto seria o ordenado daqueles dois, se me ofereciam todas aquelas regalias e aquele ordenado que representava mais quinhentos euros que o que eu recebia?
– E posso continuar a estudar?
– Deve! – rematou a Doutora. – Com certeza terá tempo para tirar o curso de direito. Seremos colegas.
Aceitei.
O Engenheiro retirou-se, dizendo que estava tudo tratado e que começava agora mesmo o meu novo serviço. Assinei tudo o que havia para assinar e tive direito a uma visita guiada às instalações, com particular insistência naquele piso, pois era ali que funcionava a empresa responsável por toda a parte legal do grupo. Fui apresentado a tanta gente, engenheiros, doutores e alguns arquitectos, mas não consegui fixar o nome de ninguém.

Posted by Erótico e Sensual at 02:01 AM | Comentários: (0)

Enjôo

 Havia um homem que era muito solidário. Gostava muito de ajudar as pessoas, compartilhar tristezas, transmitir alegrias...
        Estava num comboio, numa viagem tranquila, quando ouve uma rapariga a vomitar. A rapariga estava pálida, estava a passar mal. Ela saiu da casa-de-banho acompanhada da mãe e sentaram-se. O homem ficou preocupado e resolveu ir até lá, para ajudar e saber o que aconteceu à rapariga. Ao tentar adivinhar a causa do enjoo, perguntou à mãe da rapariga:
        - Foi comida ?
        - Foi, mas vai casar.

Posted by Erótico e Sensual at 01:23 AM | Comentários: (0)

Beija-me

Posted by Erótico e Sensual at 01:20 AM | Comentários: (0)

outubro 25, 2005

Estamos a Concorrer - SE GOSTAS DESTE BLOG, VOTA

Estamos a Concurso. VOTA EM NÓS! ESTAMOS NO JOGO 4




 


Votem em nós para passarmos a primeira eliminatória. Basta que carreguem ali no sêlo e depois no Jogo 4 votem em nós.


Depois destas eliminatórias, outras haverão. Mas, ajudem-nos a ultrapassar esta, para premiar o nosso trabalho!


Um beijo sensual da Sensualíssima


Assin.:  (()) Sensualíssima (())

Posted by Erótico e Sensual at 09:32 PM | Comentários: (0)

Desce mais

Posted by Erótico e Sensual at 09:31 PM | Comentários: (0)

A Mudança - Parte 1

O juiz deu por encerrada a audiência. A minha firma ganhara o processo.
– Parabéns Doutora Isabel – disse o Engenheiro João Mateus.
– Temos de dar os parabéns é aqui ao vosso colaborador. – Apontou na minha direcção. – Ele é que conseguiu, de forma simples, explicar ao juiz, que não percebia nada do assunto, que os inspectores multaram sem ter fundamento.
O Engenheiro João Mateus olhou-me e sorriu. Mas que sorriso mais amarelo.
– Não, nada disso. – Recusei os louros. Já sabia que se me alegrasse com o assunto teria problemas. O Engenheiro não gostava que alguém como eu lhe passasse à frente. – Aqui o Engenheiro João Mateus e a Engenheira Carolina é que conseguiram expor as normas de forma brilhante. – “Dá graxa ao cágado...”
– O Senhor Administrador telefonou a combinar para jantarmos com ele para lhe contarmos como correu – informou a Engenheira Carolina.
Olhei o relógio: 18:48. “Grande seca... aqui desde as duas da tarde e ainda tenho de ir à fábrica.”
– O Jorge também está convidado.
– Eu? – indaguei. – Não vale a pena. Basta que me deixem na fábrica.
– Um convite do Senhor Administrador não se recusa... – lembrou a Doutora Isabel.
Combinaram ir directos ao restaurante e nem sequer me pediram opinião. Nem tive direito a reclamação. Tinha ido de boleia com os engenheiros e precisava da boleia deles para regressar. Liguei à minha mulher para a avisar. “Aproveita e pede aumento” foram as palavras dela, seguidas de uma gargalhada.
A Doutora pediu-me para a acompanhar no carro dela, para não ir sozinha. Aceitei.
O processo começara com uma inspecção do Ministério da Economia. Os inspectores não percebiam nada do produto e entenderam apresentar um relatório com base em normas e procedimentos em vigor na nossa empresa e que estavam de acordo com a norma europeia. Mas, por qualquer motivo que não conseguiram explicar, entenderam multar baseando-se no argumento de que não cumpríamos a norma. Ora o ponto em que a norma não era cumprida, segundo os inspectores, dizia respeito ao meu trabalho, que era controlar o produto final. Como em todos os formulários de controlo aparecia a minha rubrica, fui arrastado para tribunal. Apenas tive de explicar ao Juiz o que fazia. Coisa simples, mas que os engenheiros, por uso de demasiadas expressões técnicas, não haviam conseguido que o Juiz entendesse. Se eu fazia o trabalho e tinha provas desse meu trabalho, a inspecção tinha sido uma farsa, logo a multa não tinha fundamento e o processo foi arquivado.
E agora lá ia eu, um simples Técnico de Controlo de Qualidade, a caminho de um restaurante para os lados do Guincho, com uma advogada, que só vira uma vez antes da audiência, para jantar com os engenheiros responsáveis daquela fábrica e ainda por cima mais o administrador da empresa. Na reunião preparatória para a audiência, já nos tínhamos encontrado no gabinete do administrador, no edifício sede, onde eu tinha sido um mero espectador. Ia ser bonito aquele jantar.
Pouco conversei com a advogada. Sentia-me um pouco intimidado com a situação. Ia observando a paisagem e respondia às perguntas dela. Poucos comentários às observações que ela fazia. Quando respondia aproveitava para lhe deitar um olhar rápido ao decote generoso da blusa e às pernas que se insurgiam por debaixo daquela mini-saia. A face lisa e sem maquilhagem, tornava-a bastante atraente. Com um pouco de maquilhagem deveria ficar muito mais bonita. Ela, atenta ao trânsito e à estrada, parecia não notar.
Deixámos os casacos na recepção do restaurante e esperámos pelo senhor administrador no bar. Pedi uma água. E iria beber água ao jantar. Não fosse abusar e fazer pior figura que aquela que já estava a fazer.
Finalmente o Engenheiro Hugo Vicente chegara. Ficámos mais um pouco no bar, enquanto ele tomava o seu aperitivo e só depois fomos até à mesa. Pedi peixe, mas se soubesse que as doses mais pareciam aperitivos teria pedido um prato de carne. Nem deu luta. Ainda me esforcei para acompanhar o ritmo dos outros, mas como eles falavam pelos cotovelos, tinham muito tempo para ir comendo. Quando despachei a parca, mas saborosa refeição, pedi licença e fui à casa de banho, para dar tempo a que eles acabassem a refeição.
Com tanta água que bebera o serviço ficou um pouco mais demorado. Alguém entrou enquanto eu terminava a necessidade. Não tomei atenção, não fosse o indivíduo ficar com impressões erradas.
De repente sinto alguém por trás de mim e quando dei conta agarrava-me o pénis mesmo no preciso momento em que me preparava para o meter nas calças.
– Calma. Não te assustes. Desde que chegámos que eu esperava por este momento. – Pareceu-me a voz da Doutora.
Virei-me e era mesmo ela. Continuava a segurar-me no membro e parecia não o querer largar.
– Não estou a perceber...
– Então eu explico.
Agachou-se e abocanhou-me o pénis flácido. A minha reacção foi nula. Ainda não percebera o que me estava a acontecer.
– Relaxa... A porta está trancada... ninguém nos vai incomodar... – dizia ela enquanto me abocanhava o sexo.
Relaxar não relaxei, mas o meu pénis parecia ter vida própria e começou a crescer naquela boca quente e sedosa. Quando achou que já não iria crescer mais começou a fazer movimentos de vaivém com a mão enquanto me lambia os testículos. De quando em vez tornava a abocanhar-me o membro e deixava-o encharcado de saliva para o lubrificar. Não aguentei e cheguei rapidamente ao orgasmo. A gulosa da advogada não desperdiçou uma única gota. Enquanto sentiu esperma a sair de mim não o tirou da boca e depois ainda o espremeu, saboreando cada gota que conseguia extrair do meu pénis.
Lavou as mãos, passou a cara por água, limpou-se e saiu com um sorriso.
Só quando a porta bateu é que despertei. Passei um toalhete pelo pénis, mas pouco ou nada havia para limpar. Lavei as mãos e saí.
– Jorge? Quais as suas habilitações? – perguntou a Doutora Isabel
– Décimo segundo ano – respondi, sentando-me.
– Fiquei impressionada com a sua exposição ao Juiz. Foi a primeira vez que foi a um tribunal?
Respondi afirmativamente. Passaram-me a lista da sobremesa. Tentei concentra-me nos doces, mas estava complicado. Ainda não interiorizara o que se passara no W.C. e ali estava ela como se nada fosse. Escolhi tarte, numa tentativa de colmatar o parco jantar. Passei-lhe a lista.
– Não obrigado. Já... – Fez uma pausa e eu tremi. – Já é tarde para sobremesas. Mas vi ali uma banana que me caiu no goto.
Senti-me muito pequenino. Quase desapareci. Mas ninguém reparou. Era mesmo sacana, a advogada.
No final do jantar despedi-me do administrador e da doutora. Regressei com os engenheiros que me tinham levado. Quando cheguei à fábrica, apenas o segurança da noite estava por lá. Peguei no carro e meti-me a caminho de casa. Havia pouco trânsito e o meu cérebro tentava descobrir se contaria ou não sucedido a Rosa, minha mulher há quinze anos. Se estivesse acordada, sim; se estivesse a dormir, logo se veria.
Passava já da meia-noite quando me sentei na beira da cama. Rosa acendeu a luz da sua mesa-de-cabeceira. Olhei-a. Parecia bem desperta. Beijei-a.
– Então? Foste aumentado?
– Vai-te catar!
– Vens mal disposto? Caiu-te mal o jantar?
– Estavas à minha espera?
– Claro! Quero saber tudo.
– Não sei se queres.
– Mau... – Sentou-se na cama deixando descobrir os seus belos seios. Dormia apenas com as cuecas, como de costume. – Que aconteceu? Correu mal?
– Depende. – Esbocei um sorriso. Ela olhou-me cada vez mais curiosa. Continuei: – O julgamento correu bem; o jantar correu bem; não fui aumentado, mas também não fui despedido.
– O comer estava bom?
– Estava. Soube foi a pouco, mas comi uma fatia de tarte que até era grandita.
– Então? – Começou a ficar impaciente.
Olhei-a nos olhos; respirei fundo e disparei num só fôlego:
– A advogada apanhou-me na casa de banho a mijar e fez-me um broche.
Silêncio.
Rosa irrompeu em gargalhadas. Olhei-a estupefacto.
– Antes ou depois? – perguntou. Face ao meu silêncio voltou a perguntar: – Antes ou depois de teres mijado. – Continuava a rir.
– Não acreditas? Foi depois. Estava a arrumar o material, ela agarrou-me...
– Não acredito! Foste violado pela Doutora! – Não parava de rir.
– Não te devia ter dito nada. – Deitei-me. – A pensar que ias ficar danada e afinal desatas a rir.
Saltou para cima de mim, sentando-se nos meus quadris.
– A gaja é boa?
Não acreditava no que ouvia. Nem uma ponta de ciúme.
– Não é má – respondi. Começou a descer para as minhas pernas e baixou-me os boxers.
– Foi assim que ela fez?
– Não. Já estava de fora.
Em vez de se chatear ficara excitada.
Abocanhou-me o membro: – Foi assim?
– Mais ou menos. A tua boca é mais quente.
– Hum... que bom saber... e ela sabe fazer broche?
– Não tão bem como tu...
Puxei-a para cima e beijei-a. Rodámos, ficando ela por baixo e passei a língua pelos seus mamilos escuros. Continuei a minha descida e puxei-lhe as cuecas com os dentes, rasgando-as de lado e depois com as mãos acabei de as arrancar.
– Ui!... Vou ser violada...
Lambi-lhe a racha depilada, encontrei o clitóris e preguei-lhe uma violenta chupadela, usando a boca como ventosa e depois abanei a cabeça vigorosamente. Fê-la gemer. Afastou os lábios com as duas mãos, expondo o seu botão do prazer que tilintei com a minha língua enquanto dois dedos exploravam o seu interior completamente encharcado. Puxou-me por um braço. Queria senti-me dentro dela e fiz-lhe a vontade. Introduzi-me de uma só estocada, sem esforço, tal era o seu estado de excitação. Coloquei-a de lado, de modo a acariciar-lhe o clitóris, mas quando lá coloquei a mão, já a dela o esfregava violentamente. Optei por lhe apertar um mamilo rijo e erecto. Pouco demorou a chegar ao orgasmo. Contorcia-se de tal maneira que quase me desencaixava, mas aguentei e fiz mais pressão, enterrando-me ao máximo. Só não aguentei foi o meu orgasmo e enchi-a dos meus fluidos. Ficámos um pouco deitados na mesma posição com o meu membro a amolecer no seu interior. Começou a escorrer, ameaçando encharcar os lençóis. Dei-lhe uma toalha e desencaixei-me. Fomos para a casa de banho e tomámos um duche rápido, bem quente que nos deixou lânguidos. Quando regressei ao quarto já ela dormia. Apaguei a luz e também não demorei muito a adormecer.

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Sereia

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Trabalho ou prazer?

Hoje, deixamos aqui uma anedota enviada pelo nosso visitante Carlos, a quem agradecemos a colaboração:


 


Um Subdirector Geral do Ministério está em despacho mas com pouco que fazer põe-se a pensar se fazer amor com a mulher é trabalho ou é prazer.


Aparece o Adjunto Subdirector Geral e pergunta:
- Fazer amor com a minha mulher é trabalho ou prazer?


O Adjunto responde:
- Pois não sei, tenho que analisar.


O Subdirector dá-lhe uma hora para responder.


O subdirector adjunto vai ter com o responsável dos recursos humanos e passa-lhe a "batata quente":
- O Subdirector quando fode a sua mulher é um acto de trabalho ou de prazer?


O responsável, entretido sem que fazer, responde que não sabe.


O adjunto diz-lhe que tem 45 minutos para averiguar.


O responsável de recursos humanos passou a pergunta ao técnico de formação que estava muito preocupado com a máquina de café sem nada que fazer. Mas também não
sabe a resposta.


Chega a pergunta ao auxiliar administrativo, que tem a mesa cheia de expedientes, listas de assistências para enviar, avaliações a realizar... enfim, vai fazendo o que pode.


O seu chefe diz-lhe que tem cinco minutos para responder à questão do Subdirector General.


Sem levantar a cabeça, o auxiliar responde categoricamente:


- É prazer.


Seu chefe, intrigado pela rapidez da resposta, pergunta:


Como chegou tão rapidamente a essa conclusão?
O auxiliar, farto de lhe darem tudo e mais alguma coisa, responde:


PORQUE SE FOSSE TRABALHO, TERIA QUE A FODER EU!


Assin.: Poderoso

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Estamos a CONCORRER - VOTEM EM NÓS

Estamos a Concurso. VOTA EM NÓS! ESTAMOS NO JOGO 4




 


Votem em nós para passarmos a primeira eliminatória. Basta que carreguem ali no sêlo e depois no Jogo 4 votem em nós.


Depois destas eliminatórias, outras haverão. Mas, ajudem-nos a ultrapassar esta, para premiar o nosso trabalho!


Um beijo sensual da Sensualíssima


Assin.:  (()) Sensualíssima (())

Posted by Erótico e Sensual at 11:01 AM | Comentários: (0)

Arrasadora ou Abrasadora?

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Entrevista de trabalho

Combinei tomar um cafezito com a Lena, enquanto esperava li o jornal diário, passando os olhos pelas páginas de anúncios, deparei-me com um interessante, não é que eu precisasse de trabalho, o sítio em questão é que me despertou uma certa curiosidade! Apontei o número de telefone. Pensando no assunto achei que havia de ser engraçado e uma autêntica surpresa para o entrevistador, no entanto teria que confirmar antes se seria mesmo quem eu pensava, não poderia de modo algum perder a viagem!
No dia seguinte liguei para lá, pedi algumas informações e acabei por marcar entrevista para dois dias depois…
Pensei mil e uma coisas, imaginando aquele dia, ponderei a hipótese da reacção dele não ser a esperada, no entanto estava determinada a arriscar, as saudades iam apertando e seria uma boa oportunidade para matar o desejo de ser possuída, de sentir meu corpo vibrar apenas com um toque seu!
Vesti uma saia curta, camisa desabotoada no colarinho e imaginem só, decidi não levar cuecas! A minha ratinha estava totalmente depilada, zero pelinhos, humm
Na hora combinada lá estava eu, evadida por um nervoso miudinho dirigi-me a recepção, falei com a rapariga e fiquei a aguardar. Aquela espera parecia não ter fim, o meu corpo estava-se a alterar, que calores, uma tesão incrível percorria-me…
Chegou a minha vez de ser entrevistada, entrei no escritório, disse boa tarde, a qual foi retribuída, dizendo para me sentar, dirigi-me à cadeira e ele continuava ocupado a digitar no computador, nem tinha reparado quem estava na sua frente! Não iria ser entrevistada coisíssima nenhuma, mesmo assim os nervos continuavam à flor da pele, que acharia ele da maluqueira?
Minutinhos depois começou a falar e quando olhou para mim, acabou ficando sem palavras! Brinquei um pouco com a situação, dizendo que não estava ali propriamente por causa do emprego mas porque tinha sido a única maneira de marcar hora na agenda lotada dele! Rss
Perguntei se estávamos à vontade para destressarmos um bocadinho, ao mesmo tempo que fiz um movimento de pernas, que deu para perceber que estava sem cuecas e pronto descontrolei o esquema todo!
Não seria o local ideal, mas sem dúvida excitante! Levantei-me, tranquei a porta e dirigi-me até ele tirando no trajecto a camisa, sentei-me no seu colo, dando-lhe uns beijos muito quentes, demonstrando bem o desejo que sentia, desabotoei-lhe a camisa, passei as mãos pelo seu peito, ao mesmo tempo que a minha língua começou a percorrê-lo, mordiscando os seus mamilos, continuei a descer, ao chegar à zona das calças, coloquei uma mão, uiii que tesão que ia ali!
Desabotoei-as, tirei-o para fora, passei levemente a língua, umas leves chupadelas, depois então em movimentos de vai e vem, cada vez mais entusiasmados, ia-se perdendo completamente na minha boca! Bruscamente puxou-me para cima, agarrando-me pelos cabelos, deu-me uns beijos, percorrendo o meu pescoço com suaves dentadas, arrancou o soutien, agarrou-me as mamas, sugou-me aqueles bicos duríssimos, meu corpo estava pra lá de brasa, fervia, desejava-o! Colocou uma mão por baixo da saia, não havia sombra de dúvida, totalmente molhada, num elevado grau de excitação!
A entrevista era curta, não podia levar ali a tarde toda no bem bom, levantei-me novamente, peguei uma camisinha, tirei a saia, debrucei-me sobre ele, roçando o meu corpo, beijando-o, desci novamente, dei-lhe mais uns chupões daqueles arrepiantes, coloquei a camisinha e sentei-me em cima daquele caralho gostoso, enterradinha dentro dele, passei as mãos nos seus cabelos, sugando-lhe os lábios, estava tão excitada…
Debruçou-me um pouco, percorrendo o meu corpo com as suas mãos, mordiscando-me, colocou os meus braços para trás das costas, agarrou-me no cu e começou a bombar freneticamente, dando-me umas valentes palmadas de castigo!
Aquelas dentadas no pescoço, aquele devorar de mamas, o seu toque na minha pele, tudo isso me arrepiava, desejando-o ainda mais, não dava para estar quieta com as mãos, comecei a percorrer seu corpo, tipo massagem, parecia que lhe estava a transmitir a minha energia, o seu corpo agia como se recebesse choques eléctricos…
A entrevista não podia estar a correr melhor, pegou em mim, deitou-me sobre a secretária, brincando com o caralho, ameaçando a penetração sem a concretizar, provocando-me, não aguentando aquela tortura, maluca de desejo, agarrei-o com as pernas e num gesto forte, enterrei-o completamente em mim, estremeci, o meu corpo movimentava-se cada vez mais, implorando por uma penetração bruta, a ratinha dançava naquele caralho, enquanto ele me mordiscava e passava as suas mãos, aquele roçar de corpos levou-me a loucura total, estava de tal forma excitada, arrepiada, fora de mim que acabei atingindo o orgasmo…
Era tanto o prazer que me estava a proporcionar, sentindo ele aquele orgasmo e o meu corpo a pedir mais, começou a bombar sem pausas, com aquelas palmadas boas que me deixam doida, passados breves minutos estava de novo a atingi-lo, não ficando ele atrás, acabamos por nos vir em simultâneo…
Recompusemo-nos na medida do possível, não era fácil disfarçar o que havia acontecido assim em um minuto, os corpos continuavam em brasa, transpirados…
Acalmados os ânimos, vestidinhos, falamos um pouco da maluqueira e confirmei que a surpresa não poderia ter sido melhor!
Demos por terminada a entrevista, despedimo-nos e quando estava a abrir a porta, num tom de voz brincalhona ele diz: “sinto muito mas não tem habilitações para o cargo!”, olhei para trás, sorri mandando um beijo e sai satisfeitíssima da vida!

Posted by Erótico e Sensual at 10:56 AM | Comentários: (0)

Corcunda

 Numa cidade pequena, surgiu um corcunda que apanhou todas as garinas, todas falavam só no corcunda, que o corcunda era maravilhoso, que ele era demais, etc. O pessoal da cidade começou a ficar curioso, porque raios a mulherada queria um corcunda que era feio que nem uma porta ? Um dia, num bar, um dos rapazes foi à casa-de-banho e encontrou o corcunda, com a mangueira de fora, tirando água do joelho. O gajo sem querer olhar muito para o coiso do corcunda começou a perguntar:
        - Ó corcunda, porque é que a mulherada anda sempre atrás de ti se és feio que até dói ?
        - Feio realmente sou mas o que a mulherada quer é o meu pinguelo.
        O gajo dá uma olhada e diz:
        - Que coisa ! Grande, heim ? Se eu tivesse um desse tamanho passava a vida a chupá-lo!
        - Porque é que achas que sou corcunda? 
 

Posted by Erótico e Sensual at 10:51 AM | Comentários: (0)

Vamos à tropa?

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Dois para uma

 Sábado. Final de tarde. Estava em casa à espera dela para mais uma sessão de sexo puro e duro. O que lhe havia feito na semana anterior deixou-a cheia de tesão e curiosa em saber até que ponto ia a minha imaginação. Pedi-lhe para não me desafiar pois poderia sair-lhe caro, mas mesmo assim provocou-me. E eu decidi ripostar em força.
Convidei um amigo para a foder comigo. Não era a primeira vez que partilharíamos uma mulher, pelo que ele estaria à vontade assim que entrasse em casa. Ela também já estava a par do esquema, só não sabia era quando iria ser. Mal entrou em casa começou logo a beijar-me e a passar-me a mão pelo caralho que depressa se levantou pedindo um broche bem feito ao que ela não se opôs…
Estava sentado com ela de joelhos a mamar-me até às bolas, quando lhe perguntei se desejava mamar dois caralhos, ao que me acenou positivamente com a cabeça. Telefonei ao meu amigo e disse-lhe: - podes vir. Levei-a para a cama, despi-a quase por completo e voltei a venda-la. Era o fetiche dela, chupar sem saber a quem. Não me opôs à sua vontade.
Vendada, deitada e com as mãos amarradas atrás das costas continuou a chupar-me. Já estava pronto para fodê-la, mas queria prolongar o seu prazer. Fui acariciando o seu grelo devagarinho, fazendo-a estremecer de prazer. Veio-se com o meu caralho na boca e sentia a sua cona toda molhada. Abri-lhe as pernas e pincelei o meu caralho na cona húmida… Para cima e para baixo mas sem deixar entrar…
A porta abriu-se, o meu amigo já estava em casa. Fui para a sala e só quando chamei por ele é que fui para o quarto. Perguntei se queria foder ou se só queria assistir… Despiu-se e comecei a enterrar o meu caralho na cona dela enquanto ele se aproximava dela para lhe chupar os mamilos. Ela, de olhos vendados, tentava chegar ao caralho dele com a boca. Ordenei que ela o chupasse e ele colocou-se em posição para lhe facilitar o broche.
Eu fodia-lhe a cona toda molhada e não tardava a vir-me. Estava a gozar imenso com aquela visão e acabei por me vir nas mamas dela. Trocamos de posição: ela passou a chupar-me e ele começou por lhe comer o cu. Um bocadinho de gel para facilitar a penetração e… já está! O caralho dele no cu dela e a sua boca a chupar-me. Apertadinho como estava o meu amigo veio-se num instante dentro dela. Por esta altura ela já estava doida de tesão e não sabia para onde se virar…
Com a boca dela no meu caralho, eu já estava pronto para foder outra vez. Coloquei-a de joelhos e fodi à canzana. Que cona deliciosa e apertadinha… Bombei sem parar até não poder mais enquanto ela gemia intensamente de prazer e tesão. Pedia o caralho do meu amigo para a sua boca e esporrei-me nas suas costas assim que ela o abocanhou.
Deitei-me ao seu lado e comecei a chupar-lhe os mamilos enquanto ela mamava o outro caralho. Estava doida… Enfiei um dedo na cona e masturbei-a até se vir outra vez… Desta vez não houve contemplações e pediu os dois paus na boca. Que tesão de mulher… Mamava um, mamava o outro e alternando os broches fez o meu amigo vir-se outra vez.
Eu já demorava um pouco mais e voltei à cona… Meti-o novamente até ao fundo depois de lhe posicionar as pernas sobre o meu peito e só o deixava entrar, deslizando por aquele mar de prazer. O tesão dela era enorme e não parava de gemer. Eu fodia com toda a força, bombava bem fundo e num ritmo frenético enquanto o meu amigo lhe chupasse os mamilos e metia-lhe dois dedos na boca.
Acabamos com ela a bater duas punhetas e viemo-nos nas mamas dela… Da próximo vez esperamos ter mais uma mulher…

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outubro 24, 2005

Ariane

Posted by Erótico e Sensual at 10:48 PM | Comentários: (0)

Irina

Era uma noite de Quarta Feira, sempre achei as quartas feiras muito especiais até porque sempre adorei as festasda espuma e acabo sempre por me safar.
Cheguei á discoteca já quentinho depois de vários shots aconchegados no estomago, o canhou começou a lançar espuma e lá estava eu e outras tantas dezenas de rapazes no roça-roça a tudo o que era rapariga. Por sorte fiquei mesmo junto a uma moça bem bonitinha, seios bem redondinhos e firmes como eu gosto e um cuzinho ao jeito para se partir. Encostei-me logo a ela e fomos dançando sempre bem encostadinhos com as mãos a passear por aquele corpinho molhado, a certa altura demos por nos a sorrir um para o outro, os labios foram-se aproxmando, até que o tao esperado beijo aconteceu! a partir desse momento nunca mais parámos e os beijos tornaram-se cada vez mais intensos, as minhas mãos por baixo da espma ja acariciavam aquelas mamocas rijinhas enquanto que ela roçava-se no meu pau mesmo a pedir festa! Apos a ter convidado para beber um copo convidei-a para ir comigo ate ao carro, pagámos os cartões, e entramos de imediato no banco de tras, começaram novamente os loucos beijos e apalpoes, tirei-lhe o bikini e mergulhei naquelas mamocas nº38, mordisquei-as, lambi-as, acariciei-as... desci mais um pouco beijando o umbigo e ouvindo-a gemer baixinho enquanto ela com a mão acaricaiava o meu pau que já quase fizera um buraco nos calções, enfiei a lingua o mais possivel naquela coninha linda e ansiosa por acçãoe fiquei alguns minutos a deliciar-me com aquele sabor louco ouvindo os seus gemidos cada vez mais intensos, logo em seguida, tirei o pau para fora, segurei-lhe na cabeça e encaminhei aqueles lindos labios ate ao mastro ajudando o movimento da cabeça com as mãos, julgo que foi o melhor broche que alguma vez me fizeram, após aquela boquinha se sentir saciada, o preservativo saiu da carteira, a irina sentou-se ao meu colo, virada para mim e começou a cavalgar cada vez mais fortemente, pensei que o preservativo não aguentasse tal cavalgada. enquanto isso eu lhe ia abocanhando os seios e com as mãos segurando as nadegas, foi um esforço trememdo para não me ter esporrado todo nessa altura desenfreada, por fim o ritmo abrandou, trocamos mais uns beijos, e ela sentou-se com aquele cuzinho lindo por cima do meu pau, estava muito apertadinho mas com um pouco de saliva lá encaixou, seguiu-se outra cavalgada, esta ligeiramente mais curta. A Irina tinha finalmente atingido o orgasmo e o meu vio logo em seguida, pintando aquele preservativo azul todo de branco. Assim que o tirei disse á Irina que o preservtivo era de sabor a tutti-frutti, para meu grande espanto, a irina colocou-o na boca, mascou-o duas vezes, ou três, abriu a janela do carro e cuspiu-o fazendo um sorriso maroto.
Acabamos por voltar para a discoteca, um de cada vez para não dar nas vistas! a irina voltou para a pista a enlouquecer os rapazes, eu fiquei ligeiramente mais afastado tentando descortinar se nessa noite haveria mais algum sortudo!

Posted by Erótico e Sensual at 06:45 PM | Comentários: (0)

Bombeiro

 O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou:
        - Não, Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
        E antes de que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
        - Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que estou com uma enxaqueca das grandes!
        Ele tirou a roupa mesmo às escuras , enquanto a mulher gemia e gritava:
        - Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!
        E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
        - Oiça, o senhor não é bombeiro?
        - Sou...
        - E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-noturno?

Posted by Erótico e Sensual at 10:49 AM | Comentários: (0)

Gabriela

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outubro 23, 2005

Frutas

 Um rei promoveu um concurso no seu reino para ver quem conseguia enfiar mais frutas no cu. Vários participantes apresentaram-se ao rei: O primeiro começou com um cacho de uvas. Enfiou uma, duas, três uvinhas e não aguentou. O segundo veio com ameixas. Enfiou uma, duas, três, cinco e não aguentou mais. O terceiro começou a enfiar maracujás. Um, dois, três, cinco, sete não aguentou e saiu. O quarto veio com duas caixas de pêras. Enfiou uma, duas, três, a caixa toda, já estava na metade da segunda e ria desalmadamente. O rei, intrigado, perguntou:
        - Ó infeliz?! Estás a enfiar não sei quantas pêras no cu e continuas a rir ?
        - É porque no final da fila há um gajo com um camião cheio de melancias!

Posted by Erótico e Sensual at 04:39 PM | Comentários: (2)

outubro 19, 2005

Por que esperas?

Posted by Erótico e Sensual at 11:52 PM | Comentários: (2)

Gorila

 Uma mulher passava a vida a reclamar de tudo mas nunca estava disposta a foder. Todas as noites inventava uma desculpa. Um dia, o marido resolve levar a mulher a passear ao jardim zoológico para ver se ela melhorava de humor e ficava com disposição para essa noite .... Ela vestiu uma saia curtíssima e justa o que deixou o marido mais doido ainda. Quando estão a passar em frente à jaula do gorila, o marido começa a esfregar-se na mulher, a passar-lhe a mão pelas coxas... O gorila vê aquilo e fica doido porque para ele macaca ou mulher era o mesmo.
        - Baixa as cuequinhas! - pede o marido aproveitando um momento em que estavam sozinhos.. A mulher obedece e o gorila desesperado sai da jaula e agarra a mulher que, coitada, grita:
        - O que e que eu faço agora ?
        E o marido:
        - Diz ao gorila que estas com dor de cabeça, da mesma maneira que fazes comigo!

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Prazer...

Posted by Erótico e Sensual at 09:16 PM | Comentários: (0)

outubro 18, 2005

Cornudo e contente

Sou camionista, casado há 6 anos, e como sabem os camionista da TIR (transportes internacionais) têm fama (e o proveito) de comer muitas mulheres por aí. O ano passado, houve uma greve dos motoristas espanhóis e eu dirigia-me para a Alemanha e não deixavam entrar em espanha, pelo que estive ainda um dia a ver no que davam as modas, até que resolvi regressar a casa e esperar que a greve acabasse. Venho da fronteira de Vilar Formoso até minha casa perto de Lisboa, sem dizer nada á minha mulher, na esperança de lhe dar uma grande foda. Deixo o camion uma estrada afastada, pois moro num local de acesso difícil para carros grandes e entro em casa pela cozinha. Começo logo a ouvir barulhos e pensei que estava a ver filmes porno e quando chego ao quarto vejo um gajo em cima dela. Tinham a luz da mesinha acesa pelo que se via mais ou menos. A nossa filhita de 4 anos estava no quarto ao lado e dormia. Quando entrei, cmo não esperava tal facto, entrei normalmente e tal era a tesão deles que nem ouviram o barulho. Naqueles poucos segundos, pensei em dar-lhes porrada, pô-los nus na rua, etc. etc. Mas de repente, dou comigo com uma grande tesão, e a começar a fazer uma punheta enquanto eles falavam e fodiam que nem dois desalmados. Deu para notar logo que o tipo tinha uns colhões bem grandes, pendurados que nem dois limões, embora o seu caralho fosse mais ou menos como o meu, com cerca de 15 cms. Vi também que era o Victor, o mecânico onde eu ía com o camion e pensei logo que na oficina já todos sabiam que eu era corno, pois não devia ser a primeira vez deles. Eles trocavam de posição várias vezes, ora ela por cima, ora ele, e ela agarrava-lhe muitas vezes naqueles tomates, metia-os na boca, ou melhor tentava, pois cada um é maior que os meus dois juntos, e pensei que aquilo lhe deveria dar boas leitadas, que é o que ela gosta. estava num misto de tesão e raiva, ora teso ora murcho, sobretudo quando pensava nas pessoas que deveriam saber que eu pertencia ao clube dos cornudos, e embora estivesse várias vezes para me vir, não deixei pois queria meter na minha putinha. Mas, de repente eles começam a gozar e eu esporrei-me todo para o lenço que entretanto tinha tirado do bolso. Desencavaram e ela continuou a mecher nos colhões do gajo e a dizer coisas que eu á distância que estava não conseguia ouvir. Limpo a minha piça, e volto a sair pela cozinha, desta vez com precaução para não fazer barulho e volto à rua e telefono do telemovel a dizer-lhe "querida, prepara o te forno que o teu querido tem a peixe para lá meter. Estou mesmo a chegar, daqui a meio minuto estou aí". Ouvi, quase logo a porta de trás da cozinha a ser fechada (local por onde saiu o tipo, e de certeza que ainda não ía vestido), e eu entro pela porta da frente e ela vem ter comigo. Beija-me, de certeza ainda com a espora ou o sabro da piça do outro na boca, pois o tempo não foi nenhum para se lavar, e acende a luz da varanda, que de certeza era o sinal para o Victor se escapar. Mostra-se surpresa por não lhe ter dito nada e disse-lhe que lhe queria fazer uma surpresa e que vinha cheio de tesão. Ela disse que estava cansada e se eu queria comer alguma coisa. Era um sábado e ainda não era uma da manhã. Procurou que eu ficasse um pouco na cozinha e fez umas torradas para ambos, creio que porque tinha dispendido muitas energias, pois eles foderam que nem dois cavalos e não sei como tinha sido antes, e também, de certeza para deixar passar tempo para que o cheiro da foda saísse do quarto. Depois das torradas fomos para o quarto, ela entretanto tinha lá ido, julgo que tentar compor os lençois, etc e depois fomos os dois. Peguei nela ao colo e meti-lhe a mão na cona e notei logo que estava toda esporrada, embora ela deva ter vestido cuecas limpas. Disse-lhe "estás bem molhadinha, isso é que é tesão", e ela viu uma oportundade de escapar e disse que estava com desejos.
Deito-a na cama e vou á casa de banho e vejo no chão a um canto uma rosa com um cartãozinho que dizia "para a melhor fodilhona do mundo", e fiquei a saber que o gajo já a tinha fodido antes. Volto, com uma tesão danada, tiro-lhe as cuecas e começámos no amasso. A meter a minha piça, vi que aquilo era um lago e que o cabrão devia esporrar litros de leite, pois os lençois ficaram bastante humidos. No final da foda que devido à minha tesão foi rápida, fiquei murcho (era a segunda vez no espaço de meia hora), e ela ficou a fazer como tinha feito com a mante pouco antes, isto é a mxer nos meus colhões, e a dizer "és um cabrão que quase não tem colhões. Os tipos com colhões pequenos deviam ser todos capados e as mulheres arranjarem montadores com bons ovos. Nem tens tomates nem nada". Eu disse-lhe, aver se ela me contava alguma coisa, "porquê, gostas de gajos com os tomates grandes?", e ela dizia que lhe dava muita tesão um grande par de colhões, poder agarrar um gajo pelos tomates e senti-los, e um gajo poder roçar-he com os tomates na cona, que tinha essa fantasia, e que achava que era uma tesão. Ao imaginar aqueles grandes colhões do Victor voltei a entesar-me e mandámos outra foda que julgo que já não esporrei muito pois de certeza que tinha os colhões secos. Fiquei ainda mais de uma semana pois a greve demorou bastante e durante esse tempo eles não foderam. Uma vez saímos de carro e ao passarmos em frente à oficina ela agarrou os meus tomates e voltou àquela estória de que deveria ser capado que os meus colhões eram colhões de gato, que não sabia como é que uns tomatitos como os meus a tinha emprenhado quando teve a nossa filhita, etc, etc., e acabou com um "qualquer dia, capo-te, mas só quando arranjar um gajo com dois ovos que se vejam". Tenh a certeza e que o que a cativou naquele gajo foi o tamanho dos colhões. Mas ele é anormal, pois os meus são como nozes grandes e joguei futebol de salão e via os tomates dos outros gajos e eram mais ou menos como os meus e tenho visto aqui na internet, mas os do tipo são como dois limões grandes e realmente depois já fui à oficina e notam-se bem no fato de macaco. E normal, já desde o tempo de namorados, em que carinosamente eu a chamava de puta e e ela me chamava de cabrão, mas agora também me chama de cornudo e ri-se com um sorriso inigmático.
É certo que lhe pus os cornos várias vezes nas minhas viagens, e embora naquele dia tenha sido um choque, hoje aceito que ela foda com outro porque acho que não posso querer um tratamento para mim e outro para ela, mas estou fodido por ela ter arranjado um gajo daqui e sabemos que estas coisas correm e muitas vezes entro em lojas e repartições aqui e penso que os outros me estão a chamar "corno". Ainda não disse a ela que sei disto nem ela me disse nada, a não ser as observações aos meus colhões quando está tesa e aí penso que me vai dizer que tem uns maiores, mas ainda não teve coragem. Por outro lado ando a pensar vingar-me do Victor, comendo a mulher dele, mas até hoje ainda não tive possibilidades de a apanhar de modo a encetar conversações, mas há mais marés que marinheiros.
Mas também gostava de ver ne novo a minha mulher a dar uma foda, e estou a pensar levá-la comigo numa viagem próxima (a nossa filha que agora tem 5 anos e fica com os nossos sogros) e oferecê-la a um colega alemão ou italiano (ela tem uma tesão por italianos), e nessa viagem contar-lhe-ei o que sei, ou então quando eu lhe propuzer uma queca com um estranho será ela a contar-me, lgo se vê.

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Noivo burro

 A rapariga tinha casamento marcado e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não o era. Nervosa, ela pede conselhos a sua mãe :
        - Mãe... o que e que eu faço ? O Pedro pensa que eu sou virgem, e se ele descobre que eu não sou pode querer anular o casamento!
        - Filha, olha, faz como eu fiz ao teu pai: Antes do momento X vais a casa de banho e dissolves umas pedras hume-hume num copo com agua, passas a água na coisa e pronto, vais ficar toda apertadinha e ele vai acreditar já que ele é mesmo burro.
        Dito e feito, na hora do "vamos ver", a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia. A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi a casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo.
        - Querido, não viste um copo com água que eu deixei na casa de banho ?
        - Viff sifmf quefridifnhaf.

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Queres?

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MLA em Albufeira

Agosto. O mês preferido dos MLA. O Algarve centra a sua onda na loucura, a temperatura sobe e instala-se além dos 30 graus, mulheres a rodos chegam de todo o lado para se entregarem ao desejo, e nós estamos cá para isso, para satisfazer essas fantasias.
Sinto-me parte do paraíso, o corpo livra-se dos agasalhos, os músculos tisnados pelo sol vangloriam-se nas esplanadas cheias de veraneantes. O meu corpo é um complexo de potência, genica e tesão, modelado pelos desportos de praia; nada de massas musculares disformes, inestéticas, artificialmente construídas nas salas de musculação. Sou um MLA, exibo com orgulho uma tatuagem de Matador na zona das costelas, por debaixo do braço.
Sábado à noite. Saturday Night Fever. As tropas reúnem-se na capital do Distrito. Jantamos no Faro e Benfica, escancaramos a alma perante uma mariscada mista, regada pelo vinho verde. Ameijoas à bulhão pato, búzios de bater na madeira até o inquilino saltar cá para fora, ostras ao natural embebidas em água do mar, sapateira preparada com a caquinha ao natural, lagostins, gambas, e carabineiros fritos daqueles vermelhos que nos fazem chorar por mais; elevam-nos o ácido úrico para além do clinicamente aceitável, mas não faz mal, a gota ainda não me perturba. Coxeio mas foi da canelada que o Zé Maria me deu esta tarde na praia do Garrão, na futebolada da ordem.
Estamos bem. Bebemos Jameson´s na esplanada, preludiamos o Vega´s Robaina nas lides do prazer, a alegria solta-se descomplexada, alarve, dominadora do espaço ambiente.
Onde é que vamos, onde é que não vamos, rumamos a Albufeira. Damos início à caça às peles. Com a Via do Infante no horizonte, pomos o Mercedes ao barulho, e o tecto abre-se naquela posição que permite, em recta, admirar a beleza imperial das luzinhas do escuro céu.
Baixa de Albufeira. Do Central Station ao Sete e Meio só não se safa quem não sabe, quer ou ..não pode. Tal e qual nos outros sítios.
Recheio de lulas, quem é que não gosta?. Gajas, gajas e gajas. Para todos os gostos: portuguesas, bifas, morenas, mulatas, adolescentes, magras, roliças, vaporosas, trintonas, meias-dose. Há de tudo, o trabalhoso é escolher.
Entrámos no Central Station. Maravilha, o pexinho picava como nunca, bastaria dar um leve puxão no anzol para recolher a linha com peixe espada suficiente para encher a chata. Mas ainda era cedo, primeiro havia que flanar pelos vários bares, apreciar o material na sua verdadeira extensão e variedade psicossomática.
Fomos entrando e saindo ao ritmo dos copos e dos corpos, roçando aqui e ali o taco de golfe pelos buracos do green (esta metáfora tem um problema). Chegámos ao Sete e Meio já um pouco enrolados na onda. Decidimos estacionar um pouco por ali, evaporar alguma da vodka na pista de dança, antes de encetarmos o caminho de regresso.
Estava à cunha de macacas. Encostei-me ao balcão e pedi uma água das pedras. Tentava aguentar a grossura em banho maria. Emborquei-a em dois ou 3 goles e fiz-me à pista, meio doido ainda, sentindo aquele sorriso safado tomando conta das ocorrências.
Um grupinho de adolescentes da Velha Albion, dançavam provocantes à minha frente. Não me fiz rogado e aproximei-me; sensual, por detrás, colei-me a uma delas, à enguia do grupo; procurei imbuir-me no seu ritmo, sentir seu corpo acordando o meu devagarinho; minha mão descaiu no seu umbigo e ficámos mais juntinhos.
Cabelos cor do sol, escorridos, roçavam nos meus lábios, ela mexia-se cada vez mais e melhor, contorcendo-se na mira do meu corpo, procurando obter respostas para o seu desejo e, sejamos francos, obtinha-as. O meu sexo começou a ficar duro, impaciente, atiçado pelas carnes traseiras da minha parceira. Agora era ela que me puxava para si, as suas mãos agarravam-se na minha cintura, provocando a atracção dos nossos corpos.
Rodeei-lhe a cintura com meiguice, tinha o meu companheiro todo duro, pedindo acção. Passeei-lhe a língua pelo pescoço e ela estremeceu. Rodou na sua cintura e ficou na minha frente entregando-se na minha boca.
Minhas mãos começaram provando um pouco tudo, mas o local não era o ideal para avançar muito mais. Os meus amigos entretanto, querendo aproveitar a maré, tentavam meter conversa com as restantes adolescentes do grupo. Elas riam-se muito, sabe-se lá porquê.
Estava na hora de afogar o ganso, o bicho já lhe apetecia grasnar:
« What´s your name gorgeus? Jenny!!!? ooouuh, sexy Jenny! So, honey, let´s have some drinks to get up our souls!» Fomos até ao bar e pedi dois long B52, com dose reforçada no absinto.
Foi um estalo! Senti aquilo a bater com violência, o cérebro a escalhar como uma ford transit a abrir nas pistas do Dakar. Pedi de seguida umas imperiais que bebemos ao ritmo do B52 para não perder a pedalada. Para atestar vieram mais dois bombardeiros. Resultado: Kursk, sabem como é...
Até eu acusei o toque, quanto mais a minha companheira. Esta saiu de lá sem mais me largar o pescoço, amparada na cintura pelos meus braços. Naquela altura não precisava de a convencer de nada, estava a minha mercê. «Vamos lá apanhar um pouco de ar!» decidi.
Estava um luar daqueles, via-se tudo num cinzento azulado escuro. Pegámos a praia, caminhámos pela areia até ficarmos fora do campo de vista da cidade.
«Jenny, let´s get a bath» Ela ficou a olhar para mim semi consciente, mas não lhe dei tempo para pensar muito e comecei a retirar-lhe a roupa. Era um vestido género cai-cai nada apertado, não tive dificuldade nenhuma para deixá-la na lingerie. Como ela hesitava ainda tratei das peças íntimas com a competência de um MLA, zelando por lhe humedecer a crina com estes dedos de língua que a minha mãe me deu.
O meu corpo ao ver aquela pele fresca, nova, viçosa, começou a responder novamente aos estímulos da vontade férrea, as minhas mãos passavam pela sua penugem demorando-se em cada pedaço, apropriando-se da sua textura, ela emocionava-se à sua passagem, mas no seu semblante a surpresa foi cedendo a um sorriso envergonhado nada condizente com a menina provocante que me engatara lá no Bar.
«It´s my first time, João» Quinze, talvez dezasseis, dezassete anos no máximo, a minha Lolita.
«Me too, Love» E era verdade, com virgens era a primeira vez. Fui invadido por uma ternura de coração que me comoveu, fiquei ali a olhar para ela, sem roupa, feito lobo mau lambendo os beiços frente ao capuchinho.
Abracei-a forte, poderoso, senti-a tremer, o seu pulso disparar, o meu vampiro também não se conteve e esticou-se todo dentro das calças querendo irromper, cravar seus dentes naquela carne tenrinha.
Ela pegou na minha mão e, só tive tempo de atirar o telemóvel na areia; corremos em direcção à água, rindo da loucura que só a felicidade dá. Entrámos no mar, ela sem roupa, eu de sapato e tudo; mergulhámos juntos.
Todo encharcado, ela colou-se a mim, já bem desperta, apertou-me contra os seus lábios, demos um beijo daqueles que fez renascer em mim algumas três gerações de balõezinhos de microscópio. O seu corpo procurava-me cada vez mais, as suas mãos desapertaram-me o cinto e puxaram o meu sexo para fora dos boxer´s mexendo-o com a mestria de uma profissional. Espasmos de prazer atropelaram-se antes de ecoar nas minhas bochechas. Os seus braços quase me arrancaram a camisa, os sapatos nem me lembro como foi, as calças... tinha trazido!? A camisa.... Meu deus, onde estava eu metido! Virgem, dezasseis... o Tanas!
O seu corpo quase tão alto como o meu metro e oitenta, fez-me tropeçar e tombámos na areia. Rolámos os dois envolvidos nas ondas à beira-mar, nos tocando, acariciando, na fúria da rebarba. Senti o menino entre suas pernas mais desenvolvido do que nunca, procurando por si só entregar-se ao seu destino.
Passei-lhe a mão pelo rego, afagando-o, acariciando-o com emoção, introduzi o indicador no sentido de aferir a temperatura e retirei-o encharcado. Meti-o de novo, juntei-lhe o comprido e o anelar. A minha vítima gemia, arfava, perdida nos sentidos, entregue à lascívia do prazer.
«Está no ponto e já não aguento mais o cacete.» Pensei para mim. Com jeitinho coloquei-o à boca de urna. A diva mexia-se, puxava-me, apertava-me, empurrava-me para dentro de si. Já não conseguindo controlar o animal, soltei-o de uma vez só este escorregou pela gruta a dentro e desapareceu sem deixar rasto.
Fiquei ali com ele todo dentro, gozando a mudança de temperatura, desmasiado para um homem só. Senti as mil e uma sensações. «Virgem? Pois claro!». Ela aproveitou para rodar o seu corpo; não ofereci resistência e ela ficou por cima. As suas mãos fixaram-se no meu peito e começou a dançar, trabalhando ancas, depois a cavalgar num ritmo frenético, ora jogando sua cabeça para frente quando diminuía o ritmo e fazendo com que seus cabelos me caíssem no pescoço e os seus peitos se comprimissem nos meus, ora jogando a cabeça para trás, relinchando (relinchando?! Sim, relinchando!!!), aumentando o ritmo do vaivém, estremecendo de satisfação.
Fiquei todo molhado do mel que lhe escorria do útero sem parar. Tentei por uma ou duas vezes, suavemente cambiar na posição, mas a moça não estava para isso e resistiu, rindo-se, gritando, uivando, largando em novo galope .
Desafio era desafio; aproveitando quando ela curvada sobre mim me mordia os ombros, os mamilos, o pescoço, eu sei lá mais o quê, fazendo uso do cabedal que Deus me deu, agarrei-a forte pela cintura e impus a mudança de posição apelando à força dos MLA.
Rolámos pela areia, unidos pelo sexo, uma, duas três vezes, refrescados pelas ondas que entregues à coscuvilhice iam e vinham, procurando passar despercebidas mas sem perder pitada do que estava a acontecer.
Sentindo o bicho no máximo prestes a cortar rotações, comandei o último assalto; numa frenética procura do êxtase, empurrámo-nos um para dentro do outro, até atingir o desvario do prazer.
Ela veio-se em momentos vários, eu vim-me todo de uma só vez. Deixei ali tudo o que tinha, ficando, sentindo o caldo abrasador e aconchegante do seu interior.
Ela, ofegante, continuava a empurrar-me para dentro, a apertar-me, contorcendo-se, procurando ressuscitar novamente o Guerreiro, mas este se tinha liberto da sua alma, era agora um morimbundo.
Levantei-me, virei-me para o mar e de braços abertos corri para ele.. Abracei-o em voo picado; um arrepio de prazer percorreu-me da nuca aos calcanhares. Quando vim à tona ainda tremia e foi com certa dificuldade que recuperei novamente o controlo do corpo.
Saí da água, ela continuava deitada na areia, gemendo, remexendo-se, estrebuchando-se, sabe-se lá mais o quê, a desgraçada era completamente apanhada da moliére.
Deixei-a ali, comecei a procurar a minha roupa mas não me lembrava onde a tinha deixado. Lá em cima estava o vestido dela, nem sinal dos meus pertences.
Ao longe vi o mar ora empurrando, ora puxando para si um dos meus sapatos. Corri com o coração aos saltos, lembrava-me agora onde e como. Apanhei o sapato completamente encharcado, olhei em volta, desesperado, procurando detectar mais algum sinal de esperança, em vão.
Ela encontrava-se agora tomando banho, nadando furiosamente, gritando, fazendo um chinfrim danado.
Sorte macaca, o telemóvel tocou naquele momento. O som parecia vir de todo o lado; às apalpadelas, na escuridão consegui finalmente encontrá-lo.
«Estou ?»
«Ah grande MLA! Como é que é? Mais um Touch Down para a colecção!?» Era a malta!
 «Ouve, onde é que vocês estão?»
«Epá, estamos aqui na rua, já passa das quatro, os bares estão fechando. E estamos no ir, telefonámos para saber se queres boleia, ou se te desenrascas sozinho»
«Olha pá, vão já para o carro que eu já vou lá ter, mas esperem por mim, por amor de Deus!»
«Então, mas passa-se alguma coisa?»
«Não. Não se passa nada. Eu depois conto. Despachem-se!»
«Despacha-te tu. Nós é que estamos à tua espera, pórco!»
Desliguei o telemóvel, a sereia continuava divertindo-se na água, chamava por mim, berrava feito animal selvagem. Fiz-me de mouco e dirigi-me ao seu vestido. Peguei-o, avaliei as minhas possibilidades, enfiei-o pela cabeça e deixei cair.
Este não se mexeu. Agarrei-o com ambas as mãos e estiquei-o além das suas possibilidades. Fiquei com uma minissaia que não conseguia esconder, na sua universalidade, o meu arsenal. Peguei na sua cuequinha e calcei-a também. Agora sim, estava mais discreto.
O vestido na pele molhada rapidamente ficou todo encharcado, revelando a masculinidade do meu corpo. Comecei a caminhar pela praia, primeiro com cuidado não fosse o vestido ceder a um passo mais viril, depois mais depressa até respirar novamente a iluminação da zona dos bares. Um tesão medonha começava novamente a assaltar-me, aumentando o volume, forçando a cueca, o vestido e um sorriso sacana no meu rosto ....só de imaginar a cara da malta quando me visse chegar!

Posted by Erótico e Sensual at 04:45 PM | Comentários: (0)

Sida

 Às 3 da manhã estava um homossexual a gritar do alto dum prédio:
        - Ai meu deus! Estou com SIDA! Vou-me matar, vou me mandar daqui abaixo!
        Um vizinho:
        - Para com essa porcaria, maricas dum raio! O suicídio não resolve o problema a ninguém! Tenho um remédio muito bom para te ensinar, ouve com atenção: meio litro de azeite; meio litro de óleo de rícino; meio quilo de pimenta branca; bate tudo e bebe de uma vez só!
        - E vou curar-me ?
        - Claro que não! Mas vais ficar a saber para que serve o cu !

Posted by Erótico e Sensual at 04:37 PM | Comentários: (0)

De branco

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outubro 17, 2005

Experiência em Africa

Chamo-me Anita, tenho 27 anos e gostaria de partinhar uma experiencia que aconteceu comigo.
Há 3 anos o meu marido foi destacado profissionalmente para Moçambique e fomos viver para Maputo.
As condições eram excelentes, tinhamos uma casa optima com todas as comodidades e depressa fizemos amigos, entre eles um casal em especial.
Passaram semanas, e eu e a Sofia eramos como duas amigas intimas, certo dia em Junho chovia bastante e fui ter com ela a sua casa para conversar um pouco, no bairro onde viviamos era habito não trancar as portas, por isso entrei na sala esperando encontra-la, mas a sala estava vazia, chamei-a mas a única resposta por entre o barulho da chuva foram uns gritos e gemidos abafados no andar superior... era obvio o que estava a acontecer no quarto superior, calculei que o Vitor (marido) tivesse uma pausa a meio da tarde e a aproveita-se da melhor maneira, enchi-me de curiosidade e sem fazer barulho subi as escadas para espreitar um bocadinho. Pela porta entreaberta, a supresa do que vi foi enorme, a Sofia estava cima da cama de quatro e o José (criado) penetrava-a ritmicamente.
Eu o e meu marido frequentemente faziamos amor naquela posição, mas a Sofia era muito mais ruidosa. Foi então que percebi o porque dos gemidos, estavam a fazer sexo anal, o sexo negro desaparecia no seu corpo de leite, e a cada investida era visivel o quanto doloroso devia estar a ser para ela. Quando terminaram fui-me embora sem fazer ruido. Quando cheguei a casa a pensar no que tinha visto senti uma enorme excitação a apoderar-se do meu corpo.
O meu marido, nunca tentou fazer sexo anal e pelos seus comentarios sei que acha repugnante. Nos dias seguintes não parei de pensar no que tinha visto e como me tinha deixado excitada, por isso decidi procurar realizar o meu desejo.
Ao contrario da Sofia não tinhamos um criado, mas sim uma cozinheira que tambem arrumava a casa. Por isso, não seria simples encontrar um homem disponivel, procurar fora daquele meio/bairro era um risco que não queria correr.

Contudo a oportunidade surgiu quando reparei que a minha conzinheira tinha um jovem sobrinho , que mais tarde soube ter 19 anos, que por vezes ia ter com ela la a casa para lhe fazer compahia no regresso a casa. Numa dessas vezes, resolvi meter conversa, falamos um pouco enquanto a sua tia últimava o jantar, comentou que tinha problemas na escola na disciplina de inglês, era a oportunidade que me faltava, ofereci-me para o ajudar. Ele acedeu e marquei um dia que (por coincidencia a tia folgava).
Chegado o dia, o Jaime, era assim que se chamava, compareceu como combinando, e la fomos para o escritorio estudar.
Passado uns momentos aproximei-me e debrucei-me sobre o seu caderno, deixando visivel os meus seios sem sotien. Apanhei-o a olhar e ele pediu-me desculpa, entao disse-lhe se ele gostava do que tinha visto, e com alguma timidez la confessou que sim. Aproximei-me e pedi-lhe para me tocar se assim o deseja-se. Os seus dedos tremulos tocaram-me no peito, não perdi tempo e com os meus dedos percorri-lhe as pernas até se encontrarem sobre o volume já visivel nas suas calças.
Em pouco minutos, entre apalpões, beijos e caricias, estavamos quase nus, foi entao que vi o seu sexo, era descomunal, nesse instante tive receio, mas o desejo era maior e prossegui, agora já não podia voltar atrás, segurando-o com as duas maõs levei-o a boca e começei a chupar a sua cabeça, pois mais era impossivel.
o Jaime gemia e pela sua maneira percebi que o era virgem o tinha muito pouca experiencia, por isso veio-se prematuramente na minha boca, várias golfadas de semen atingiram-me o rosto e a boca, escorrendo entre os meus lábios. Não parei de o lamber e passado uns minutos fomos para o quarto, continuei a acaricia-lo com a lingua até ele recuperar a tesão, e entao pedi-lhe que me fodesse.
Deitei-me na borda da cama de barriga para cima e deixei que aquele membro enorme penetra-se pouco a pouco na minha ratinha humida, era enorme, sentia o meu corpo a dilatar. O Jaime, começou no vai-e-vem deixando-me louca de prazer, foram longos minutos de gemidos freneticos, mudando de posicao, ate que lhe sugeri que me penetra-se no cuzinho, ele ficou supreso e disse que tinha medo de me magoar, eu encorajei-o e dando-lhe uma bisnaga de lubrificante pedi-lhe para a despejar dentro de mim.
Com alguma falta de jeito la me lubrificou por fora e por dentro, coloquei-me de 4 e pedi-lhe para avançar.
A sua cabeça enconstou no meu rabinho, começando a fazer pressão, sentia o meu corpo a resistir a dilatação, e a dor a crescer até ser quase insuportavel, gemia agarrada aos lencois e pensava na Sofia, O jaime ora aliviava a pressão ora tentava mais uma investida, até que lhe supliquei que me penetrasse sem compaixão, afastei as nadegas o mais que possivel e na sua investida seguinte segurou-me firmemente as ancas e usando o seu peso, empurrou o seu membro contra mim, senti o meu cuzinho a lentamente a dilatar sem consegiur deter aquela invasão, uma dor aguda como nunca tinha sentido trespassou-me o corpo, gritei até a penetração estar consumada, desmaiando de dor em seguida, O jaime nem deu pelo meu desfalecimento, acordei a sentir o seu membro a descer, como me estivesse a rasgar ao meio, chorei, gemi, implorei para ele tirar, passaram longos minutos até te-lo todo dentro de mim, ficamos imoveis durante uns momentos. O Jaime que estava determinado a foder-me o rabinho sem mais demora iniciou o vai-e-vem, as primeira estocadas foram muito dolorosas, mas com o tempo a dor foi dando lugar ao prazer, e o seu membro percorria-me as entranhas sempre até desaparecer por completo, a sensação de preenchimento era unica, pensei no meu marido e como reagiria ao ver a sua esposa a ser empalada por um negro com um sexo duas vezes maior. O Jaime acelarava, investido contra o meu corpo vigorosamente, os meus seios vibravam em breve comecei a ter um enorme orgasmo, enquanto o meu amante negro, em 3 ou 4 penetrações mais fortes que nunca se vinha bem fundo no meu cuzinho, caimos esgotados, e quando finalmente aquele sexo saiu, mal me conseguia levantar, já no WC sentia a esporra a correr-me pelas pernas abaixo, confirnei com os dedos que o meu rabinho ainda estava aberto derivado do brutal arrombamento a que tinha sido sujeito.
O ano seguinte foi maravilhoso, quase todas as Terças-Feiras, o Jaime dava-me o desejado tratamento anal.
Hoje já em Portugal, sinto muitas saudades de Africa e do meu Jaime.

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Nudez

Posted by Erótico e Sensual at 11:20 PM | Comentários: (0)

Swing visual

Chegámos a uma praia da zona de Lisboa e ao local aonde tínhamos combinado com um outro casal desconhecido.
Fomos os primeiros a chegar naquela manhã. Estávamos num dos fins-de-semana de Setembro e não estava muito calor. Estava óptimo para relaxar ao som cadenciado das ondas a rebentarem na praia e ao gralhar das gaivotas. Estava o clima ideal para uma aventura erótica.
No local aonde assentámos não havia mais ninguém. As pessoas mais próximas estavam a mais de 200 metros, para sul e, junto ao acesso à praia.
Passados meia hora apareceu um casal que se estabeleceu perto de nós, aí a menos de 20 metros. Eles eram bastante mais novos que nós, bem parecidos e corpo normal. Passado algum tempo, a moça, fez-me sinal com a cabeça como que a confirmar que eram eles com quem nos tínhamos combinado encontrar.
A minha mulher estava a ler a revista do Público, aconchegada no encosto de praia e junto ao corta-vento. Estava virada para o sol, já despida, de pernas abertas, deixando escancarada a sua ratinha. Estava um espanto assim! Deu-me um impulso carnal mas contive-me para o que aí vinha.
Ela não os viu chegar de tal maneira estava absorta na leitura e a saborear o sol pré outonal.
Entretanto, eu também já estava nu. Devo dizer que praticamos nudismo já vai para mais de quinze anos. Os nossos amigos, entretanto, foram passear até à beira da água e estavam num jogo de namorados. Brincavam ás apanhadas e abraçavam-se apaixonadamente. Estavam a criar o clima propício ao jogo erótico combinado e a descontrairem-se.
Passado algum tempo voltaram ás toalhas e deitaram-se. Começaram a bronzear-se mutuamente alternando com carícias amorosas. Eram uma visão absolutamente erótica e poética. O seu atrevimento sensual e subtil estava a levar-nos para o erotismo puro desprovido de qualquer pudor e malícia. Emanavam um ar inocente como se estivessem a fazer aquilo pela primeira vez.
Estávamos os quatro, algo isolados, o que se adivinhava um momento erótico escaldante daí para a frente.
O casal estava um pouco acima da nossa posição, junto à falésia, o que nos dava melhor visão do que eles a nós. Ela, sem poder esperar mais, começou a acariciar-lhe o pau que já estava teso há algum tempo. Eu fiquei no mesmo estado e continuei a olhar para eles. A moça começou então a chupar-lhe o vergalho e olhava na nossa direcção com olhar languido e provocante a incentivar-nos.
Entretanto, a minha companheira que já tinha reparado na cena deles, reclamou a minha atenção para ela e perguntou-me se achava se eram eles com quem tínhamos combinado o encontro. Respondi-lhe que pelo andar dos acontecimentos, pouco interessava.
Ela já estava toda entesada, a masturbar-se com convicção e a lançar-me uns olhares lânguidos à medida que o fazia. Reparei que estava já toda molhada e a ficar ofegante. Mostrei-lhe que também estava com tesão apresentando-lhe o meu pau de bandeira. Olhou-me de tal modo que os seus olhos se reviraram de tanta excitação.
No acto, afastei-lhe mais as pernas e enterrei a minha cara no meio delas. Comecei a fazer-lhe um minete. Ela encaixou-se na minha boca como se um relojoeiro estivesse a encaixar uma peça de precisão. Tinha a cona excitadíssima e fervilhante. Estava inchada e entumecida. Como eu adorei lamber aquela carne, saborear aqueles líquidos e sentir-lhe o cheiro de gata com cio!
Como que possessa, deitou-me no chão, pôs-se de cócoras sobre a minha cabeça, e começou a cavalgar na minha cara, roçando-se num frenesim infernal a minha boca e língua na sua rata e cu. Depois, debruçando-se sobre mim, começou a chupar e a engolir a minha verga.
Foram momentos ultra excitantes. O encontro estava a revelar-se na sua essência máxima. A partilha de erotismo estava quase no seu máximo. O interessante é que não nos conhecíamos de qualquer lado e estávamos a partilhar momentos íntimos com toda a naturalidade e entrega.
A minha companheira gemia e estava a entregar-se ao prazer. Nunca a tinha visto assim e estava a revelar-se naquele momento. Excitei-me ainda mais só por saber como ela estava a adorar estar a fazer amor comigo em presença de desconhecidos. Era a nossa primeira vez!
O outro casal, deveras interessadíssimo a ver o que estivéramos a fazer, trocou de posição. Ela deitou-se de barriga para baixo com o rabo empinado. O companheiro acariciava-a e. De vez em quando, lambia-lhe a rata. Aquela distância, percebia-se que ela tinha uma farta pentelheira tal era a floresta negra que se vislumbrava do nosso local.
Disse à minha “mais do que tudo” para se pôr de novo de cócoras e comecei a lamber-lhe as partes íntimas. Ela adora que eu lhe faça o beijo negro. Geme de prazer sempre que a minha língua passa pelo seu anua, ora apertadinho, ora descontraído. Para saborear melhor esse prazer, afasta as nádegas com as mãos para eu chegar melhor com a língua ás partes mais recondidas. Continuo a lamber-lhe a cona sedenta de prazer e húmida, ao mesmo tempo que lhe introduzo o dedo no cu. Solta um gemido de prazer e pede para enterrá-lo mais. Foço-o e continuo com um movimento de vai vem. Com um outro dedo da mesma mão, o polegar, introduzo-o na rata. A sensação dos dois dedos, cada um em seu buraco é indescritível. Ela cada vez geme mais e o seu respirar torna-se mais ofegante. Eu delicio-me com isso e o meu pau cada vez está mais duro e prestes a rebentar.
Entretanto vou olhando para os outros. Estavam extasiados a olhar para nós e a masturbarem-se mutuamente. A moça lança-me um beijo pelo ar com um ar provocante e, virada para mim, afasta as pernas e mostra-me a cona toda escancarada. O companheiro nem liga e apalpa-lhe as mamas e começa a fazer-lhe um linguado. Ela, completamente aberta, começa a masturbar-se e a contorcer-se, virada para nós.
A visão é melhor que um filme pornográfico.
A minha companheira reparou no que ela estava a fazer e, no acto, retribuiu-lhes da mesma maneira. Cada vez estava mais surpreso com ela. Agradavelmente surpreso!
Verifiquei como estava a praia. Não havia ninguém a passear e as outras pessoas pareciam não notar nada ou, então, se viam alguma coisa não o davam a entender. Eles estavam na deles e nós na nossa.
Como não vinha ninguém e estava tudo calmo, deslizei-me por baixo da minha gata e pus-me em posição para mudar para o 69. A minha língua começou no vai vem pelo rego das nádegas e ia lambendo-lhe alternadamente a rata e o cu. Ela ia chupando o meu pau. Ora engolia-o, ora lambia-o como um sorvete. A nossa respiração ia aumentando de ritmo e tínhamos de para de vez em quando para tomar fôlego e para que não nos viéssemos de seguida.
O outro casal imitou-nos também. Estavam de perfil para nós. Assim como nós para eles. Isso permitia-nos adorar essa visão. Isso estava a deixar-nos loucos de desejo. Bem, mais será impossível!
Após alguns momentos, deitei-me de costas e, a minha companheira de cócoras, introduziu o meu vergalho na sua cona húmida e languida. Como o pau escorregou e ela gritou de prazer!. Acho que os outros ouviram porque se viraram ao mesmo tempo para nós. A minha gata ia rebolando e dançando em cima do meu pau. Ora para cima e para baixo, ora em movimentos circulares com o pau todo enterrado nela. De vez em quando endireitava-se o que me permitia apalpar-lhe as mamas. Outras vezes baixava-se e permitia que eu lambesse e chupasse os mamilos hirtos e erectos. Estávamos quase em êxtase.
O outro casal estava agora numa de canzana. Assim estavam mais expostos ás outras pessoas. Mas isso não parecia incomodá-los. Continuaram assim por algum tempo até que passaram para a posição do missionário. Ela de vez em quando cruzava as pernas à volta do rabo dele. O companheiro estava a fode-la com todo o prazer e a um ritmo alucinante.
Nós íamos mais lentos. Bem, também somos mais velhos. Trocámos de posição. Ficámos de lado com ela de costas para mim. Enfiei-lhe o vergalho novamente. Ao mesmo tempo ia-lhe tocando no grelinho. Senti que ela estava quase a vir-se pois estava a ficar tensa e a começar a curvar a coluna. O ritmo dos gemidos ia aumentando assim como os gritinhos. Os espasmos foram aumentando e veio-se como há muito tempo não se vinha. Fez-me um linguado e ficou aninhada em mim.
Eu continuei a roçar-me no rego dela para manter a tesão. De qualquer maneira não era necessário. A tesura ainda ia durar mais um pouco.
O outro casal também já tinha mudado de posição. Ela estava deitada de barriga para baixo, com o rabo empinado. Devem gostar desta posição! Ele, apoiado nos braços, estava a fode-la por trás. Ela ia-nos deitando olhares languidos e tinha visto a minha gata vir-se. Ela também devia estar quase.
A minha gatinha desanichou-se e começou a chupar-me o pau outra vez. Cada vez estava melhor. Quando achou que estava ás medidas dela, aninhou-se outra vez de lado, e levou-me o pau ao cu. Ajeitou-o e encostou-se para ele entrar. Gritou, não sei se de dor ou prazer. Começou a balancear-se ao ritmo dela. À medida que a excitação ia aumentando mais se encostava a mim para o enterrar mais. Senti que se estava a masturbar, pois, de vez em quando, apalpava-me os testículos com a mão húmida dos seus líquidos da ratinha. Não durou muito a vir-se novamente. Eu, que já estava a estourar, deixei vir-me também. Gozei bem fundo nas entranhas dela e senti, senti mesmo e penso que ela também, aquele jacto de esperma inundá-la gloriosamente. Senti o meu pau grosso a pulsar erecto dentro daquele cu apertadinho. Vim-me como nunca me tinha vindo. Foi uma profusão de sentimentos que é difícil de descrever. Só passando por essa experiência se poderá entender.
Enquanto isso, os nossos companheiros sexuais, que tinham assistido ao nosso êxtase, preparavam-se agora para serem eles a virem-se.
Desta vez ele deitou-se de costas e, ela, de cócoras e apoiada nas pernas, colocou-lhe o vergalho na cona. Ela estava de costas para nós o que nos permitia ver o pau dele a entrar e a sair. De vez em quando ela introduzia o dedo no cu e olhava-nos com ar de puta provocante. Notava-se que estava a adorar estar a exibir-se. Ela aumentou o ritmo da sua “dança” e veio-se com todo o prazer que podemos ver. Debruçou-se sobre o peito do companheiro e, passado pouco tempo foi a vez dele se vir. Deixaram-se estar aninhados um no outro, ternamente.
Nós, já mais descansados, fomos até à beira da água. Daí a pouco estávamos dentro dela a brincar que nem crianças. Não tardou muito, vieram juntar-se a nós os companheiros desta aventura erótica. Não trocámos palavras uns com os outros. Trocámos simplesmente olhares cúmplices e ali ficámos a brincar uns com os outros, como adolescentes.
Saímos e fomo-nos deitar nas respectivas toalhas. Ficámos por ali a deliciar-nos com o sol de fim de verão e a pensar nos momentos agradáveis que compartilhámos mutuamente.
Esta foi a nossa primeira aventura com terceiros. Outras se seguiram na primavera e verão seguintes e, em breve, compartilhá-las-emos com todos vós.

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Banho

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Confissões do Ricardo

Lembro-me perfeitamente a primeira vez em que nós saímos, cheios de medo e ansiedade. , e de repente lá estávamos nus, eu com meu pau endurecido ,com a cabeça luzidia apontado em direção à sua xoxota e vc correndo pela cama , dizendo que não ia conseguir, que era casada ,que não podia fazer isto com seu marido. Eu já estava perdendo a paciência, achando mesmo que vc queria tomar uns catiripapos , ser estrupada, sei lá alguma fantasia, vc sempre me pareceu taradinha.
No final o máximo que consegui foi que voce me chupasse; com meu pau na boca, suas dúvidas de cornear o seu marido parece que foram para o espaço. Olhar seu rostinho , seus olhinhos fechados de prazer, seus cabelos louros caindo sobre meu pau, foi demais para mim , e acabei gozando muito gostoso na sua boca, desrespeitando a sua vontade, fazendo com que voce sentisse pela primeira vez o gosto do esperma de um macho. Parece que voce gostou, pois engoliu tudinho. Dias depois voce me falou que seu marido a beijara naquele dia como nunca o tinha feito, elogiando bastante o gosto da sua boca.
Alguns dias depois aconteceu a penetração, para ser mais exato em 07/12/1993; foi muito gostoso, gozamos duas vezes. Sua xoxota era morninha , e me impressionou bastante sua chiadeira e a rapidez com que voce gozou. Deitei-me da cama daquele Motel, com meu pau duro como um tronco, e voce com todo o cuidado foi se sentando sobre mim ,fazendo desaparecer aquele pedaço de carne rubro e pulsante totalmente dentro das suas entranhas, chiando muito alto e respirando rápido, sem culpa, totalmente entregue ao adultério.
Aquela primeira vez me deixou bastante impressionado. Era a primeira vez que eu saía com uma mulher casada, a primeira vez que eu possuía a fêmea de outro macho, a primeira vez que eu derramava o meu esperma num local onde talvez há pouco tempo, restos de esperma do seu marido ainda estavam ou iriam penetrar logo depois de mim, talvez ainda naquela noite. Aquilo me fez sentir muito culpado e paradoxalmente muito excitado. Me masturbei vigorosamente assim que eu cheguei em casa, e me senti relaxado mas ainda culpado por ser responsável em ter transformado um homem que eu mal conhecia em um "côrno", para sempre, pois não existe ex-côrno. Deitado sozinho em minha cama à noite, mesmo não querendo pensar no assunto, me perguntava pensando: será que ele vai perceber o esperma de outro macho dentro de sua fêmea, será que vai sentir meu cheiro? Que mulher de sorte, enquanto milhares de fêmeas procuram machos para poder copular, voce tinha dois totalmente à sua disposição. Pelas leis da natureza, voce seria uma fêmea privilegiada, capaz de diversificar a carga genética de sua prole. Sua descendência teria mais condições de sobreviver que as das outras fêmeas.
Voce me disse que ele naquela noite ao começar a acariciá-la e cheirá-la, o corno ficou totalmente transtornado, gozando durante toda a noite, deixando espermas de dois machos diferentes em seu interior. Como uma cachorra vadia, se voce engravidasse não saberia quem seria o pai.
Depois vc me contou que saiu pelo Shopping com a sensação do meu esperma dentro de vc, aquilo tudo aumentou muito minha excitação. Voce com a prova da posse de outro macho circulando como se todo mundo soubesse disto. Naquele dia no Shopping voce era minha também!
Lembro-me que trepamos várias vezes, mas as que marcaram realmente foram o meu presente de aniversário e da noite em que seu marido viajou para São Paulo deixando o caminho livre para o nosso prazer. A lembrança da visão de voce de quatro sendo penetrada por trás e ao mesmo tempo olhando no espelho meu pau entrar e sair, seu vestido preto levantado por minhas mãos ,deixando sua bunda alvíssima a mostra, me deixou muito excitado. Lembrar de voce lambendo com sofreguidão o sorvete em cima do meu pau e depois recebendo aquele pau geladinho dentro da bucetinha. Passamos a madrugada toda fudendo, enquanto que distante dali, seu marido dormia o sono dos justos, achando que a sua fiel mulherzinha fazia o mesmo.
A única coisa que me arrependo de não ter feito naquele dia foi não ter comido voce no elevador quando fui te deixar em casa de madrugada. Teria sido fantástico. Comer voce dentro do seu próprio prédio.
No dia do meu aniversário, voce com aquela saia longa pedindo para que eu experimentasse a sunga, dentro do meu escritório, cheio de clientes esperando na ante-sala. Eu tenso com a situação, meu pau duro não deixava que eu a vestisse, voce simplesmente com a tranquilidade de uma puta mais safada deste mundo, tirou a calcinha, abriu as pernas, sem tirar a saia, deixou que meu pau despejasse toda a tensão daquele momento dentro de voce, para que depois do gôzo, ele mole e recolhido pudesse caber dentro da sunga.
Quando estávamos em São Paulo, dentro do quarto do Hotel, seu marido lhe ligou, eu saí para lhe deixar mais à vontade, tínhamos acabado de trepar, fiquei extremamente excitado com vontade de lhe penetrar enquanto voce conversava com ele no telefone. Lembrei-me imediatamente do dia que voce de vestido azul foi ao meu Consultório e ,enquanto voce falava ao telefone com sua Empregada eu ia te despindo e beijando seus peitos, e te penetrando por trás, muito bom. Naquele dia em São Paulo voce safadamente falou para o corno que estava comendo Lazanha. Quando na verdade tinha provado uma deliciosa Calabresa com ovos ao Molho branco. Agora mesmo que estou lhe escrevendo estou me masturbando lembrando disto tudo.
Lembro também a véspera do aniversário de um ano do seu filho, quando, alegando para o seu maridão, o corno, que iria providenciar tudo, passou a tarde toda trepando comigo, para depois , como se fosse a coisa mais natural do mundo, sair comigo escolhendo as coisas da festinha. Quando depois saímos, e após mais uma trepada, voce me mostrou os retratos da festa, constatei que voce era uma cachorra da melhor qualidade: lá estava voce ,em inúmeros retratos, em beijos apaixonados com o corno. Meu esperma ainda vivo dentro de voce e voce já excitando outro macho. Imediatamente fiquei excitado, surpreendendo voce, que não se fez de rogada, abrindo as pernas rapidamente para receber mais uma vez aquele pau endurecido.
Pena que voce agora quer ser fiel, mas por seus constantes telefonemas, acho que voce está querendo ter uma recaída. Acho que as confissões vão continuar.

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outubro 16, 2005

Sonhos

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No escritório

Meu nome é Giovani, e hoje decidi contar-vos uma história passada com a Paula, uma amiga recente da Cidade invicta. Uma menina jovem e bonitinha com uns seios fartos, que fazem perder a cabeça de qualquer homem, uns olhos amendoados, muito doces que despertaram logo em mim mil sensações de carinho.
Ela decidiu vir conhecer-me e depois de combinados os pormenores fui buscá-la à estação de Stª. Apolónia. Iria ser a primeira vez que nos víamos frente a frente, pois até ai só nos tínhamos falado por Email, onde também trocamos fotos, e falávamos ainda por telefone. A vontade de nos conhecermos era mútua e há muito que desejávamos aquele encontro.
Quando desces-te do comboio, minhas pernas tremeram e senti um frio na barriga... finalmente ia conhecer a Paula, ia sentir o seu toque, o seu cheiro, o seu paladar. Ela se aproximou de mim exibindo um sorriso delicioso, um sorriso de criança misturado com um pouco de sensualidade e malícia. Paula era um enigma. Ao mesmo tempo que era uma mulher sensual e quente era também uma donzela angelical.
Aproximámo-nos olhando nos olhos um do outro, respondi ao seu sorriso, e espontaneamente demos um beijo. Nossos lábios se tocaram e uma corrente de emoções e sentidos percorreram logo nossos corpos. Começamos a falar e dirigimo-nos em direcção ao estacionamento onde tinha deixado meu carro. De seguida dirigimo-nos a um restaurante onde almoçamos e falamos de mil e uma coisas, mas no fim a conversa ia sempre parar ao mesmo... Quando chegarmos ao escritório... e a tensão foi aumentando...
... estava uma tarde de calor e estava de jeans beije, uma camisa de algodão, sapatos vela... a Paula envergava com um vestidinho de alças justo que faziam realçar todas as curvas do seu corpinho, e sandália... assim que entramos na firma fomos logo para meu escritório e nos abraçamos de pé num longo beijo... minhas mãos envolviam a sua cintura acariciando a parte inferior das costas e nádegas.. ela me envolvia o pescoço e acariciava meu cabelo e pescoço... nossas bocas estavam coladinhas e nossas línguas se entretiam uma com a outra trocando nosso néctar salivar... os lábios faziam pressão um no outro e por vezes trocávamos umas mordidinhas nos lábios do outro ou mesmo na língua... minhas mãos apalpavam o seu rabinho empinadinho... mas agora já debaixo do vestido e entrando dentro de suas cuequinhas... apertava ligeiramente suas nádegas fazendo com que a tua vulva se comprimisse contra o meu pau que estava já grandinho e durinho... ainda nos beijando começamos num lento movimento de esfrega de nossos sexos ainda vestidos mas já se desejando... foi então que decidi subir minhas mãos e baixar as alças de seu vestido puxando-o para baixo... desencostando-nos um do outro por breves momentos de forma a que ele caiu no chão... continuávamos nos beijando sofregamente e minhas mãos agora já percorriam seus ombros e seios fartos que estavam desesperados ansiando minhas caricias... encostei-a a parede e comecei a beijar-lhe o pescoço dando uns chupõezinhos ligeiros, suas mãos já me abraçavam de forma mais leviana, percorrendo meu corpo, meus braços, minhas costas e meu júnior... quando lhe tocas-te pela primeira vez ate tremes-te só de pensar no prazer que ele te iria proporcionar... mas eu continuei e fui descendo... agora já beijava, chupava e mordiscava teus seios.. estava louco de desejo, apetecia-me come-los, esfanica-los, mas me contentava em dar-lhes o máximo de prazer... foi então que tu começas-te a puxar minha camisa e a despiste... mas eu continuei te beijando e começando a descer para a tua barriginha, t
eu umbigo, e minhas mãos lentamente se apoderaram de tuas cuequinhas puxando-as ate baixo ficando elas também no chão... neste movimento claro que minha boca ficou a altura de tua coninha e logo se aproveitou do facto para te presentear com uma magnifica lambidela... abriste ligeiramente as pernas de forma a facilitar uma melhor exposição de teu ninho de amor... comecei a dar lambidelas pequenas mas vigorosas em teu clitóris, chupando de vez em quando, ao que respondias gemendo de prazer... agarrei uma de tuas pernas e fiz com que a passasses sobre meu ombro ficando pendendo sobre minhas costas ao mesmo tempo que estavas encostada a parede... fiquei assim com uma muito melhor visão de tua coninha e meus dedos foram ajudar minha língua na tarefa de te dar o máximo de prazer... enquanto uma de minhas mãos te agarrava uma nádega a outra estava entretida te penetrando e acariciando a entrada de tua vagina, minha língua não se cansava de te beijar e lamber o teu grelinho que estava já bem durinho e prestes a começar a saltar de prazer... sentia tua respiração ofegante e acelerada... concentrei-me então em teu clitóris e nos dois dedos que tinha dentro de ti tocando teu ponto G começando a acelerar ligeiramente mas mantendo um ritmo certo e num ápice comecei a sentir que te estavas vindo... tua vagina escorria teu néctar e se contraia compassadamente enquanto gemias de prazer e seguravas em minha cabeça comprimindo-a contra teu monte de vénus... durou poucos segundos mas foi como se tivesse durado minutos pela forma intensa como tinhas vivido aquele momento...
Pus-me de pé e nos olhamos nos olhos que se corresponderam dizendo EU TE AMO... olhas-te então para minhas calças ainda vestidas e ao veres o alto que se fazia notar dentro delas depressa te puseste de joelhos e as tiras-te assim como as cuecas... ficou a tua frente a altura de tua cara meu caralho que estava maior que nunca... rijo e enorme com a cabecinha bem grande mas desmiolada... estava doidao de todo... o agarras-te e começas-te a fazer movimentos de vai vem com ele com uma mão enquanto que com a outra me massajavas e apalpavas minhas bolas... foi a minha vez de gemer de prazer... ao ouvires meus gemidos decidis-te então abrir tua boquinha para ele que depressa entrou dentro dela sentindo o calor e humidade que ela fazia transmitir, isto intensificou meu prazer e com mestria te aplicaste em dar-me prazer... fazendo-o entrar e sair de tua boca ao mesmo tempo que tuas mãos continuavam envolvendo-o movimentando-se ao mesmo ritmo que tua boca... parecia que estava nas nuvens... e meu ritmo cardíaco começou a acelerar assim como meus gemidos de prazer... tua boca quente e teus lábios carnudos fazia-me sentir cada vez melhor ate que uma onda de prazer se me assolou e não me contive... em jactos fortes e sucessivos me vim... meus primeiros jactos foram dentro de tua boquinha gulosa.. .mas logo de seguida o tiras-te para fora e outro jacto te acertou na face e mais outro e mais outro foi em direcção de teus seios que se contemplaram com os restantes jactos de meu leitinho quente e saboroso... ao acabar de me vir ainda te esfregas-te contra meu júnior que fez o favor de te besuntar uniformemente com todo aquele leitinho jorrado por cima de ti...
Ainda de joelhos olhas-te para mim e perguntas-te: - E agora?
Ao que eu respondi: - Continuamos
Era que meu caralho não baixa com facilidade quando esta louco de paixão... e logo te levantei e virei de costas para mim... te debruçaste sobre minha secretaria oferecendo tua coninha húmida e volumosa.. era uma visão sublime e logo meu júnior cresceu ainda mais só de se imaginar dentro daquele tunelzinho de amor... me aproximei e agarrando em meu pau o fiz passar por toda a extensão de tua rachinha como que a acariciando desde o clitóris ao cúzinho ate que se deteve a entrada de tua vagina começando-a a penetrar devagar em pequenos movimentos de entra e sai.. minhas mãos agora agarravam tuas nádegas e o júnior estava todo dentro de ti... comecei ouvindo teus gemidos de novo... acelerei os movimentos de vai vem mantendo um ritmo certo com uma cadencia não muito rápida fazendo com que aquele momento durasse o máximo possível... me inclinei um pouco mais sobre tuas costas e minhas mãos foram visitar teus seios que agarrei com firmeza ao mesmo tempo que viravas tua cara para mim te torcendo um pouco o que permitiu trocarmos mais um beijo apaixonado... mas o movimento de meu júnior continuava dando estocadas vigorosas em tua coninha que estava cada vez mais molhadinha e louquinha de desejo... desejo de sentir meu leitinho quente ser jorrado dentro dela... ao sentir que estavas quase te vindo voltei a posição inicial agarrando tuas nádegas e te penetrando mais rapidamente para fazer com que nosso prazer fosse simultâneo... foi então que nos viemos ao mesmo tempo... gemíamos os dois de prazer enquanto descarregava bem fundo em tua vagina toda a minha esporra.. tua coninha pulava e apertava doidamente meu júnior enquanto estávamos nos últimos momentos de êxtase... terminados e cansados de momento me sentei no cadeirão contigo ao meu colo... nos envolvemos num abraço sentindo nossos corpos nus um contra o outro húmidos de suor e bem quentes daquela sessão...
No entanto a tarde não acabaria por ali... e Paula estava ainda desejosa de sentir meu caralho a possuindo de novo e doutras formas... mas eu tinha uma surpresa guardada para ela... tirei de uma gaveta um vibrador em forma de pénis de tamanho natural... muito idêntico ao meu... Agora iria dar-lhe prazer a dobrar...

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Te espero

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Uma manhã Clara

Olá pessoal! Vou contar-vos aquilo que me aconteceu há cerca de uma ano, mais precisamente em Julho de 2003. Chamo-me Rodrigo e moro nos arredores de Lisboa. Vivo com a minha namorada (que se chama Joana), numa casa que alugámos há cerca de dois anos, e este episódio passou-se exactamente nessa casa.
A Joana é gestora numa empresa de consultoria e eu sou técnico de sistemas digitais. A grande amiga de infância dela, de nome Clara, acabou o curso e foi trabalhar para a Suíça, pois os pais dela e a irmãs estavam lá! A Joana e a Clara são da zona de Braga e estudaram no Porto, embora depois a Joana tivesse vindo para Lisboa, por ter arranjado trabalho cá (e onde a conheci), e a Clara foi para o estrangeiro como disse.
Em Julho ela veio passar uns dias a Lisboa, e claro, prontificámo-nos a recebê-la em nossa casa. Estávamos ambos de férias e corremos toda a zona, visitando monumentos, indo à praia, saindo à noite, etc., pois a Clara não conhecia muito bem Lisboa. No entanto as férias da minha namorada acabaram e a Clara ainda ficava por cá mais uns dias. Eu, como tinha também mais uma semana de férias acompanhava a Clara às compras, aos Centros Comerciais, passeando e fazendo tempo, íamos almoçar com a Joana (que já estava a trabalhar) e depois esperávamos que ela saísse do trabalho. Íamos pois o três jantar e tomar um copo.
Passados três dias com esta rotina, a Joana já tinha ido para o emprego, acordei seriam umas 10 horas, levantei-me e encontrei a Clara na cozinha, em camisa de dormir de seda. Claro que já tinha reparado no bom corpo dela, mas agora despertou-me um pouco mais (talvez por estar em camisa de dormir justa e um pouco transparente), se bem que a Joana no aspecto físico é bem mais dotada, e daí também não ter havido um interesse anterior durante estes dias, pois a minha namorada cumpria o seu papel de mulher na perfeição. No entanto cumprimentámo-nos, tomámos o pequeno-almoço e delineámos como iria ser o dia, aonde iríamos, etc. Eu fui tomar um banho, enquanto a nossa amiga arrumava algumas das suas coisas. Quando acabei, dirigindo-me para o meu quarto, ela passa por mim dizendo que iria ela tomar o seu banho matinal, fechando-se na casa de banho. Mas ela tinha-me avivado de alguma forma desde essa manhã! Passados uns instantes não resisti e discretamente fiz uma coisa que não julgava ser capaz. Aproximei-me da porta da WC e espreitei pelo buraco da fechadura. Apenas queria ver algo mais que aquela sexy camisa de dormir. Clara estava em tronco nú, com as suas lindas mamas a descoberto e um fio dental azul marinho. Não acreditava no que estava a fazer, parecia um adolescente a espreitar pela fechadura! Ela antes de entrar no banho apalpou os seios durante algum tempo, penso que em busca de algum quisto ou caroço (a Joana faz o mesmo frequentemente). Mas esta forma de apalpar-se começou a ficar mais sensual. Clara já não pesquisava as suas mamas, mas sim acariciava-se a ela própria, excitando-se, puxando o seus mamilos, que ficavam duros e arrebitados. Instintivamente toquei o meu pénis, que já começava a dar sinais de estar a acordar. Mas o que vi deixou-me estupefacto. Clara baixou a sua mini tanga de fio dental, descobrindo uma pintelheira farta e negra (bem a meu gosto). As suas mãos percorriam agora todo o seu corpo, desde o seu ventre ás suas mamas, descendo à sua cona. Eu já estava na tesão máxima, vendo uma mulher a masturbar-se à minha frente. Foi demais quando ela apoiou uma das pernas na borda da banheira ficando bem aberta. Aí consegui contemplar aquela cona de grandes lábios semi abertos, que era estimulada sensualmente pelos dedos da Clara, que massajava o clitóris, penetrando-se de seguida, aumentando cada vez mais o ritmo, tocando-se desde a vagina até ao ânus com uma mão e com a outra massajando as suas mamas e os seus mamilos. Quando ela agarra então numa escova do cabelo e começa primeiro a roçar o cabo, enfiando-o então na cona, foi o êxtase! Pela sua cara notava-se o prazer que a mesma deveria estar a sentir. Foi lindo vê-la masturbar-se, tanto que também eu comecei espontaneamente a bater uma punheta, contemplando aquela escova que desaparecia dentro daquela rata. Agora já não espreitava a Clara, ocupava-me de me satisfazer. Mas o que me apetecia era abrir aquela porta, no entanto, tinha receio da reacção dela, ou que fosse dizer alguma coisa à Joana. Durante alguns momentos masturbava-me, voltando a olhar aquela bela mulher, e estimulando-me novamente, imaginado-me a lamber aquela farfalhuda rata que devia saber maravilhosamente. Cada vez mais depressa bombeava o meu caralho. Mas de repente a porta abriu-se e surgiu a Clara enrolada numa toalha, à minha frente. Eu fiquei mudo, de cuecas e calções para baixo, de caralho na mão, com a figura mais ridícula.
- Que fazes? Ouvi barulhos junto à porta e vim ver o que era! Estavas-me a espreitar?
- Ah, eh, hum…. Desculpa, é que..., uhmmm, ........ - (que figura cómica, ser apanhado como um puto a esgalhar o pau e a olhar pela fechadura). Mas não resisti e desferi. – Olha, estou a fazer o mesmo que tu, a bater uma!!!-
- Seu doido, isso não se faz! Viste-me? Excito-te? Mas gostei que me tivesses visto!
- Em que pensavas? Falta-te alguma coisa? – perguntei com sacanice!
- Lembrava-me dos gemidos que tu e a Joana dão à noite! Deves-lhe dar cada foda! Pelo que ela às vezes me conta as coisas que vocês fazem. E eu sozinha, apenas com os meus dedos, não é justo.... Sabes que me masturbei várias vezes a ouvir-vos e a imaginar-vos!
Não aguentei e disse logo – que os teus sonhos se tornem realidade...- e puxei-a para dentro da casa de banho, arrancando-lhe a mal enrolada toalha. Ela ainda murmurou - ...será que devemos?...- mas deixou-se levar. O meu caralho parecia um foguete apontando ao céu, duro como pedra. Clara abraçou-me e cobriu com beijos e lambidelas o meu corpo perfumado do banho, mordiscando-me e acariciando-me o pau. Começava agora a masturbar-me. Agarrei-a e percorri com as minhas mãos a sua pele macia e bem tratada, descendo até à sua cona. Como ela estava molhada, até nas sua virilhas e coxas sentia aquele fluido abundante que emanava da rata mais linda que conheci até hoje (nem a da Joana). Com movimentos fortes massajava-lhe o clitóris, alternado com o puxar dos seus lábios entre os dedos, penetrando-a com dois dedos. Durante poucos minutos masturbavamo-nos um ao outro, até que ela resolveu descer, começando por me beijar as virilhas, tocando com a sua face no meu caralho, subindo a la
mbendo até ao umbigo, descendo novamente, beijando os meus testículos. Numa voz suave perguntou – queres que te chupe? – Respondi – tudo o que quiseres – O meu piço foi então engolido de imediato por uma boca que trabalhava bem, sugando e lambendo-o. Sentia o caralho envolvido nos seu lábios lisos e carnudos, e uma língua irrequieta que me esfregava a glande num ritmo frenético. A ajudar, a sua mão direita continuava aquela punheta maravilhosa, enquanto a esquerda percorria e acariciava-me as coxas e os colhões. O prazer era demais! Ainda por cima saber que estava a foder a boca à melhor amiga da Joana, enquanto ela frustradamente trabalhava. Estava tão excitado desde que vi a Clara a masturbar-se que estava prestes a explodir. Entretanto ela continuava aquele broche sensacional, cada vez em maior ritmo, lambendo, chupando, sorvendo, mamando, eu sei lá, estava no céu. Sem qualquer aviso senti aquela sensação de estar quase a vir-me. Não havia retorno. – Ahhhhhhhh.....- gemi.
Acabava de encher a boca da Clara com abundante esporra. Ela pareceu gostar, lançado-me um olhar cúmplice, mas não parou. Dos cantos da boca começava a escorrer o excesso de esperma. Mas eu não aguentava. Aquela sensação esquisita de êxtase total apoderava-se de mim. Afastei-lhe a cabeça, gotejando dos seus lábios uma boa quantidade de esporra para o chão. Levantou-se, abriu a torneira do lavatório, sorveu um pouco de água, bochechou e deitou fora. Não me importei que ela não tivesse engolido.
Mas a Clara queria mais, enfim, queria tudo. Entre beijos e carícias, puxou-me para o meu quarto, deitou-se de costas na cama abrindo-se toda, e afirmou – sou toda tua!!!- Comecei de imediato a fazer um louco minete (a Joana diz que eu sou um bom especialista, pois adoro fazer-lhe sempre antes de fodermos). Aquele odor típico de fêmea, e aquele sabor intenso da sua langonha deixavam-me louco. Novamente pensava “estou a lamber a cona da melhor amiga da minha namorada, enquanto ela trabalha, é demais!!!”. Clara arfava, gemia, gritava, agitava-se, enfim, estava passada de todo. A minha língua agia velozmente, lambendo o clitóris agora bem descoberto e inchado, penetrando aquela cona húmida e macia, chupando aqueles escuros lábios, descendo até ao seu cuzinho, deixando um rasto molhado desde a cona, pelo períneo, até ao ânus. Os meus dedos ajudavam a abrir aquela gruta saborosa e brilhante de tantos fluídos, permitindo à minha língua ir o mais fundo possível. Clara puxava-me ainda mais a cabeça de encontro ao “teatro de guerra”, esfregando-se na minha boca, roçando os lábios da sua cona nos meus lábios. Foi pois sem dificuldade que a senti vir-se em espasmos sucessivos, com gemidos e gritos de prazer total, de orgasmos intensos que dela se apoderavam. Enquanto isto o “meu general” estava novamente em pé de guerra, pronto para combate, rígido e apontando bem para cima. Deitei-me então de costas e deixei que ela amarinhasse por mim acima, escachando-se em mim. O caralho entrou sem a mínima resistência e sem ajuda dentro daquela rata maravilhosa, cuja sabor da sua langonha ainda sentia dentro da minha boca. Ela só dizia, gemendo e arfando – fode-me, fode-me, toda, dá-me tudo, tudo,....- E que foda estava a ser!!! Fomos mudando desta posição para a de missionário, para a de montada, passando para uma canzana (a minha posição preferida), estávamos loucos, fodíamos como se o mundo fosse acabar, gritando, estremecendo a cama que mal se aguentava com tanto movimento em cima. Clara teve então mais alguns orgasmos, diminuindo o ritmo das estocadas a cada um, e aumentando logo de seguida em busca de mais. O meu caralho parecia uma haste de ferro que deslizava ao sabor de toda aquela nhanha escorregadia e abundante, dando-me um prazer que não sentia à muito tempo, mesmo quando fodia a Joana (talvez por ser uma facadinha, ainda mais com a melhor amiga dela). Após uma boa meia hora cheguei a um ponto que também eu me estava quase a vir, mas desta vez dei o aviso! Ela parou de imediato e disse – não, não, não te vens enquanto o meu cuzinho não tiver também tratamento completo!- Ri e pensei que é pena a Joana não ser assim tão activa (quando fazemos anal tenho de ser eu a sugerir e por vezes ela recusa). O meu caralho subiu assim uns centímetros (ela já estava de quatro, à canzana), encostando à porta do cú de Clara. Com o dedo puxei a imensa langonha desde a cona até lá, para ajudar à entrada, e pressionando, o esfíncter foi cedendo.
Ela dava gritinhos e suspirava – continua, continua,...- e assim o “general” lá penetrou na trincheira das traseiras, até quase desaparecer. Primeiro lentamente, lá fui aumentando o ritmo, à medida que a abertura ia cedendo. Enquanto isso, ela tocava a cona com as mãos. Mas aquela foda maravilhosa estava prestes a acabar, pois eu não aguentava mais, estava mesmo no auge, e após uns quatro minutos de estar a comer aquele cú apertado saquei o caralho para fora e esporrei-lhe o rego todo, escorrendo de imediato para o lençol onde a Joana dormiria mais tarde. – Ahhhhhhhhhhhh, Ahhhhhhh, sua louca, sua tarada,......sente tudo, gostas, é quentinho o meu leite????.....- Clara não respondia, sorria apenas ainda naquela posição com que acabava de ser toda fodida. Deitámo-nos então uns instantes abraçados naqueles lençóis sujos com a nossa infidelidade a Joana (com quem iríamos ter em seguida para almoçar), fumando um cigarro. Afirmei a Clara –logo quando foder a Joana vou pensar em ti, espero que metas os dedos lembrando-te de mim!- E ela respondeu, - Há pouco quando me viste na casa de banho em quem imaginas que eu estava a pensar? Em ti,claro...-
A cena repetiu-se apenas mais uma vez, no dia seguinte. Clara entretanto partiu para Lausanne, prometendo-nos no aeroporto que voltaria no próximo ano. Antes de embarcar ainda segredou - ...és demais... não te vou esquecer... -. Eu e Joana acordamos em recebê-la de braços abertos, se bem que eu estaria cá para a receber também de caralho bem teso, àquela cona farfalhuda e bem húmida, que nunca mais irei olvidar e que me ocupará o pensamento durante uns bons tempos. Quantas punhetas e fodas eu já não dei estes últimos tempos, lembrando-me dela? Será que na Suíça ela ainda enfia coisas na rata, pensando em mim? Para o ano descobrirei.....

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Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 7

 Procedimentos Finais:

Terceira Etapa: O ânus
Para a terceira etapa, que também só deve ser feita após ter-se resultados satisfatórios com a fase anterior, pode-se escolher entre uma das técnicas acima descritas. Pelas experiências práticas, a que surte maior resultado é a das bolas tailandesas, também conhecida como bolas chinesas ou anal beads. Toma-se as bolas e introduz-se uma a uma na parceira, a melhor posição para isso é a de quatro, com o peito abaixado. Estando a mulher bem excitada, seu ânus deverá estar latejando, assim, deve-se encostar a bolinha efetuando-se leve pressão, e só empurrar para a introdução quando os músculos estiverem relaxados. Caso seja possível, mantenha a massagem clitoriana durante esse etapa, isto não é difícil como pode parecer. Após ter-se colocado a última bola, passe um tempo aplicando leve puxões a cordinha, sem deixar nenhuma bola sair, isto causará uma sensação muito agradável a parceira.
Escolhendo a excitação com a língua, deve-se fazê-la, juntamente com a massagem do clitóris.
Lançando-se mão da introdução anal de um dedo,  também deve-se manter a língua ou os lábios no clitóris.
Observe que para o caso da opção ser as bolas, ou a do enema, é preciso ter tais acessórios preparados antecipadamente, para que não haja perda de tempo, e com isso, redução do ímpeto sexual.


Quarta Etapa: A vagina
Concluindo o processo está a quarta etapa, se a moça não estiver bem quente neste momento, talvez seja melhor recomeçar.
A experiência mostrou que ótimos resultados são alcançados da seguinte forma: mantém-se a excitação anal com uma das mãos, outra mão passa a massagear o clitóris, e os lábios beijam a vulva, primeiro bem levemente, e a medida que o tempo passar, cada vez mais forte, até que chegue o momento de penetrar a vagina com a língua, primeiramente só na entrada e progressivamente o mais fundo que for possível. Depois de um espaço de tempo empregado desta forma, alterna-se os lábios para o clitóris e os dedos para a vagina, também aí deve-se primeiramente excitar a entrada e depois lá dentro. Procure o ponto G, como foi descrito anteriormente, e passe a massageá-lo vigorosamente, pode-se empregar bastante força nisto, cuidando-se apenas para não encostar a unha, que certamente fará um corte na mucosa. Mantenha este procedimento, ânus, vagina e clitóris, mudando de vez enquanto uma das mãos para as mamas, bumbum ou o resto do corpo, e depois voltando ao mesmo local.


 


Conclusões:


O tempo para a mulher começar a ter os orgasmos múltiplos vai variar de uma para a outra, pode ser que não se consiga os resultados desejados na primeira tentativa, mas a medida que o timing da parceira seja sincronizado, o processo vai ficar bem mais fácil.
Se a mulher nunca tiver usado o ponto G, e sendo este devidamente estimulado, sua parceira pode vir a ter reações muito fortes, podendo vir a ter uma ejaculação.  Já foi observada situações de a mulher ter quinze minutos de orgasmos em séries intermitentes. Geralmente nenhuma resiste a mais de dez, caindo em sono profundo, completamente exausta.

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outubro 15, 2005

Beleza

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Viagem atribulada

Tinha acabado as aulas, e estava toda contente de entrar em férias. Tinha recebido um telefonema de duas amigas que tinham ido de comboio para a Alemanha, e que me incitavam a ir ter com elas. Como estava sem dinheiro, o avião estava fora de hipótese e se fosse de comboio gastava o dinheiro todo na viagem, o que não me apetecia nada.
Em conversa com um amigo, ele tinha-me contado que já tinha viajado à boleia em camiões TIR que faziam transportes na Europa. Bastava ir de madrugada a um bar onde os motoristas costumavam tomar o pequeno almoço, e tentar convencer um deles a levar-me.
Ainda era de noite, meti-me no autocarro, com a mochila na mão, e aí fui eu tentar a minha sorte. Cheguei ao local e de facto estava apinhado de motoristas que conversavam com grande ruído.
Como tinha levado mini-saia para causar melhor impressão, os olhares convergiram logo todos para mim. Dirigi-me ao balcão e perguntei ao empregado como fazer para saber quem ia para a Alemanha. Ele indicou-me um grupo que conversava numa mesa. Perguntei a um deles:
- Desculpe, algum dos senhores vai para a Alemanha?
Um deles olhou fixamente para mim, e disse:
- Eu vou só até Barcelona, mas a partir daí será facil arranjares outra boleia. Vamos embora que eu já estava de partida.
Levantou-se, pagou a conta e dirigiu-se para a porta. Eu seguia-o um pouco nervosa.
Entrámos para o camião e começámos a rodar. A minha saia teimava em subir deixando ver quase totalmente as minhas pernas. Ele olhava para mim de vez em quando, apreciando o que via.
- Como te chamas? perguntou
- Carolina. Mas os meus amigos chamam-me Lina.
- Eu sou o Alfredo.
Não estavamos a andar há mais de meia hora quando ele parou o camião na berma da estrada. Virou-se para mim e começou a acariciar-me as pernas.
- Olhe, não pense que eu sou uma puta porque não sou. Disse eu com a voz trémula.
- Eu não penso nada mas não me digas que não podemos brincar um bocadinho.
E continuou a afagar-me as coxas até chegar à vagina. Eu comecei a sentir-me molhada e excitada e não esbocei qualquer tentativa de o rejeitar.
- Vamos ali para trás. Disse ele, apontando a cama por detrás do banco.
Obedeci e comecei a despir-me, mas ele estava com tanta pressa quem nem me deixou tirar a blusa. Saltou para cima de mim e penetrou-me energicamente. A relação não durou muito pois ele estava tão excitado que ejaculou passados dois ou três minutos.
Levantou-se, puxou as calças e sentou-se novamente ao volante, retomando de novo a marcha.
Eu sentei-me tambem, compus a roupa e fingi ver a paisagem. Ficámos em silencio durante algum tempo. Eu sentia o esperma dele dentro da minha vagina, escorrendo um pouco para as cuecas.
Começou a escurecer e parámos para comer qualquer coisa. Jantámos num pequeno restaurante à beira da estrada e voltámos para a cabine do camião.
- Agora vais fazer-me um broche. Disse ele sem pudor, enquanto tirava o pénis para fora.
Eu ajoelhei-me e comecei a chupar-lhe o membro. Nunca tinha feito isso antes, mas não quis mostrar nervosismo e tentei fazer o melhor que podia. Não desgostei de sentir aquela pele macia e quente, e de sentir o pénis quase estalar com a erecção. Ele começou a gemer e agarrou-me com força pelo cabelo. Percebi que estava quase a ter o orgasmo, e pouco depois senti um jorro quente na minha boca. Continuei a chupar até ele cair para o lado e largar a minha cabeça. Fiquei com o esperma na boca, sem saber o que fazer. Ele, ao aperceber-se do meu problema, disse:
- Ou engoles ou vais lá fora cuspir. Mas não me sujes o camião.
Como estava um pouco descomposta e tive vergonha de sair, resolvi engolir o liquido. A sua textura gelatinosa deixou-me uma certa impressão na boca, mas não me deixei descair e fingi que estava tudo bem.
No dia seguinte, continuámos a viagem, e quase a chegar a Barcelona ele virou-se para mim e exclamou:
- Bem, estamos quase a chegar. Eu vou-te deixar aqui num bar onde costumam parar muitos camionistas, tenho a certeza que arranjas boleia num instante.
- Ah, obrigado.
- Mas antes, temos de dar mais uma para a despedida.
E pára o camião na berma, e faz-me sinal para passar para trás do banco. Baixei as cuecas e ele pôs-se em cima de mim. Como estava mais aliviado demorou bastante mais tempo, o que me permitiu começar a ter prazer e acabei por ter um orgasmo.
Passado pouco tempo chegámos ao tal sitio que ele tinha dito, e despedimo-nos.
Eu entrei e repeti a minha estratégia. Fui falar com um dos empregados. A cena repetiu-se quase a papel químico. Pouco depois estava a sair com um dos camionistas, desta vez um espanhol. Chamava-se Angel.
Tal como eu já previa, tinhamos feito poucos quilometros quando ele pára o camião e começa a apalpar-me. Abriu-me a blusa e desata a lamber-me os seios. Continuou a despir-me e a lamber todo o meu corpo. Seguiu-se o costume: fomos para o beliche atrás do banco e ele montou-me. Durou poucos minutos até ele se vir.
Vestimo-nos e retomámos a viagem.
Como não tinha tido hipótese de tomar duche, a minha vagina estava cheia de esperma que escorria para as cuecas. Começava a incomodar-me um pouco, embora ao mesmo tempo gostasse da sensação.
Á noite, parámos num pequeno motel com mau aspecto. Enquanto estavamos a comer, alguns motoristas vieram falar com o Angel e ao mesmo tempo olhavam-me com um ar guloso.
Quando voltámos para o camião um deles seguiu-nos. Subi para o camião, mas para meu espanto quem entrou para o outro lado foi um dos amigos do Angel. Começou a apalpar-me mas eu tentava afastá-lo.
- Tranquila, tranquila. Dizia ele tentando acalmar-me.
A certa altura mostra-me uma nota de 2000 pesetas. Como estava quase sem dinheiro pensei - porque não, quem já fornicou com dois homens tambem pode ir com mais um.
E agarrei na nota. Fomos para o beliche e ele pediu-me que chupasse o seu pénis. Passado poco tempo penetrou a minha vagina e ejaculou quase de imediato. Tinha sido a cópula mais rápida da minha vida.
Ele saiu e entrou o Angel. Deitou-se e, sem me dirigir a palavra, começou a dormir. De manhã, acordo a sentir uma mão nas minhas coxas e a acariciar a vagina. Era o Angel, que com uma cara sorridente se preparava para me montar outra vez. Começámos o dia com mais uma cópula, mas desta vez demorou o suficiente para eu me vir várias vezes.
Continuámos viagem, e ao fim da tarde ele chamou-me a atenção para uma placa que indicava que faltavam apenas 25 quilometros para Estugarda, o meu destino.
Tal como eu já previa, tambem o Angel quis despedir-se com mais uma sessão de sexo. Parámos num local sossegado e fomos de novo para trás do banco. Ele montou-me mais uma vez, e fornicámos energicamente. Consegui ter vários orgasmos até ele se vir.
Despedimo-nos e eu segui o meu caminho, com um papel na mão com a morada onde estavam as minhas amigas à minha espera.
Mas antes tive de parar numa casa de banho de um café, para pôr um penso higiénico nas cuecas, pois o esperma era tanto que escorria-me pelas pernas abaixo.
Se as minhas amigas soubessem a viagem que eu fiz...
Já tinha feito sexo com um namorado que tive, mas nunca tinha imaginado ter a vagina cheia de semen de vários homens apenas em três dias.

Posted by Erótico e Sensual at 08:41 PM | Comentários: (0)

Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 6



A área em vermelho indica o ponto G

O dedo indicador se encontra na vagina e o outro no reto.
Essa figura é um corte de um exame ginecológico reto-vaginal. 



Procedimentos Finais:


Para se chegar a etapa final que são os orgasmos múltiplos é preciso ter em mente uma regra básica, quanto mais sensações a mulher estiver sentindo ao mesmo tempo, e mais excitada ela estiver melhor.


Primeira Etapa: As preliminares
Para a primeira parte é necessário empregar um bom tempo nas etapas de beijo, de preferência pelo corpo todo, e na de excitação das mamas. A etapa seguinte deve ser feita somente depois de a mulher estar com um bom ímpeto sexual, caso não esteja, a possibilidade de insucesso é mais alta.


Segunda Etapa: O clitóris
Tendo concluído a fase anterior, o passo seguinte é a massagem do clitóris com as mãos, pode-se passar direto aos lábios ou língua, mas, começando-se com as mãos, a língua terá seu efeito  multiplicado. Uma analogia para o que acontece são situações de quente e frio, ou doce e salgado, exemplo, se coloca as mãos em uma água muito gelada e depois troca-se para uma água muito quente, esta vai parecer bem mais quente do que realmente está.

Posted by Erótico e Sensual at 07:33 PM | Comentários: (0)

Salada de ovos de codorna à vinagrete

 Ingredientes:


  • 1 dúzia de ovos de codorna (codorniz);

  • 1 cebola grande;

  • 1 tomate grande;

  • 1 pimento pequeno;

  • salsa;

  • Pimenta branca moída na hora;

  • sal q.b.;

  • vinagre q.b.;

  • azeite de boa qualidade.

Confecção:


Enquanto os ovos estão a cozer, corta-se o tomate, a cebola, o pimento e a salsa em pedacinhos bem pequenos.
Descascar os ovos depois de cozidos e misturar aos temperos e temperar misturando bem com os demais ingredientes.
Sirva numa tigela/travessa de vidro com garfinhos pequenos

Nota:
Não nos responsabilizamos pelos bons efeitos afrodisíacos causados pelo sucesso da receita !!!

Posted by Erótico e Sensual at 03:23 PM | Comentários: (0)

Linda!!

Posted by Erótico e Sensual at 10:23 AM | Comentários: (0)

Afrodisíaco

 O rapaz chega a farmácia e pede um afrodisíaco bem forte:
        - Sabe o que é, é que hoje vou sair com duas raparigas que são umas taradas!!!
        - Leva este frasco. Podes tomá-lo cedo, que demora um pouco a fazer efeito.
        No dia seguinte, o rapaz aparece na farmácia, todo partido, com uma cara de quem não conseguiu dormir:
        - Aai, por favor, dê-me uma ligadura !!!
        - Para o pénis???
        - Não, para o braço, as raparigas não apareceram !!!

Posted by Erótico e Sensual at 12:08 AM | Comentários: (0)

outubro 14, 2005

Recordação da Ilha

Me chamo Ana,sou brasileira e resolvi passar minhas ferias em uma ilha do caribe ja estava no hotel a 3 dias e apesar da beleza da ilha eu andava desanimadinha, a noite então qd estava a caminho do bar do hotel vi aquele homem lindo a me olhar me senti nua com seu olhar que me penetrava sem me dizer uma unica palavra veio em minah direção olhoe em meus olhos e me tomou a mão não tive nenhuma reação envolvida por uma sensação nunca sentida antes deixei aquele desconhecido me levar quando percebi estava indo em direção aos bangalos do hotel ele abriu a porta e eu entrei, senti sua boca na minha nuca
suas mãos quentes em minha pele ja arrepiada eu estava de vestido sua mão percorria meu corpo, parou nos meus seios ja rijos de tanto tesão que eu sentia por aquele desconhecido delicioso, então ele colocou sua mão dentro da minha calcinha e começou a me acariciar com a outra mão ele apalpava meu corpo que ja tremia de desejo meu grelinho pulava de tesão minha xaninha estava completamente molhada desejando aquele homem, senti seu pau bem rijo no meu bumbum era um delirio
então ele me pos na cama e arrancou meu vestido e começou a lamber meu corpo ele tinha uma lingua quente maravilhosa, começou a chupar minha bucetinha eu gritava de tesão segurando sua cabeça como se quisesse enfiar sua cabeça dentro de mim gozei 2 vezes em sua boca e ele sorveu todo o mel da minha bucetinha. entaõ resolvi retribuir a delicia que me tinha feito ele deitou e eu tirei sua roupa e começei a fazer um boquete delicioso chupava seu pau suas bolas sentia ele ficando cada vez mais duro na minha boca. me segurou e me pos de quatro na pontinha da cama e me penetrou quase enloqueço de tesão quando senti aquele pau imenso me penetrando fodendo minha bucetinha como nunca tinha sido antes fodida eu rebolava e pedia mais ele dava estocadas fortes e com seu dedo ia fodendo meu cuzinho gozei varias vezes assim qd ele tirou seu pau na minha bucetinha e meteu no meu cuzinho que recebeu seu pau com resistencia mais o prazer era tanto que esqueci ate da dor, nunca meu cuzinho tinha sido comida daquela forma deliciosa sentia-me invadida gozei feito louca quando sentiu que ia gozar ele tirou do meu cuzinho e gozou na minha cara eu me sentia uma puta deliciosa naquele momento realizada, depois dessa foda maravilhosa ele saiu eu me vesti e voltei ao meu bangalo , no outro dia o encontrei na piscina e fiquei sabendo que seu nome era Marcelo e ele era portugues, o portuga maisd delicioso com quem ja transei.

Posted by Erótico e Sensual at 11:55 PM | Comentários: (0)

Os teus olhos

Posted by Erótico e Sensual at 11:33 PM | Comentários: (0)

Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 5

 Técnica:  (parte 3)


 Clitóris:
O clitóris é a parte decisiva da técnica, e existe uma infinidade de formas de excitá-lo. Serão descritas algumas aqui.


Massagear o clitóris com um dedo, o polegar ou o indicador, de preferência lubrificado com saliva. Faça movimentos com delicadeza para não doer. Pode-se colocar o clitóris entre o dedo indicador e o maior de todos e fazer movimentos circulares, esta forma é complicada de se executar, mas também tem bons efeitos.


Beijar o clitóris, levemente, fortemente, ou alternando, são excelentes maneiras de aquecer uma mulher.


Passar a língua: das formas de acariciar o clitóris esta é a mais diversificada. Um dos movimentos de maior sucesso é o que se faz em forma de oito, com o centro do oito sobre o centro clitoriano. Outra forma é o de cima para baixo, e de um lado para o outro. Procure sempre atingir o clitóris pela parte de baixo dele, levantando a pele que o recobre com o auxílio suave das mãos ou dos lábios, esse ponto é o de maior sensibilidade, e provoca efeitos mais rápidos. Outra abordagem é começar os trabalhos com o clitóris fazendo um mínimo toque com a língua ou com os lábios, quanto menor melhor,  e a partir daí, aumentar progressivamente. Apertar  entre os lábios e chupá-los também causa um bom efeito. Varie sempre a velocidade e intensidade dos movimentos, até achar a forma adequada.


 

Posted by Erótico e Sensual at 11:18 PM | Comentários: (0)

Macaquinha

 Uma mocinha de 12 anos disse para a de 15:
        - A minha macaquinha já tem pelinho!
        - E a minha já come banana - respondeu a outra.

Posted by Erótico e Sensual at 10:55 PM | Comentários: (0)

Sopa de cerejas

 Ingredientes:


  • 1 colher de café de fécula de milho;

  • 400 g de cerejas;

  • 2 colheres de sopa de açúcar;

  • 1 dl de sumo de maçã;

  • 20 g de manteiga;

  • 1 vagem de baunilha;

  • 1 fatia de pão branco.

Confecção:


Lavar e retirar o caroço às cerejas.
Levar o sumo de maçã a ferver dentro de um tachinho, juntamente com  açúcar e a vagem de baunilha cortado longitudinalmente em dois.
Juntar as cerejas, mexer bem e deixar cozer durante 5 minutos.
Diluír a fécula numa colher de sopa de água.
Cortar o pão em pequenos cubos e dourá-los na manteiga.
Passar as cerejas por um passador, e deitar o sumo dea cozedura dentro da caçarola, deixar ferver e incorporar progressivamente a fécula, mexendo sempre.
Deixar ferver durante 4 minutos.
Recolocar as cerejas, mexendo bem até levantar fervura.
Servir quente, em taças, com os cubos de pão.



Posted by Erótico e Sensual at 10:47 PM | Comentários: (0)

Verão quente

Posted by Erótico e Sensual at 12:48 AM | Comentários: (0)

Dá-me

Sou um escravo dos números. Trabalho como contabilista de uma grande firma.
Fico muitas vezes até tarde, pois gosto de manter sempre o serviço em dia. E uma noite, cerca das nove horas, quando eu estava embrenhado em papéis na sala da biblioteca, fazendo um inventário, notei uma presença estranha…levantando a cabeça, vi que se tratava da Lucinda, uma das empregadas dos escritórios gerais que também fazia serão.
“Olá, senhor Costa!” disse ela. Que tal vão as suas contas? Muito trabalho, não é verdade.
Eu respondi-lhe que sim, e perguntei-lhe como ia também o seu serviço.
Hoje também resolvi ficar, porque as coisas acumularam-se… Como vi luz no seu gabinete, vim ver se estava tudo bem consigo… Apesar de sermos colegas há bastante tempo, embora eu fosse já muito mais antigo do que ela, as nossas conversas pouco além tinham ido do que os vulgares cumprimentos. Mas isso não impedia que eu já tivesse notado muito bem como ela era boa… boa como o milho!
E, não sei bem como, dei comigo a olhar para a moça com toda a atenção, enquanto ela se sentava de lado na esquina da grande secretária em que eu trabalhava.
A Lucinda costumava usar umas roupas conservadoras, disso sabia eu; mas naquela noite, por acaso, tinha uma blusa larga e uma saia curta que lhe mostrava um par de pernas longas e bem torneadas, assim como o princípio de umas nádegas firmes e excitantes. Eu devo ter estado a olhar para ela durante um bom pedaço, e a gostar do que via, pois o meu pénis crescia e inchava tremendamente …
Olhando, depois, mais para cima, para os olhos da moça, vi que ela, afinal, estava igualmente interessada em mim, pois olhava para o volume que a tranca me fazia debaixo das calças… sorria. Eu não soube bem o que fazer naquele momento, de modo que voltei a prestar toda a atenção ao arrumo dos meus papéis. Até que, enervado, deixei cair um livro de apontamentos ao chão. Quando me baixei para o apanhar, encontrei-me face a face com a Lucinda.
“Precisa de ajuda?”, perguntou ela. E, antes que eu pudesse responder, atalhou:
“Parece que precisa mesmo de quem o ajude… com esse peso que tem entre as pernas, senhor Costa!”
A princípio, eu não entendi bem o sentido daquelas palavras; mas quando ela, em silêncio, me fez sinal para a seguir, vi o que estava a acontecer, ou melhor, o que estava prestes a acontecer.
Lucinda levou-me até à grande sala das conferências e fechou a porta atrás de nós. E então, numa voz muito sensual, disse assim:
“ Já chega de livros e de contas para esta noite! Penso que precisamos de algum exercício prático!”
Fiquei rendido de tesão. Ela chegou-se a mim e passou-me a mão pelo cabelo, e isso foi o suficiente: agarrei o seu belo corpo, e logo senti aquelas duras mamas amassadas de encontro ao meu peito. As nossas línguas encontraram-se, numa orgia de movimentos.
Eu nem queria acreditar que me sentisse assim tão excitado por causa daquela mulher que, uma hora antes, não passava de uma simples colega com quem não tinha confiança nenhuma!
Agarrei-lhe as nádegas com força e comecei a fornicá-la, como se o mundo estivesse a acabar. Mas ela queria as coisas feitas com mais calma, e às tantas fez que eu saísse de dentro dela e disse:
“Quero que faças o melhor uso possível desse teu corpo.”
E então, despindo-me aos poucos, a luxuriosa mulher pôs-se a dar-se uma deliciosa massagem com a língua, desde o peito ao ventre, fazendo-me saltar de gozo a cada lambedela. Penso que o facto de a minha verga ser de fábrica coberta foi para ela uma pequena surpresa. Os seus olhos arregalaram-se, mas logo a seguir voltou ao ataque, chupando-me e lambendo-me furiosamente.
Eu disse-lhe baixinho: “ Come-me o pirilau até à garganta, querida!”
Isso fez ela, com toda a boa-vontade! Comeu, comeu a minha carne, engoliu centímetro, até ficar com a testa colocada ao baixo-ventre… Pressentindo que o meu orgasmo não demoraria muito, Lucinda começou, porém, a tirar fora aos poucos.
E quando apenas a cabeça do pénis estava metida na sua boca, voltou a engoli-lo todo e deu-lhe uma meia dúzia de chupadelas fatais…
Eu deixei sair uma grande carga de esperma, uma carga que nunca mais acabava… Sentia a engolir aquele leite todo, e depois, olhando para baixo, vi-a a lamber, muito contente, as últimas gotinhas.
Quis retribuir-lhe o favor imediatamente, e deitei-a em cima de uma mesa. E então comi uma vagina tão suave e tão doce que parecia de sonho… Uma vagina pela qual muitos homens perderiam a cabeça, sem dúvida nenhuma!
Lucinda não tinha pente lhos quase nenhuns, e as suas belas coxas estavam brilhantes de humidade. Afoguei a minha boca naquilo e lambi, e chupei, e suguei, até que o seu clítoris endureceu e ela ficou mesmo prontinha para o orgasmo!
Neste momento o meu pénis estava outra vez de pé, quase a explodir.
Ela também estava preparada, e puxou-me para cima de si, para dentro de si. Penetrei-a com a maior das facilidades, e começamos a mocar os dois com todas as nossas forças…
A moça rodeou-me os rins com as suas longas pernas, apertando-me o mais que podia, e fazendo que eu a penetrasse duramente. Eu cascava-lhe sem piedade nenhuma, como um touro, enquanto lhe esfregava os mamilos com a palma das mãos. Até que ela começou a pedir, com a voz entrecortada:
“Ao mesmo tempo, filho! Vamo-nos vir ao mesmo tempo, que eu gosto tanto…Ahhhhhh, sim fode-me bem, que eu já me estou quase a vir toda! Aiiiii…Dá-me…também… Vem-te agora, agora!
Com a tremenda força dos nossos orgasmos, quase caímos da mesa abaixo! Tinha sido uma casca dela poderosa, total!
Mas, por sorte, não caímos, e ficámos, fisicamente em condições de passar ali mais umas longas horas, até quase de madrugada, numa sessão de sexo que ficará para sempre na minha memória! A Lucinda, na mocada, não era para brincadeiras…

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Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 4

Técnica: (parte 2) 

ânus:
Muito controvertido, geralmente adorado pelos homens, nem tanto pelas mulheres, é parte fundamental do processo. É muito recomendável que você conheça a pessoa, e faça uma higienização antes dessa fase, depois disso, não há muito problema. Abaixo algumas maneiras de excitação anal:




  • Beijo, beijar a entrada do ânus causa excelentes resultados

    Introduzir a língua
    , tão eficaz  ou melhor que o primeiro item. Deve-se penetrar com a língua o mais fundo possível, para isso, a melhor posição é a de quatro com o peito abaixado, formando um triângulo.

    Introduzir o dedo
    , introduzir um dedo, ou mais de um ser for o caso, preferencialmente lubrificado, causa boas sensações, a parte mais sensível é a superior, logo abaixo da vagina, mais ou menos a 3 ou 4 cm do ânus. Procure massagear de formas variadas, em círculos, vibrando, pressionando e tente descobrir qual a que fornece melhores resultados .

    bolas tailandesas
    ,
    fantástico acessório, são bolinhas plásticas amarradas por uma corda, com uma argola na ponta, que são introduzidas uma a uma no ânus. Pode se acondicionar estas dentro de uma camisinha, para uma melhor higiene . A forma recomendada para o uso deste acessório, é ficar puxando a cordinha, como se solta uma pipa, ou puxá-lo até o limite imediatamente antes da bolinha sair do ânus, e aí, soltá-la novamente. A medida que o êxtase vai chegando, tira-se as bolas uma a uma, de uma maneira mais ou menos calculada, para que, a última saia junto com o clímax, quando isso acontece, a reação feminina é fortíssima e indescritível. Estas bolas são amplamente vendidas no comércio, podendo ainda ser comprada on line, sua faixa de preço é de R$15,00 tendo três tamanhos principais: pequeno médio e grande; prefira o grande ou médio. Existe ainda o Mega Ball, que são três bolas ao invés de cinco , com um tamanho bem mais avantajado, as bolas normais tem o tamanho de uma uva, as megas tem o tamanho de uma bola de ping-pong, e podem ser usada analmente ou vaginalmente. Tenha o cuidado de lavar a bola ou trocar a camisinha se for tirar a bola do ânus e introduzir na vagina.

    enema, método muito apreciado pelo autor, também conhecido como lavagem intestinal. Existem explicações mais científicas ou menos científicas para o prazer que a mulher sente com o enema, encontram-se páginas na web que tratam somente deste assunto, são as water sports. Muito usado medicinalmente em mulheres grávidas e outros procedimentos cirúrgicos, este método pode ser repugnante e humilhante para uns, e muito admirado por outros, cabe ao leitor a descoberta. O processo consiste em injetar água ou óleo de preferência mineral, no ânus da mulher, aguardar pelo menos cinco minutos, e depois fazê-la expelir, então repete-se a operação mais duas vezes, ou quantas forem necessárias ou agradáveis. Durante o processo podem surgir cólicas, se isso acontecer, pare. Alguns gostam de ter orgasmo com o intestino cheio do fluido, outros preferem esvaziá-lo. O equipamento para o enema pode ser um clister, uma ducha ginecológica, um irrigador ou uma seringa bem grande. A capacidade de enchimento varia de pessoa para pessoa, mas a média fica em torno de 400 a 600mL. E a posição adequada para isso é a deitada de lado, de costas ou de quatro, preferencialmente a primeira.

    Penetração: Outra forma apreciada e detestada é a penetração anal, também bastante conhecida, todavia, não se aplica bem a técnica abordada.

    Plug anal: plug ou pênis artificial é um bom artifício para excitação anal,  causa uma sensação de preenchimento maior. Existem várias formas e preços, com ou sem vibrador, procure escolher um que não seja muito grosso, e que tenha um formato e cor simpáticos.

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outubro 13, 2005

Lavagante au Champagne

 Ingredientes:


  • 1 garrafa de champanhe seco;

  • 3 colheres de sopa de manteiga ou margarina;

  • 1 lavagante vivo;

  • 2 cebolas;

  • pimenta-de-caiena q.b.;

  • rosmaninho q.b.;

  • tomilho q.b.;

  • manjericão q.b.;

  • 3 cenoura pequenas;

  • salsa q.b.;

  • sal q.b.

Confecção:


Leve ao lume um tacho que seja largo com água temperada com sal.
Assim que a água começar a ferver, pegue o lavagante pela carcaça e ponha-o no tacho. Deixe cozer cerca de 15 minutos. Retire-o da água e parta-o ao meio no sentido do comprimento.
Derreter 20 g de margarina numa frigideira grande, leve a alourar em lume médio as cebolas picadinhas, as ervas aromáticas e as cenouras cortadas aos cubos muito miúdo. Mexa lentamente.
Coloque cuidadosamente as metades do lavagante na frigideira e regue com o champanhe.
Derreta o resto da margarina no molho e verta sobre o lavagante.
Tempere com a pimenta-de-caiena.
Deixe cozer sobre lume brando durante cerca de +- 30 minutos.

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Moreninha

Posted by Erótico e Sensual at 11:30 PM | Comentários: (0)

Gabriela IV

Posted by Erótico e Sensual at 11:25 PM | Comentários: (0)

Primeira vez

Certo dia, estava um bocado aborrecida, sem nada para fazer,meu esposo encontrava-se a dormir, apesar de já serem 16h mas, coisa normal devida ao facto de ter andado no turno da noite.
Acendi a televisao,nada de interessante, resolvi apagá-la e decidi pôr alguns mails em dia, respondi a dois nao muito importantes e meto maos ao terceiro para escrever a um amigo virtual, com quem tenho mantido contacto á já 1 ano.
Falamos de tudo um pouco, mas, as coisas que melhor nos entendemos é sobre sexo, exibionismo, inclusive trocamos experiências vividas numa maneira de nos deixar mesmo excitados e com vontade de as experimentar.
Falamos abertamente de tudo, e temos a mesma maneira de encarar o erotismo entre um casal.
Todas as vezes que lhe escrevo um conto ou aventura vivida fico a imaginar, em que estado nao ficará esse meu amigo com minhas provocacoes.
E minha história comeca assim:
Nesse mesmo dia estava a responder-lhe a um mail, e a certa altura comecei a provocá-lo ao máximo, só que desta vez virou-se o "feitico contra a feiticeira"
Ao longo de minha provocacao, quem ficou deveras excitada fui eu, de tal modo que deixei o mail para acabar e derigi-me ao quarto, onde dormia meu esposo profundamente.
Tirei minha roupa, e pus-me debaixo das mantas ao lado de meu marido, nao foi preciso muito e eu já estava a acariciar-lhe o pénis,á medida que minhas maos passavam por ele, aquele pénis já meu conhecido aos poucos ganhava forma, debrucei-me sobre meu esposo e comecei a percorrer seu corpo com meus beijos e língua, chegando ás calcas do pijama, á medida que as puxava para baixo,com a ajuda de um de meus pés, ía fazendo-lhe um broche, assim que ele sentiu meus lábios, e língua molhada sobre seu pénis acordou e deixou-se levar naquele momento de prazer...
Á medida que lhe fazia o broche ele se entusiasmava mais, até que chegou ao ponto de se levantar e me prendar com suas carícias, nao levou muito tempo para que ele se apercebe-se que eu estava demasiado excitada, e como tal comecou a me fazer um minete, eu derretia-me toda com aquela língua sobre a côna.
Nao foi preciso muito tempo e encontrávamo-nos num lindo 69...
Eu tinha andado a averiguar as melhores maneiras de fazer sexo oral com um homem há bem pouco tempo, inclusive descobri,algumas dicas para mim ainda desconhecidas e resolvi naquele mesmo dia pôr em prática, e nada melhor que aquele dia em que me encontrava demasiado excitada.(nao quero dizer com isto que nunca tinha feito sexo oral, bem pêlo contrário eu adoro chupar um pénis, só que há coisas que se vao aprendendo...estamos sempre a aprender)
A cada novidade que dedicava a meu esposo, sentia o quanto ele estava a adorar e isso tambem estava a me deixar cada vez mais excitada, acabando por nao aguentar muito mais tempo e me vir, na língua de meu marido, coisa que ele adora...
Deixei-me no entanto sobre ele, recuperando um pouco mas, no entanto nao me esquecendo de lhe ir acariciando o pénis que se encontava bem erecto.
Enquanto lhe prendava com uma punheta que ele estava a adorar.
A certa altura, ele ía se ajeitar para penetrar minha côna, e aí deixei que minha boca volta-se novamente ao seu pénis, nao deixando que aquele pénis erecto entra-se em minha côna, ele conformou-se e comecou a me fazer novamente um minete, enquanto minha boca deslizava por seu pénis e praticava aquelas pequenas novidades para mim que estava a pôr em prática pela primeira vez e para ele que nunca tinha sentido a minha golosa a devorar-lhe o pénis ao fim de algum tempo,ele já nao aguentava e disse para que eu para-se pois ía se vir(até á data acabava sempre com uma punheta sobre meu corpo) mas, para sua surpresa eu estava disposta a ir mesmo até ao fim daquele sexo oral pela primeira vez.
Comecei a foder aquele pénis com meus lábios cada vez mais rápido, até que senti aquela esporra quentinha em minha boca em conjunto dos gemidos de meu esposo, enquanto lhe fazia uma punheta, deixei cair sua esporra novamente sobre seu pénis enquanto, continuava a acaricia-lo, deixando-o todo lambuzado com sua própria esporra, quando a última gota saíu daquele pénis gostoso voltei a enfiá-lo até á garganta e lentamente acariciei-o com minha língua
Quando tudo terminou eu nem queria acreditar que tinha sido mesmo capaz de ter levado o sexo oral até aquele "nível", meu esposo tambem ficou surpreso e logo acabamos por nos rir felizes.
Meu esposo no entanto nao me deixou sozinha naquele momento que para nós tinha sido importante e ao mesmo tempo surpreendente,me dando muitos mimos.
Levantamo-nos da cama derigimo-nos á sala e fumamos um cigarro descontraídos, enquanto falavamos do sucedido, levando este acontecimento a uma brincadeira engracada.
Depois deitamo-nos um pouco um nos bracos do outro.

Há sempre uma primeira vez para tudo na vida de cada pessoa, aproveitem tudo o que a vida tem de bom para nos dar...

Posted by Erótico e Sensual at 02:03 PM | Comentários: (0)

Morangos com molho de chocolate branco

 Ingredientes:


  • 180 g de chocolate branco ralado;

  • 1 chávena de chá de natas;

  • 0,5 dl de sumo de limão;

  • 2 chávenas de chá de morangos fatiados;

  • 1 colher de chá de raspas de limão;

  • 3 colheres de sopa de açúcar (fac.).

Para a decoração:


  • 120 g de chocolate branco ralado;

  • 1 colher de sopa de manteiga derretida;

  • 25 morangos grandes.

Confecção:


Leve ao lume num tachinho a aquecer 1/2 chávena de chá de natas, o sumo e a raspa do limão. Reduza o lume e adicione o chocolate ralado.
Misture bem e mexa até o chocolate derreter. Retire do lume e deixe arrefecer um pouco, mas sem deixar endurecer.
Bata a restante nata com o açúcar em chantilly e junte ao preparado, envolvendo bem.
Ponha os morangos em copos altos e finos mas só até ao meio.
Cubra com o molho.
Ponha as taças no frigorífico durante +- 3 horas.
Entretanto prepare a decoração: Lave muito bem os morangos e seque-os.
Leve a derreter em banho-maria, e mexendo sempre, o chocolate com a manteiga.
Mergulhe metade dos morangos no chocolate e ponha-os numa folha de papel de alumínio untado com óleo de amêndoas doces até que endureçam.
A seguir ponha-os num prato (não os ponha no frigorífico).
Sirva as taças com um morango no topo e os restantes no prato.
Acompanhe com um bom champanhe.


Posted by Erótico e Sensual at 02:02 PM | Comentários: (0)

Em tons de azul

Posted by Erótico e Sensual at 02:01 PM | Comentários: (0)

Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 3

 Técnica: (parte 1)

Para se alcançar o objetivo em questão, a maneira é fazer com que a mulher tenha o maior número de áreas sexuais estimuladas ao mesmo tempo. As áreas principais para a maioria é: boca, peito, ânus, vagina, clitóris e bumbum. Como não existe regra, podem haver áreas diferentes para cada mulher, como os pés as mãos, a clavícula, o pescoço, a parte posterior do cotovelo e outras. Em um futuro será descrito como excitar essas áreas menos comuns.


A posição:
Existem duas posições principais nas quais foram conseguidos bons rendimentos: posição ginecológica, e de quatro. Uma outra alternativa é uma semi-cambalhota, mas essa é mais complicada.


Boca:
Beijo é fundamental, muito bem conhecido, não cabe a este texto ficar descrevendo uma forma de excitação tão bem difundida


Peito:
Outra forma de excitação bem conhecida, e uma das mais importantes. As melhores maneiras de excitação são: com os dedos em movimento circular em volta do bico, com os dedos no bico, comumente chamada de sintonia de rádio, e com o lábios, individualmente ou apertando os dois com a mão de forma a tentar chupar os dois ao mesmo tempo.

Posted by Erótico e Sensual at 01:59 PM | Comentários: (0)

Consultas

 Um tipo, enrolado debaixo dos lençóis, começa a acariciar a mulher.
        - Desculpa, querido, mas amanhã tenho de ir ao ginecologista e quero estar fresquinha.
        O tipo vira-se para o lado, dá voltas na cama e volta à carga:
        - Olha lá e amanhã também tens dentista ?

Posted by Erótico e Sensual at 12:20 AM | Comentários: (0)

Conjunto no espelho

Posted by Erótico e Sensual at 12:08 AM | Comentários: (0)

outubro 12, 2005

Lombo de veado no tacho

 Ingredientes:


  • 1 kg de lombo de veado;

  • 1 colher de chá de gengibre fresco ralado;

  • piripiri q.b.;

  • 2 dl de vinho branco;

  • 2 ou 3 dentes de alho;

  • 1 cebola;

  • 2 colheres de sopa de banha;

  • manjerona fresca q.b.;

  • sal q.b.;

  • 200 g de toucinho cortado em fatias finas;

  • pimenta q.b.;

  • água q.b.

Confecção:


Depois da carne limpa, tempera-se com sal, pimenta, gengíbre, vinho, piripiri, manjerona e os alhos pisados.
Deixa-se ficar neste tempero de um dia para o outro.
No dia, retira-se da marinada e envolve-se o lombo em fatias de toucinho amarrando-as com o fio de cozinha.
Leva-se um tacho ao lume com a banha e aloura-se de ambos os lados a carne.
Depois de frita adiciona-se a cebola picada, um pouco de água e o liquído da marinada coado. 
Tapa-se o tacho e deixa-se a carne estufar em lume brando verificando de vez em quando se é necessário uns goles de água.
Depois de estufado serve-se fatiado e acompanhe com grelos salteados ou couve- flor gratinada.

Posted by Erótico e Sensual at 11:55 PM | Comentários: (0)

Bela sensação

Apesar de ter dois filhos e de ser divorciada, a Anabela gostava muito de festas e diversões. Quando ela veio morar para o meu prédio, a minha mãe apresentou-ma e eu senti-me logo sexualmente atraído por ela.
Mas tratava-se de uma mulher de trinta e sete anos, e eu tinha apenas dezanove… Achei que nunca teria hipótese de conseguir alguma coisa.
Anabela tinha umas mamas fortes e atraentes, com os bicos muito grandes a furar-lhe a camisola… Toda ela, aliás, era de fazer crescer água na boca. Depois que nos conhecemos, ela pedia-me às vezes que vigiasse os seus miúdos, especialmente aos sábados à noite, quando saia para se divertir um pouco. E como ela regressava quase sempre tarde, eu dormia muitas vezes em sua casa.
De vez em quando, ouvia os gemidos que ela dava no seu quarto, a fazer amor com um tipo qualquer. E ficava tão excitado com aquilo, que tinha que me masturbar.
Com o correr do tempo, comecei a ganhar confiança e a aparecer em casa dela quase todos os dias, depois do trabalho. E no verão quando deixei de trabalhar, estava lá sempre, a fazer-lhe companhia. Quando acontecia ficarmos sozinhos, depois das crianças irem para a cama, ela costumava vestir uma camisa de noite muita curta, às vezes sem cuecas, e um roupão muito fino que estava sempre aberto. Eu consolava-me a apreciar-lhe as mamas, que me atraíam como o diabo! Ela sabia muito bem disso.
Até que, uma certa noite, a coisa aconteceu. Eu e a Anabela ficamos acordados até tarde, a tomar umas bebidas. Os miúdos já estavam na cama, tudo era silêncio e paz.
Ela tinha o vestido de noite curtinho. Trazia cuecas, mas não vestira o roupão, porque estava muito calor. Eu estava com um grande tesão, porque quando ela se mexia no sofá, via-lhe muito bem os pentelhos à transparência das cuecas… Estávamos a falar da minha última namorada, e eu disse à Anabela que andava aborrecido porque a miúda não me deixava fazer sexo… Ela ouvia-me e olhava para o meu pénis que pulsava debaixo dos calções. Quando se levantou para ir à casa de banho, olhei para o seu traseiro e fiquei sem fala, porque a mulher era mesmo boa!
Ela voltou e foi pôr uma cassete no aparelho de música, inclinando-se para a frente e mostrando-me as nádegas e a vagina. Depois, em vez de se sentar ao meu lado, sentou-se nos meus joelhos, com as pernas abertas, meteu a língua na minha boca e ficou ali, num grande beijo… Tirou-me a verga para fora, e disse:
“ Tu és muito bem fornecido para a tua idade! Tenho que fazer qualquer coisa, antes que isto me rebente na mão!”
Levantei-me, despi-me e despia também a ela. Os lábios da sua vagina ficaram à minha disposição. E que vagina! Parecia uma grande boca pendurada…
O seu corpo estava quente, e eu cravei-lhe a tranca no umbigo, como se quisesse furá-la! Anabela ajoelhou-se e meteu o pénis todo na boca… Aquela era a primeira vez que me chupavam, e eu quase me esporava logo, mas consegui aguentar, para fazer o gozo durar. As chupadelas eram de fazer esporar um morto, mas eu tive a calma suficiente para tirar fora e pedir-lhe que se estendesse no sofá. Ela assim fez, com as pernas todas abertas, numa visão de sonho! Que boa mulher eu ali tinha!
Lambia-a nas belas mamas, na barriga, e depois na racha peluda e inchada. Abri-lhe as beiças com os dedos e lambi, lambi, até que ela começou-me a pedir que a fodesse sem demora… Mas eu comecei a chupar-lhe o grande grelo que saía de entre a pentelheira, e ela ficou doida, agarrou-me os cabelos, uniu as coxas e gritou muito, a estremecer, a vir-se toda!
Lambi-lhe o creme que começou a escorrer-lhe da vagina, e depois levantei-me, enquanto ela suspirava baixinho. Agora, estava pronto a fodê-la, como era seu desejo.
” Casca-me com força, com muita força, meu querido pediu ela.” E quando eu a encavei
até mesmo ao fundo, Anabela gemeu muito e pôs as pernas à volta do meu Pescoço. Fodemos durante uns bons minutos, maravilhosamente, e às tantas ela estendeu a mão e enfiou-me o dedo no cu! Não pude aguentar mais, e esporeei-me profundamente dentro daquele ventre esfomeado.
Ficamos ali, colados, uma eternidade. Quando desencravei, fui-me sentar na ponta do sofá, para me acalmar. E depois de a Anabela me ter chupado o pénis até ele ficar seco, pusemo-nos a conversar. Falamos de sexo, claro, e ela disse que me desejava muito desde que eu começara a passar as noites em sua casa. A conversa levou-nos a mais beijos, a abraços… e a outra foda. Penetrei-a de maneira diferente, mais devagar, mais concentrado e sempre profundamente. Quando lhe meti o dedo no pelo cu dentro, ela mexeu-se muito, desesperada, a grunhir como um animal… E eu então soube o que tinha que fazer: Tirei-lhe fora da vagina, inclinei-me para a frente e perguntei-lhe:
“ Querida, queres o meu mangalho pelo cuzinho dentro?”
“ Oh, sim, por favor! Enterra no meu pequenino traseiro…” Com o pénis já bem lubrificado pelos sumos vagina, fui enterrando devagar naquele ânus apertadinho. Ela ajudou, fazendo força para trás. E quando a penetrei toda e fiquei com os tomates mesmo encostados ás beiças da vulva, fiquei quieto por momentos, gozando a sensação daquele buraco fundo e quente, muito quente…
A bela mulher depressa me obrigou a trabalhar, estendendo uma mão e afagando-me os testículos. Comecei a meter e a tirar, cada vez mais depressa, à medida que ela descontraia o músculo do esfíncter. Dentro de alguns segundos, já eu estava a mocar com toda a força, e os gemidos de Anabela pareciam gemidos de louca!
Aquilo era maravilhoso, mas eu pouco mais aguentei. Deixei-me cair para cima dela e mandei-lhe todo o meu leite lá para dentro! Ela torcia-se toda, fora de si, e veio-se com uma série de gritos que eu tive de abafar com a mão, para não acordar as crianças!
Andámos muito tempo assim, até que ela se arranjou com outro homem.
Anabela era uma adorável mulher, mais velha do que eu, mas com uma pedalada fantástica. A fazer sexo, nunca encontrei outra como ela.

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outubro 11, 2005

Inclina mais um pouco

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Punheta de bacalhau


Ingredientes:



  • 2 ovos cozidos;

  • 1 pimento grande verde;

  • 2 postas de bacalhau; 

  • 1 cebola média;

  • 2 dentes de alho;

  • sal q.b.;

  • pimenta q.b.;

  • 1 colher de sobremesa de salsa picada;

  • 6 colheres de sopa de azeite +-;

  • 2 colheres de sopa de vinagre +-.

Confecção:


Retira-se a pele e as espinhas e desfia-se o bacalhau à mão.
Lava-se depois o bacalhau em várias águas frias até perder o sal.
Escorre-se bem o bacalhau.
Entretanto asse o pimento, limpe-o e corte-o em tiras.
Em uma taça de vidro, disponha em camadas alternadas as tiras de pimentos, o bacalhau e os ovos cortados às rodelas.
Misture o azeite, o vinagre e a pimenta. Ligue bem.
Regue tudo com o vinagrete e polvilhe com a cebola, o alhos e a salsa previamente picados.



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Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 2

 Procedimentos Iniciais:

Para uma mulher atingir o orgasmo múltiplo é preciso, que antes de tudo ela esteja excitada e atraída pela situação. Como em uma média as mulheres tem dificuldade de se entregar e confiar em um parceiro novo, esta técnica tende a apresentar maiores resultados em pessoas que já se relacionam a algum tempo e já adquiriram um nível de confiança mútua maior. Fique sempre atento para as expressões faciais, sons, movimentos ou qualquer outra coisa que a mulher possa lhe passar como informação. O seu sucesso depende diretamente da sua capacidade de saber se a mulher está fria ou quente na relação


Uma excelente forma de aumento de rendimento é ter a relação dentro do ambiente de fantasia da parceira, o que aumenta o seu nível de excitação.


Exemplos de fantasias mais comuns:
Carros, praias desertas, lugares com pessoas passando, elevadores, situações de perigo em geral, sado-mazoquismo (consentido), roupas e uniformes civis e militares, mesa da cozinha, pia do banheiro, laje, terraço e etc.


Exemplos de fantasias menos comuns:
Toilet sex, Rape sex, animais, profissões (fotógrafo, ginecologista, padre, professor, etc).


Via de regra as mulheres; diferentemente do homem, que se excitam mais visualmente; tendem a ficar mais atraídas por impulsos físicos, como o beijo, o abraço e carinhos em geral. Tenha isso em mente para um bom rendimento.


Outra forma de captar a concentração feminina de uma maneira bem eficiente é sussurrando e/ou gemendo em seu ouvido. O que vai ser sussurrado muda muito de mulher para mulher, algumas sugestões são: palavras de amor, pornografia leve, pornografia pesada, ofensas leves, ofensas pesadas, etc. É necessário saber exatamente em que tipo a mulher se encaixa, pois, o uso errado destas causa efeito contrário.

Posted by Erótico e Sensual at 01:55 PM | Comentários: (0)

Detective

 Um detective estava a conversar com um amigo numa esplanada, quando três mulheres se sentaram a uma mesa cada qual a comer uma banana.
        - Tu viste aquelas mulheres ? - perguntou o amigo.
        - Vi, mas não conheço nenhuma. Nem a prostituta, nem a freira, nem a recém-casada.
        - Como diabo é que tu sabes a profissão delas ? - perguntou o amigo.
        - É fácil - respondeu o detective. - É só ver a maneira como elas comem a banana. A prostituta engole a banana de uma só vez. A freira come aos poucos, em pedacinhos.
        - E a recém-casada, como foi que descobriste ?
        O detective colocou a mão na nuca e, fingindo segurar uma banana na outra mão empurra a cabeça na direcção da banana imaginaria, com a boca aberta.

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Segue-me!

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Feriado

Quarta-Feira à tarde. É feriado, dia 8 de Dezembro. Estamos os dois sozinhos, coisa rara nos últimos tempos. Estavamos no sofá a fazer zapping, quando chegamos ao sexyhot. Está uma loira a chupar dois tipos bem parecidos. Passados trinta segundos já um deles estava enterrado naquele rabo habituado a ser fodido.

Nós já não fodiamos há algum tempo. Mas hoje também não podia ser da forma tradicional. Ela estava naquela altura do mês.

"Quero comer o teu cú maravilhoso", disse-lhe. "Quero que me chupes primeiro, e depois quero enrabar-te pela primeira vez".

Ela manteve-se silenciosa e esboçou um sorriso de menina malandra. Ajoelhou-se, desapertou as minhas calças e pegou no meu pau ainda mole. Começou a lamber a cabeça muito lentamente e de seguida engoliu-o por completo. Deixei-a chupar-me por uns minutos e puxeia para cima, queria beijá-la, morder-lhe as mamas e chupar o clitóris delicioso. Virei-a de barriga para baixo e pedi-lhe para espetar o rabo para cima. Comecei a chupá-la lentamente. Primeiro o seu clitóris inchado, depois enfiei a língua na sua fenda aberta e húmida, terminando no seu cú delicioso. Demorei o tempo necessário para humedecer a entrada muito bem. Continuei até ela se vir.

"Afasta as tuas nádegas com ambas as mãos", ordenei. "Abre-te para mim, quero enfiar a lingua nesse cú convidativo." A visão do cú dela arregaçado era divinal. Enfiei a minha lingua e cuspi lá para dentro. Enfiei um dedo, depois outro e iniciei o vai-vém. Ela estava pronta para receber o meu pau.

Ela continuou a abrir o cú com ambas as mãos, e eu apontei o meu membro duro á sua entrada. Forcei, e a pouco e pouco fui enterrando por completo. Que sensação fantástica! Comecei a fodê-la e muito rapidamente estava pronto a vir-me. Mas eu não queria vir-me dentr do cú dela. Não hoje. Saí de dentro dela e sentei-me no sofá. Ela ajoelhou-se á minha frente e volta a chupar-me. Ela é fantástica a chupar-me! Sabe usar a lingua e os lábios de um forma divinal.

"Quero vir-me na tua boca." Ela acenou afirmativamente com a cabeça e acelerou os movimentos. Parei no fundo da sua garganta e vim-me como há muito tempo não acontecia. Enchi-lhe a boca. Gozei tanto que ela não conseguiu conter tudo e escorreu-lhe um pouco pelos lábios e queixo. Foi terminar em beleza uma foda deliciosa.

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outubro 10, 2005

Atreves-te?

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Elevador

 Certo dia, um homem e uma mulher encontraram-se num elevador. Ela carrega no 2o e ele no 5o. Ela pergunta:
        - O senhor não está aqui para dar sangue, pois não? Pagam-me 1000 escudos por cada cc.
        - Não, responde ele. Estou aqui para doar esperma. Pagam-me 5000 escudos por cada cc.
        Passado um mês voltam a encontrar-se no mesmo elevador. Ela carrega no 5o e ele diz-lhe:
        - Desculpe, mas a senhora enganou-se a carregar no andar.
        Ela respondeu negativamente, abanando a cabeça, sem poder abrir a boca.

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Manual do orgasmo múltiplo feminino - parte 1

 Introdução:

A técnica de indução de orgasmos femininos é um método antigo que não foi inventado, e sim compilado, pelo autor deste texto,  não funciona automaticamente, e é necessário entrosamento e atração entre os envolvidos na sua prática.


 


Descrição:


Os orgasmos infinitos femininos, ou orgasmos múltiplos progressivos são uma série de orgasmos que a mulher vai tendo, cada vez mais fortes, até que, em torno do décimo orgasmo, a mulher cai em sono profundo. A intensidade, quantidade e velocidade dos orgasmos varia de mulher para mulher.

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Casaco atrevido

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Sexo anal - dicas e conclusão

 DICA PARA APLICAR ANTES DA TRANSA

Antes de transar, coloque a sua mulher de quatro, com o rosto no travesseiro, quadril bem empinado para cima e pernas abertas. Faça uma massagem na bunda da menina durante uns 10 a 20 minutos. Morda, passe a língua, aperte, brinque de todas as formas. Ao final, faça uma massagem no ânus. Sentindo receptividade penetre um dedo no reto da parceira. Tente bem devagar penetrar o segundo dedo. O dedo tem que estar bem lubrificado com saliva ou com um lubrificante a base de água.




DICA PARA APLICAR DURANTE A TRANSA


Durante a transa, coloque a mulher sentada no seu pênis. Quando ela estiver muito excitada traga ela para perto de você, como se ela fosse deitar sobre o seu tronco, sem no entanto, tirar o pênis de dentro. Mantenha os movimentos de entrar e sair. Nesse instante segure com as duas mãos a bunda da mulher e abra bem ela, abra na base, perto da vagina, é ali que fica o ânus. Abrindo bem o bumbum, ela vai sentir um vento no ânus, um friozinho, e talvez sinta uma vontade de ser penetrada ali. Depois feche e abra a bunda da menina, e mantenha as penetrações. Então você começa a massagear a região anal com um dedo, depois penetre um pouco o reto e mantenha a massagem. Depois de algum tempo pare as penetrações e aumente a intensidade da massagem anal. Você pode fazer essa massagem movimentando o dedo em círculos, ou apenas vibrando ele de cima para baixo e de um lado para o outro. Algumas mulheres poderão atingir o orgasmo com esse movimento.




CONCLUSÃO


O sexo anal tem caído na preferência popular, tanto dos homens quanto das mulheres, sendo assim, esteja preparado para saber trabalhar a mulher antes de partir para a penetração.

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- Gata Quente -

Eu sou a Gata! Perco-me pelos telhados dos prédios onde moram os gatos mais vadios.
O gato vadio - Membro Vadio - que aqui anda neste blog é o meu companheiro de passeatas.
O que desejam saber mais sobre mim, além do que já está ali do lado? 26 anos de bundinha arrebitada, morena de cabelos longos e lisos. Os olhos são negros e podem devorar cada pedaço do corpo de um gato vadio.


Ass.:- Gata Quente -

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Gosto de verde

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Namorada do meu filho - 2ª parte

Vou agora contar-vos a ida ao Motel que tem camas redondas, com a namoradinha do meu filho, a Joana. Tenho 37 anos, 1,78m, 86 kgs., olhos e cabelo castanho, e a Joana, com 18 anos, morena, cabelo comprido, 1,75m, 55 Kgs, e um cuzinho espectacular.
Combinei com ela para 3ª feira, acertando todos os pormenores na 2ª feira.
Lembrei-me no fim-de-semana, que um cunhado meu também poderia ir.
Já várias vezes temos comido uma mulher ao mesmo tempo.
Liguei à Joana na 2ª feira e combinei tudo, e perguntei-lhe se queria fazer amor com 2 homens ao mesmo tempo.
Chamo-me de tudo.
Disse-lhe que se o meu cunhado não fosse (chantagem) eu também não iria e que ela poderia esquecer-me que nunca mais faríamos nada.
Ela a muito custo cedeu.
Na 3ª feira lá nos encontramos conforme o acordado.
Entramos no quarto e ela ficou logo excitada quando viu a cama redonda.
Comecei logo a apalpar-lhe o cú maravilhoso que tem e beijei-a na boca. O meu cunhado (Vítor) começou a apalpá-la também e a beijá-la.
Tiramos as picas para fora e ela começou uma mamada monumental aos dois. Fomos-lhe retirando as peças de roupa lentamente.
Até que tivemos a visão magnífica: Lindos seios (que eu já conhecia), uma cona carnuda e com poucos pelos.
Deitamos a Joana na cama. Aí comecei a lambe-la e beijá-la toda, desde as maminhas até ao cuzinho, enquanto ela chupava a pica do Vítor. Deixei que fosse ele a meter primeiro naquela cona semi-virgem, já que eu queria era comer aquele cú lindo e arrebitado.
Fomos metendo alternadamente na coninha enquanto ela chupava outro.
Até que ela montou o meu cunhado. Aí fiquei com o caminho aberto para aquele cuzinho.
Perguntei-lhe se queria sentir duas picas dentro dela. Disse que tinha medo, já que da outra vez eu a tinha aleijado um pouco.
Coloquei um pouco de vaselina líquida e comecei a meter um, depois dois dedos no cú para a lubrificar bem.
Tinha chegado a altura da namoradinha do meu filho sentir dois homens dentro dela.
Apontei a cabeça da minha pica na entrada do cú e comecei a meter lentamente enquanto ela cavalgava o meu cunhado.
Até que entrou toda. Aí foi magnífico. Os dois ao mesmo tempo e com toda a nossa vontade e loucos de tesão arrombamos a Joaninha.
Trocamos várias vezes de buraco e gozamos várias vezes.
Era linda a visão: Cona e cú cheios de leite que nem limpávamos.
Até que paramos.
Descansamos cerca de 15 minutos, e aí a safada começou a pegar nas duas piças e a mamá-las sofregamente. Bebeu o leite todo.
Ela adorou fazer amor com dois, principalmente, talvez, com o futuro sogro e futuro tio.
Combinamos que a partir de agora, uma vez por mês foderá com os dois e uma vez com um de nós.

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Acta da 69a. Reunião

 Acta da 69a. Reunião


        A secção Brasil da Real Academia de Sacanagem reuniu os  seus membros em assembleia extraordinária, realizada na cidade de Ponta Grossa, para discutir uma questão relevante. Depois da queda do muro de Berlim e do socialismo de maneira geral, muitas fronteiras mudaram no mundo. E qual a repercussão dessas mudanças no sexo? Mudaram também as fronteiras do homossexualismo? Desde o primeiro encontro da Real Academia de Sacanagem, a definição do homossexualismo era aceite como um dogma:
        "O homem que gosta de pau, sente simpatia, acha bonito esteticamente, já pegou no de um amigo ou pensou seriamente no assunto, é homossexual".
        Mas os tempos são outros e novas questões foram introduzidas no seio da sociedade (a introdução no seio, inclusive, será discutida em reunião posterior). O sexólogo Eric Von Bussen, do Instituto de Vaginologia de Massachussets, apresentou um caso a ser estudado:
        - O homem que se deixa enrabar por uma mulher com um pénis de plástico é homossexual?
        O congresso ficou dividido. Os tradicionalistas voltaram a defender a opinião de que, tendo pau no meio e sendo esse meio o meio do homem, não resta dúvida, é veadagem. A comitiva liberal de Campinas defendeu a tese de que não sendo o parceiro um outro homem e não sendo o pénis de material orgânico, não há homossexualismo na relação. Com o que a representação japonesa concordou prontamente. Mas ao conhecerem as dimensões de um pénis de plástico ocidental, os japoneses assustados, recuaram da sua posição e encostaram-se à parede para rediscutir o assunto. Já os campineiros foram firmes e colocaram um valioso axioma:
        - Entre quatro paredes, vale tudo entre duas pessoas de sexos diferentes.
        Ao que o egrégio professor Von Bussen contestou com mais uma contundente questão:
        - Um homem que se deixa enrabar por um travesti de pénis de plástico é homossexual?
        Os tradicionalistas, irritados, manifestaram surpresa, não conseguindo levar a sério a dúvida do professor. Eles afirmaram que qualquer encontro entre um homem e um travesti, que não seja para encher o segundo de porrada, só pode ser coisa de veado. Mas a comitiva de Pelotas observou que, se o travesti se tiver submetido a uma operação em Marrocos, ele perdeu sua condição de homem e, sendo o pénis inorgânico, trata-se de uma relação heterossexual como qualquer outra. O colombiano Fulvio Gimenez y Roblades, que até então se mantinha calado, pediu a palavra:
        - Um homem que se deixa enrabar por um travesti operado, mas usando um pénis confeccionado com material humano é homossexual?
        Uma discussão generalizada instala-se na assembleia. Durante horas não se chegou a nenhuma conclusão. Até que a alegre delegação de São Francisco argumentou:
        - Se o material utilizado for derivado do pénis extraído do próprio travesti, não há dúvida, existe um certo grau de boiolismo envolvido nesta relação. Mas, se o pénis em questão foi manufaturado com o material orgânico de um terceiro, não há homossexualismo.
        Os tradicionalistas, cada vez mais enfurecidos com os rumos da discussão, propuseram a aprovação imediata de uma moção: - Homem que gosta de chupar pau e dar o cu é veado.
Entre murmúrios gerais, a reunião ia-se encaminhando para um bom termo, uma vez que parecia não haver argumento capaz de derrubar este postulado. Mas o incansável professor Von Bussen apareceu com mais uma de suas brilhantes ponderações:
        - O homem que chupa o próprio pénis e enfia no próprio anus é homossexual?
        Os japoneses resolveram retirar-se da reunião por considerar a proposição fantasiosa e inexequível. Os tradicionalistas continuaram firmes nas suas suposições anteriores e voltaram a afirmar:
        - Tem cheiro de cu queimado e baitolice!
        Mas as delegações de Campinas, Pelotas e São Francisco reuniram-se para avaliar a questão e chegaram a seguinte conclusão:
        - Se o sujeito em questão estiver fazendo uso de seu pénis pensando no pénis de outro pode haver uma certa tendência homossexual, mas se o rapaz estiver pensando em outra coisa é apenas um prazer solitário.
        Os tradicionalistas voltaram a tumultuar o ambiente, exigindo que o congresso tomasse uma atitude de macho e definisse de uma vez por todas que:
        - Quem gosta de pau de homem, não interessa sexo, cor, credo, tamanho, família ou propriedade é homossexual.
        Mais uma vez a mente iluminada do ilustre pensador colombiano Fulvio Gimenez y Roblades fez-se presente com uma colocação para lá de pertinente:
        - O sujeito que chupa o pénis de um cachorro é homossexual?
        Mais uma vez os debates se acirraram. Alguns grupos tentavam observar que dependeria da raça ou do pedigree do  animal. Ninguém conseguia resolver se o sujeito em questão era ou não era homossexual, mas finalmente o congresso aprovou alguma coisa com unanimidade:
        - O sujeito que chupa o pénis de uma cachorro pode não ser veado mas, com absoluta certeza, é um porco!
        E assim se encerrou mais um encontro da Real Academia de Sacanagem - Secção Brasil, que se reunirá em breve para discutir as seguintes questões:
        - A mulher que só transa com travestis é lésbica? E a mulher que só transa com travestis operados é lésbica? Um travesti operado arrependido, que reimplantou um pénis de plástico para enrabar uma mulher é lésbico? Um homem que, depois de umas cervejas, chega em casa e transa com um travesti virtual e homossexual ou CD-ROM de bêbado não tem dono? Um homem que só faz sexo "papai e mamãe" com sua esposa uma vez por ano e, mesmo assim, com finalidades reprodutivas é homossexual? Ou é corno?
        Vamos esperar por mais brilhantes conclusões da Real Academia da Sacanagem.

Posted by Erótico e Sensual at 03:39 PM | Comentários: (0)

Fotografias da Erótica

Acabaram de pedir à Erótica para que ela colocasse fotos suas.


Como namorado dela, eu imponho uma condição:

- que ela coloque uma foto só depois de 75 pedidos vossos.

Assin.: Poderoso

Posted by Erótico e Sensual at 02:32 PM | Comentários: (1)

* Erótica *

Apetece-me algo diferente!
E estou aqui para vos perguntar que gostariam de ver por aqui hoje?

Sabem que sou ruiva, de olhos verdes e tenho 23 anos. Gosto de sexo e tudo oq ue se direccione no prazer a 2 ou a 3. Tenho por comapnhia aqui no blog, um grupo de fogosos, um deles é o meu namorado - o Poderoso - e acreditem, ele é mesmo poderoso - na cama, principalmente - levando-me aos píncaros do prazer!


Assin.:  * Erótica *

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Cuzinho bem feito

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Namorada do meu filho - 1ª parte

Vivo no Porto, Portugal e vou contar-vos o que me aconteceu ontem (11/10/2003), com a namoradinha do meu filho.
Tenho 37 anos, 1,78m, 86 kgs., olhos e cabelo castanho, e o meu filho é um rapaz com quase 16 anos, 1,84m, nadador. A sua namoradinha é a Joana, com 18 anos, morena, cabelo comprido, 1,75m, 55 Kgs, e um cuzinho arrebitado, que é um espectáculo.
O meu filho tinha treino ontem até ás 20,30h na piscina e pediu à Joaninha para que viesse ter com ele a nossa casa por volta das 21h que seria a hora em que o treinador o traria de volta.
A minha mulher e meu filho mais novo tinham ido ao shopping fazer as compras mensais e eu fiquei em casa adiantando a comida.
A Joaninha tocou à campainha e perguntei, naturalmente, quem era, nunca pensando que fosse ela, já que só deveria chegar ás 21H.
A Joaninha chegou por volta das 20,15H, com umas calças de ganga muito justas e uma t-shirt por fora, mas dava para perceber os bicos das maminhas (medida 36 disse-me ela depois).
Conversamos cerca de 5 minutos e fomos para a cozinha adiantar a janta, e ela se sentou na mesa que é em mármore.
Aí perguntei à safadinha que se passava com ela, já que o meu filho tinha tido uma pequena irritação no pénis, após ter uma relação com ela. Ela me disse que devia ser alergia ao preservativo, já que não tinha feito sexo com ninguém.
Ela meteu a sua mão entre as suas coxas jovens e fechou-as.
Perguntou-me se minha esposa demoraria muito. Perguntei o porquê dessa questão e aí ela me disse que gostaria de experimentar fazer sexo comigo, já que meu filho lhe tinha dito que eu chegava a casa muitas vezes tardíssimo e não acreditava que eu fosse só para os copos com os amigos e que deveria ter algumas amigas.
Fiquei atónito e sem reacção. Que deveria eu fazer? Tinha aproximadamente 35 minutos para foder a Joaninha.
Passei ao ataque e disse-lhe que não tinha preservativo e que meu pau era maior e mais grosso que o do meu filho (20cm x 5cm o meu), ao que me respondeu que já tinha começado a tomar a pílula e que o período tinha vindo há 6 dias atrás e não tinha medo em experimentar um pau grosso.

Beijei-a na boca, começando a minha mão a apalpar-lhe as mamas durinhas e bicos espetados na roupa. Abri com cuidado o fecho das calças e enfiei um dedo no clitóris e ela começou a gemer. Disse-lhe para baixar as calças e cuequinha e voltou-se a sentar na mesa da cozinha. Aí enfiei um dedo na sua cona e ela trincou-me a língua dizendo que meu filho não lhe fazia isso. Baixei os meus calções e ela pegou na minha piça e começou a esfregá-la na sua linda vagina, quase toda rapada e carnuda.
Pedi-lhe para ter calma já que me estava quase a vir, tal era o tesão e mandei-a mamar no meu pau. Chupou e eu vim-me e ela bebeu tudo e continuou a mamar, até que meu pau se levantou outra vez.
Sentei-a na mesa e ela me pediu para meter devagarinho já que meu pau era muito maior do que o do meu filho, aí foi minha vez de chupar. Ela gemia, puxava-me o cabelo, dava-me beliscões nas costas, até que se veio e aquela coninha de 16 anos, carnuda estava prontinha para levar pau. Encostei devagarinho a cabeça da minha piça nela e abri seus lábios vaginais e comecei a meter, a safada agarrou-se com força a mim e entrou tudo de uma vez.
Fomos para o sofá da sala e ela cavalgou em mim como uma vaquinha experiente. E me vim dentro de ela.
Pedi para se colocar de quatro e vi meu leite sair de dentro dela e escorrer-lhe pelas pernas. Comecei a passar-lhe a língua pelo cuzinho e ela estremecia a cada lambidela, até que lhe meti meu pau na boca, novamente, e comecei a meter-lhe um e depois dois dedos naquele cú ainda virgem.
Ela disse que tinha medo e que o nosso tempo estava a acabar, mas estávamos loucos.
Disse-lhe que todos tinham que tocar à campainha, já que não tinham levado chave, o que nos daria tempo para vestir, em caso de emergência.
Encostei a cabeça do meu pau no seu cuzinho e disse-lhe para ela empurrar, e caso estivesse a aleijar muito, que tirasse. Claro que aleijou e ela tirou.
Fizemos nova tentativa e desta vez ela tinha que sentar em cima do meu pau, claro que eu já não deixaria tirar.
Ela sentou e a cabeça entrou toda, ela gemia muito. Aí puxei ela para baixo e meu pau entrou todinho até aos meus colhões. Agarrei seu cabelo e puxei sua boca para mim, e beijando-a lhe disse para não se mexer e deixar o pau dentro para que se habituasse. Ficamos assim perto de 5 minutos até que ela começou a cavalgar. Até que nos viemos em conjunto e inundei aquele cu fenomenal. Voltou a chupar o meu pau todo. Ficou limpo.
Era tempo de nos vestirmos.
Disse-lhe que gostaria de a foder numa cama redonda, ideia que ela aprovou.
Será na próxima semana.

Posted by Erótico e Sensual at 02:16 AM | Comentários: (0)

Vício

 Um tipo entrou numa farmácia e comprou um caixa com seis preservativos. Abriu a caixa e deitou três no caixote do lixo.
        Espantado, o farmacêutico perguntou:
        - Porque é que o sr. fez uma coisa dessas ?
        - Estou a tentar largar o vício.

Posted by Erótico e Sensual at 02:13 AM | Comentários: (0)

Filha da vizinha

Vou passar a relatar o que se passou entre mim e a filhinha da minha vizinha enfermeira.
Vivo num 1º andar e tenho no 2º andar uma vizinha que é enfermeira e mãe solteira.
A filhinha dela é uma menina de 18, quase a fazer 19 anos este ano (2003), mas é muito bonita, e com um corpinho de levar qualquer um ao céu. Mas eu nunca me tinha verdadeiramente apercebido de que aquela menina que já conheço desde os 6 anos, já está uma verdadeira mulher. 1,65m, 45kgs, cabelo comprido castanho e uns lábios e olhos muito bonitos. Passo a chamá-la de Paula.
Aconteceu que sua mão nas férias de verão lhe ofereceu um computador, como prémio das boas notas que teve no Colégio, e sabendo a mãe dela que eu sou Engenheiro de Sistemas, logo tratou de me pedir para instalar vários programas no computador e a Internet. E ficou a funcionar bem.
Devido á inexperiência e poucos conhecimentos da menina, avariou uma série de programas e o windows teria que ser completamente instalado. Sou mãe veio pedir-me para eu lhe instalar tudo de novo. Disse-lhe que durante a semana iria ser difícil, mas que contasse comigo no fim-de-semana. E assim foi.
No sábado depois de almoço lá fui ao apartamento dela. Toquei á porta e foi a menina que me atendeu, vestida com uma t-shirt que lhe dava quase até aos joelhos, dando para perceber que não estava usando soutiã, mas não interessava já que seus peitos são duros, e se notava uma cuequinha muito pequena.
Perguntei por sua mãe e ela me disse que tinha ido para o hospital, já que entrava de serviço o meio dia.
Disse-lhe então que voltaria mais tarde, já que sua mamã não estava.
Aí ela me disse se eu tinha medo de estar sozinho com ela, mas que ela não tinha medo nenhum de estar só comigo (e deu um sorriso malandro). Disse: então tudo bem. Vamos lá ver o computador.
Fomos para o escritório e comecei por formatar o disco (como vocês sabem demora) e ela se sentou mesmo a meu lado e encostadinha a mim. Dava para sentir o calor de sua perna encostada á minha, já que eu estava de bermuda. Começou meu pau a subir.
Via as coxas da Paula, quase se vendo a cueca. Quando colocava uma questão, inclinava-se para a frente e roçava o seu peito no meu braço, e notei que já estava com os bicos durinhos, ou seja excitada. Comecei então a instalar o Windows.
E continuou naquele roço levezinho. Já eu estava excitadissímo e colocava a mão sobre o meu pau para ela não notar muito.
Aí falei para ela: Isto avariou porque andas sempre a teclar com os namoradinhos e depois dá nestes problemas.
Me respondeu dizendo: Namoradinhos não, Deus me livre, ainda se algum fosse como o vizinho valia a pena. Os novos não sabem namorar nem muito menos fazer amor.
Perguntei-lhe como ela podia dizer isso sem nunca ter experimentado (pensando eu que já não era virgem).
Disse-me que ainda era virgem em todo o seu corpo e que só perderia a virgindade com um homem de verdade e sem qualquer compromisso.
Eu adivinhando no que iria acabar esta conversa, arranjei uma desculpa, dizendo que me faltava um cd-rom e fui a casa buscar uma pomada analgésica. E voltei para lá.
Aí ela estava sentada na cadeira que eu estava ocupando antes e perguntei-lhe onde me sentava. Ela levantou-se e colocou-se encostada a mim em pé. Disse para se sentar (sem ter reparado que o banco onde ela estava antes tinha desaparecido) e ela respondeu dizendo que só se fosse no meu colo, já que não tinha banco. E eu disse para se sentar de lado para que eu pudesse mexer no teclado e rato.
Fiquei com o pau em brasa e ela dando conta disso, começou a mexer a perna e pedi-lhe para ficar quieta já que me estava a excitar e provocar.
Nem respondeu, agarrou-se ao meu pescoço e deu-me um beijo nos lábios. Afastei-a, dizendo que não podíamos fazer isso, já que sou casado, e aí ela voltou a me agarrar e, aí sim não resisti, demos um beijo na boca bem gostoso e demorado.
Meti a mão pela t-shirt e comecei a apalpar suas maminhas durinhas e beijando os biquinhos. Comecei a meter a mão por dentro das suas cuecas e logo notei que a safada estava toda molhada. Levei-a ao colo para a sua cama. Deitei-a e comecei a beijar-lhe o corpo e metendo a língua naquela gruta ainda por explorar. Ela gemia muito. Comecei a meter um dedo na coninha dela e outro no cuzinho ainda mais apertado.
Tentei meter dois na coninha e ela não aguentava. Daí tirei o meu pau para fora e ela começou a mamar, ainda que inexperiente. Demorou 5m e enchi toda a sua boca de leite o qual ela bebeu quase todo.
Coloquei ela em posição de frango e comecei a esfregar meu pau no seu clitóris e ela pediu para meter devagar. Assim fiz, tentei meter devagar mas a Paula não aguentava; coloquei então o creme analgésico, demos mais uns beijos, para o creme começar a fazer efeito. Pedi para ela ir buscar uma toalha de banho vermelha, já que iríamos sujar a cama. Então me deitei e ela veio por cima e começou a meter devagarinho, até que entrou tudo e eu sentia o sangue e leite dela escorrer pelas minhas bolas. Ela chora e dava gritinhos de prazer. Deitei-a e fui por cima e meti tudo de uma vez, já não doía muito a ela. Até que nos viemos ao mesmo tempo. Que loucura. Foi então a vez de arrombar o cabaçinho no seu cú. Não foi muito difícil para ela por causa do creme, mas meti lentamente e ela gozava feita burra. Coloquei-a em posição de quatro e comecei a meter alternadamente na cona e no cú. Passado 15 minutos me vim dentro de seu cú. Que delícia.
Fomo-nos lavar e claro que trepamos outra vez na banheira.
Agora todas as semanas o computador tem uma avaria e sempre quando sua mãe, muito gostosa também, está de serviço.

Posted by Erótico e Sensual at 02:07 AM | Comentários: (0)

Queres passar o dedo também?

Posted by Erótico e Sensual at 02:06 AM | Comentários: (0)

Sexo anal - continuação

PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS

Uma das primeiras coisas a serem verificadas é o motivo pelo qual ela não gosta de receber um pênis no ânus.


Nesse caso, sugiro que seja respondido este breve questionário:



1 – Você tem medo de sujar o pênis do seu parceiro


(0) (+1) (+2) (+3) (+4) (+5)



2 – Você sente tesão ao pensar em sexo anal


(0) (-1) (-2) (-3) (-4) (-5)



3 – Se sente constrangida em ter um pênis no seu ânus


(0) (+1) (+2) (+3) (+4 (+5)



4 – Acredita que uma mulher “de família” não faz sexo anal?


(0) (+1) (+2) (+3) (+4 (+5)



5 – Tem boas experiência com sexo anal?


(0) (-1) (-2) (-3) (-4) (-5)



6 – Sente dor no início da penetração


(0) (+1) (+2) (+3) (+4 (+5)



7 – Sente dor com o decorrer da penetração


(0) (+1) (+2) (+3) (+4 (+5)



8 – Sente prazer durante a penetração anal?


(0) (-1) (-2) (-3) (-4) (-5)



Nesse questionário a mulher deve marcar um dos seis parênteses, se ela marcar o valor 5, ela estará dando uma resposta muito afirmativa, ou seja, estará respondendo SIM, a pergunta, caso contrário, se responder 0, estará respondendo totalmente NÃO.


Some o valor das respostas. Observe que as respostas 2, 5 e 8 são negativas. Quanto mais negativo der o resultado, mais a mulher gosta de sexo anal, quanto mais positivo, menos ela gosta.


Vamos com o tempo escrevendo textos para debater respostas para cada uma das dificuldades que a sua parceira possa ter.


De imediato, podemos falar que uma conversa franca e aberta é um ótimo começo.


Para não encerramos esse texto sem uma das famosas dicas do Dicas de Sexo.

Posted by Erótico e Sensual at 02:01 AM | Comentários: (0)

No metro

 Um tipo entra no metro e diz:
        - Eu quero um cu!
        Como toda a gente olhou para ele, disse:
        - Obrigado, mas só quero um! 

 

Posted by Erótico e Sensual at 01:58 AM | Comentários: (1)

outubro 09, 2005

Piercing excitante

Posted by Erótico e Sensual at 07:58 PM | Comentários: (0)

Masturbação

 Qual nasceu primeiro, a masturbação masculina ou a feminina ?
        A masculina, pois é manual. A feminina é digital.

Posted by Erótico e Sensual at 07:39 PM | Comentários: (0)

Vem...

Posted by Erótico e Sensual at 05:50 PM | Comentários: (0)

Loucura

Tinha planeado ir à discoteca no sábado. Apesar do dia estar tristonha, com chuva intensa, mesmo assim não me demoveu de bebe um copo e aliviar o stress. Chegado à discoteca, alguns dedos de conversa com pessoal amigo, encostei-me ao bar para pedir um vodka com laranja… quando vou a dar o 1º gole, dou de caras contigo, uma bela mulher, com uma mini-saia de tarar. Estavas linda… uma camisola com decote, enfim… estavas demais. Se fosse combinado, se calhar não nos iríamos encontrar. Ofereci-te uma bebida e no momento em que estava a dar uma música que eu gostava, fui para a pista. Tu também foste e começamos a dançar… e eu olhava para ti e tu para mim….mas tinhas um olhar diferente… mais penetrante, quiçá sensual mas ao mesmo tempo selvagem… e aproximavas-te de mim….e nós sempre a dançar. Estavas de costas e chegaste-te mais….tanto que estavas grudada em mim… estavas com ar de safada e começaste a rolar e a roçar nas minhas calças… estavas a fazer tudo para teres aquilo que querias… sentiste o meu caralho a crescer dentro das calças e ainda te roçavas mais…e eu a gostar cada vez mais do teu jogo de cintura…a dança já ía bem grande… foi então que chegaste ao meu ouvido e sussuraste: “quero-te….quero-te agora… quero sentir a força do teu caralho… quero mamá-lo até à exaustão”… meu deus, como estavas louca de desejo… chupavas o dedo como que me incentivando… e a dança já se tornava mais sensual e sexual do que outra coisa… fui até ao Wc e entrei no reservado. Tentaram entrar e eu disse: “está ocupado”… mas continuaram a bater… e eu já chateado, voltei a responder, abrindo a porta: “não vê que está…”… foi então que dei de caras contigo… tinhas-me seguido… sem demoras, entraste no reservado e começaste a beijar-me, num doce e prolongado linguado… estávamos doidos de prazer… as minhas mãos percorriam as tuas costas e as tuas nádegas… levantei a mini-saia e comecei a brincar com a tua cona, o clitóris….gemias de prazer……hummm… e eu sempre a brincar com a tua cona…..molhava o dedo e colocava no teu cu….soltaste um gemido mais forte… demos conta que alguém tinha entrado no WC, mas não ligámos a mínima… e tu a beijar-me os peitos e eu a enterrar o dedo na cona e no cu, alternadamente, até que enfiei um dedo na cona e outro no cu….aí não aguentaste e esporraste-te toda para mim….que sensação….tirei o dedo da tua cona e meti-o na tua boca….hummmm….foi então que te abaixaste e começaste a mamar no meu caralho….as pessoas entravam no WC e tu sempre a chupar……que maravilha a língua a trabalhar e os teus lábios sedosos no meu caralho, vê-lo desaparecer na tua boca….e chupavas até aos colhões……hummmmm… levantei-te, beijei-te e encostei-te à parede, de costas para mim…beijava as tuas costas e sussurei-te ao ouvido: “vou enterrar o meu caralho todo no teu cu… “… “sim querido, fode-me o cu… enraba-me que eu não aguento mais…”… dei umas lambidelas 1º, enfiei a língua e comecei a fode-te com a língua, como tu gostas….por entre gemidos e gritos de loucura, que se misturavam com o som da música, não te contiveste: “humm….ahhh….enfia agora fofinha… mete o teu caralho duro no meu cu… quero senti-lo”… empinaste mais o cu e eu enfiei 1º a cabecinha… depois o resto bem devagar, até aos colhões….e comecei a foder bem devagar, a dar estocadas leves…foi então que sentimos que havia alguém no outro reservado… estava a bater à punheta, só de nos ouvir… isso deu-me mais excitação e comecei a bombar com mais força, a foder-te bem fundo e tu a gritar de prazer, como que a quereres que todo o mundo ouvisse a tua loucura e o teu prazer… fodia o teu cu e mexia no teu clitóris… até que não aguentei mais e esporrei-me no teu cu……..hummmm…..ahhhhhhhhh……esporramo-nos ao mesmo tempo e ficámos assim durante algum tempo……abraçados a deleitarmo-nos com a loucura que havíamos cometido… saí primeiro para ver se casta estava livre… depois saíste tu e ficámos por momentos à porta do WC, mas do lado de fora… quando fomos ao bar para buscar outra bebido, disseste-me:”adorei a nossa foda, mas quero mais….quero-te ainda esta noite”… bebemos alguma coisa e olhámos para o relógio….já era tarde, 5 da manhã, de fugida, despediste-te das amigas que te acompanharam à disco e acompanhaste-me…estava a chover imenso… Fomos para o carro conversando e rindo sobre o que tinha acontecido e quando eu fui abrir a porta pra ti, bateu uma rajada de vento que levantou um pouco a tua mini-saia. Foi quando te agarrei a dei-te um longo beijo… a chover intensamente, com vento à mistura, e eu a beijar-te loucamente e a mexer na tua cona… foi aí que eu disse: “quero foder-te agora……aqui em cima do carro, mesmo à chuva”…os teus olhos regalavam de prazer…num parque de estacionamento, com o perigo das pessoas surgirem a qualquer momento, mas não me contive… sentei-te em cima do capot, levantei mais a saia e lambi a tua barriguinha… fui descendo até às tuas coxas e cheguei à tua cona……hummmm…comecei a lamber o clitóris, de cima para baixo, de um lado ao outro, beijei, mordisquei e voltei a lamber… gemias e gritavas de prazer……empurravas a minha cabeça de encontro à tua cona e dizias: “não pares querido………hummmmmm lambe fofinho……lambe…..e nós todos molhados e eu sempre a lamber…..de cima para baixo, cima, baixo, cima, baixo, de um lado ao outro, cima, baixo… cheguei à entrada e enfiei a língua..e comecei a foder-te com a língua…..hummmmm……que saborosa a tua cona….tivestes orgasmos múltiplos……esporraste-te na minha boca….e pediste para te foder como um louco, para o enterrar todo até aos colhões…e assim fiz….enterrei o meu caralho na tua cona quente e acolhedora…….e comecei a foder……tu deitada em cima do capot e eu a foder-te como um louco… gritava de prazer e tu gemias tanto que me incentivavas ainda mais… apalpava as tuas mamas à medida que fodia…..e fodia cava vez mais depressa, uma estocada forte, outra e outra e mais outra……não aguentaste e esporraste-te outra vez….a chuva não parava nem a nossa loucura…… virei-te de costa e fodi-te à canzana….o meu caralho enterrado até aos colhões e eles a baterem no te clitóris à medida em que fodia…..uma mão nas tuas mamas e outra a mexer na tua cona…que loucura que estávamos a sentir…..viraste-te de repente e começaste a chupar o meu caralho…..a punhetá-lo e a mamar até aos colhões….sentias que me estava a esporrar a qualquer momento e disseste-me: “quero a tua esporra… vem-te na minha boca…na minha cara…quero senti-la toda… as nossas roupas espalhadas e nós feitos loucos de prazer……e continuaste a mamar insistentemente o meu caralho até que me estava a vir……começaste a punhetá-lo e do meu caralho surgiu alguns jactos de esporra que te inundaram a boca e a tua cara….estavas sedenta de prazer…passaste a mão pela cara e depois meteste o dedo na boca….que tesão que me estavas a dar… puxei-te para mim…..beijei-te e fiquei colado a ti…..todos nus e abraçados um ao outro….vestimo-nos e entrámos dentro do carro… lá fomos até a casa… deixei-te na tua e segui o meu caminho… no caminho disseste-me: “Foi uma loucura as nossas fodas. És um louco mas adorei muito. Deste-me enorme prazer”… Ao que eu respondi: “Só tu me fazes cometer estas loucuras… mas eu adoro… adoro estar contigo… foder contigo seja em que sítio for… o que interessa é estar contigo.”

Posted by Erótico e Sensual at 03:54 PM | Comentários: (0)

Freiras

   Três freiras, que moram juntas num prédio, encontram-se no elevador do prédio. Quando estavam a descer, reparam que está um bocado de esperma na porta do elevador. A primeira freira pega num bocado e prova:
        - Não há duvida, é mesmo esperma.
        A segunda freira também faz a sua provazinha e diz:
        - E não é de hoje.
        A terceira, para não ficar atrás, experimenta e remata:
        - E não é cá do prédio!!!

Posted by Erótico e Sensual at 03:52 PM | Comentários: (0)

Branco e negro

"Olá, tenho 27 anos, e casada a 4, e estes são sem dúvida os melhores tempos que vivi. O que gostaria de contar passou-se no verão passado.
O meu marido e eu estivemos recentemente em Africa (ver Experiencia em Moçambique) e o que se passou esta intimamente ligado a essa experiencia.
Depois de vir de Maputo, começei a provocar o meu marido para actos mais liberais (sexo anal) contudo a sua opinião de que tal pratica era contra-natura parecia irredutivel. Passado umas duas semanas, disse-me que concordava em exprimentar mas com uma condição, eu teria que usar uma venda nos olhos e estar algemada... ainda tentei contrapor a condição de estar algemada, mas acabei por ceder, pois afinal era um progresso, combinamos adquirir lubrificante e as algemas até ao fim-de-semana seguinte para que no Sabado podessemos realizar a pratica.
A minha excitação foi crescendo durante o resto da semana, e Sabado á noite depois de um serão de carinhos e um filme alugado, o meu marido interronpeu o silencio com "Estas Pronta?"
acenei afirmativamente com a cabeça e então pediu-me para me despir, e enquanto o fazia o Luis foi buscar os acessorios.
Abraçou-me e beijando-me a nuca pediu-me para nada recear. tirou duas almofadas do sofa colocando-as em cima da mesa da sala. Pediu-me para me aproximar e deitar de barriga nas almofadas. com umas cordas amarrou-me os tornezelos a cada pé da mesa, assegurando-se que fiquei de pernas bem afastadas, em seguinda passando a corrente das algemas numa das barras da mesa algemou-me as mãos, finalmente colocou-me a venda nos olhos. Sentia-me indefesa, mas excitada ao mesmo tempo, ouvio a despir-se, e a acariciar-me o corpo, a sua lingua percorreu-me as costas até mergulhar na minha ratinha, como era bom, começei a gemer freneticamente. Breves instantes depois senti o membro do meu marido a esfregar nos labios já humidos, afastando-os a procura da entrada. Duma só vez, o Luis enterrou o seu pau na minha rata, soltei um longo gemido, e começei a senti-lo a entrar e a sair, primeiro devagar e depois mais rapido. Passado uns momentos, no auge do frenezi o Luis veio-se na minha rata, enquanto eu atingia o orgasmo.
Em seguida pediu-me dois minutos porque queria lavar-se.
Aguardei naquela posição até ele regressar, começou por me perguntar se queria continuar, e ao dizer-lhe que sim, senti as suas maõs a afastar-me as nadegas e o gel lubrificante a escorrer pelo meu cuzinho. Os seus dedos massajavam-me o anus, até que sentir a pipeta do tubo do gel a entrar no meu rabinho. Senti o gel frio a invadir-me o interior, o Luis devia estar a despejar uma quantidade consideravel, no fim espalhou o restante nas minhas nadegas.
Umas das suas mãos segurou-me a anca, enquanto a outra guiava o seu pau para o meu buraquinho proibido.
Senti a sua cabeça a encostar e a fazer pressão, o meu corpo cedia a pouco e pouco, até aquele instante de dor latejante, pela extrema dilatação sofrida.
Naquela posição restava-me relaxar o melhor que podia enquanto aquele membro preenchia-me completamente.
Por fim estava todo cá dentro, o Luis devia estar muito excitado pois o seu sexo parecia muito maior.
Começou a foder-me o rabinho, a cada estocada a dor foi dando lugar ao prazer, não sei quantas vezes atingi o climax, por fim ele tirava-o cá para fora para o enterrar todo emseguida de uma só vez, o excesso de lubrificante escorria-me pelas pernas misturado com o suor dos nossos corpos. Por fim num gemido final senti o seu membro a encher-me o cuzinho de esporra.
Foi uma noite maravilhosa.
Dias depois, enquanto lia um livro, peguei no comando da aparelhagem e por engano liguei o video, para minha supresa era a nossa sessão de sexo. Pude então assistir a tudo, a camara esteve escondida no movel apanhando toda a mesa onde eu estava amarrada de lado. Vi o Luis a vir-me na minha cona, e os instantes que fiquei só para ele se lavar, vi-o a lubrificar-me, mas para meu espanto, o Luis afastou-se e no seu lugar surgiu um homem de raça negra, e foi este que me empalou toda enquanto o meu marido assistia.
Senti-me revoltada, mas ou mesmo tempo, satisfeita, por saber até onde o meu marido foi para agradar a sua mulher.
Nessa mesma noite contei-lhe que tinha encontrado o video e o que se passou."

Posted by Erótico e Sensual at 03:29 PM | Comentários: (0)

Jogo de futebol

 Num jogo de futebol com o estádio completamente cheio estava a Claudia Schifer numa das bancadas. De repente ela tira o casaco e o pessoal levanta-se e começa todo a bater palmas e a gritar. De repente ela tira a camisola e o pessoal começa a gritar mais ainda de euforia. Depois ela tira as calças e o pessoal começa a aplaudir e a gritar. Depois ela tira a t-shirt e o pessoal fica completamente passado e começa a gritar e a aplaudir ainda mais quando subitamente ela tira as cuecas e o pessoal fica todo calado. Não se ouvem palmas...Sabem porque é que o pessoal parou de bater palmas?
        Porque não se pode bater palmas só com uma mão!

Posted by Erótico e Sensual at 03:26 PM | Comentários: (0)

Morena deliciosa

Posted by Erótico e Sensual at 11:21 AM | Comentários: (1)

Sexo anal - Introdução

 

INTRODUÇÃO


O sexo anal na década de 90 era um tabu.


Atualmente ele passou de tabu para um desejo feminino. Pelo menos um desejo de boa parte das pessoas desse sexo.


Para algumas o anal é algo que acontece facilmente, para outras é algo bem complicado, cada uma tem o seu nível de dor, prazer, fetiche, atração, etc., por essa modalidade.


Quando a dor que a mulher sente é mínima ou zero, o prazer é máximo, e a sua atração psicológica é alta, essa mulher se torna uma adoradora desta modalidade.


Quando a dor é alta, geralmente o prazer é baixo, e a atração psicológica também é baixa, logo, essa mulher cria aversão a esse tipo de sexo.


Se você é homem e não gosta de fazer sexo anal, não tem problema nenhum em sua mulher não gostar de fazer. Agora se você gosta e ela não gosta a coisa se complica.

Posted by Erótico e Sensual at 11:19 AM | Comentários: (0)

Múltipla personalidade

 Um homem chega a casa de surpresa e encontra a mulher na cama com um tipo. Furioso, arranca o amante da cama e arrasta-o até à garagem, onde lhe põe o... hmmm... você sabe... no torno, aperta, e manda a manivela fora, então pega numa serra. Apavorado, o amante grita:
        - Calma, calma! Não vais cortá-lo , pois não ??
        O marido, com um brilho de vingança nos olhos, responde:
        - Eu não. Mas tu vais. Eu vou pegar fogo à garagem.
        - Múltipla personalidade?
        - Quem? Nós?

Posted by Erótico e Sensual at 11:10 AM | Comentários: (0)

Adoro essa mulher

Posted by Erótico e Sensual at 02:32 AM | Comentários: (0)

Vizinhos da frente

Há cerca de dois meses o apartamento defronte do meu foi ocupado por um casal na casa dos quarenta anos. Vivemos num condomínio fechado no Estoril e a janela do meu escritório dá directamente para a marquise da sala de estar desse casal. Ontem, estava eu a trabalhar no computador quando olhei pela janela e o movimento na casa dos meus vizinhos despertou-me a atençã.À vista desarmada parecia que a minha vizinha passeava-se toda nua na sala. Não hesitei, corri a buscar uns binóculos e resolvi ver com maior pormenor, era verdade, estava toda nua e não estava só, com ela estava o marido ou companheiro e mais três homens também totalmente nús. Ela dançava para eles e estes iam lançando-lhe toques no corpo, à medida que ela rodopiava. Um deles levantou-se e dirigiu--se a ela abraçando-a por trás, o marido aproximou-se pela frente e beijou-a na boca. Não tardou os quatro tinham feito uma roda com ela no centro. Tinha começado uma brochada "geral". Ora mamava num enquanto que as suas mãos trabalhavam mais dois, em simultâneo, deu para perceber que um dos homens, tinha um pixotão bem avantajado quer em comprimento quer em largura o que o destacava dos restantes dentro dos padrões normais. A minha pixa presa nas calças revelava grande tesão perante a sessão ao vivo que assistia.
Volvidos alguns minutos de chupadela colectiva, ela colocou-se de quatro no chão e um a um os homens iam penetrando-a primeiro na cona e depois dirigiam-se à sua boca para completar o trabalho. Quando chegou a vez do abonado, o seu corpo arqueou e atirou a cabeça para trás, mas aceitou aquele caralho enorme dentro de si. O individuo vibrava violentamente na sua cona, o que pareceia estar a dar-lhe um enorme prazer. Entretanto a minha tesão já era tão grande que resolvi chamar a minha mulher para assistir. Cedi-lhe os binóculos e comentou "que salganhada!" Entretanto já me tinha colocado por trás dela e começara-lhe a acaraciar as mamas a tesão também estava a apoderar-se dela, despia-a, dobreia-a sobre as costas do sofá e enfiei-lhe a minha picha na cona. Ela continuava com os binóculos , enquanto que eu limitava-me a ver com os olhos que a terra há-de comer aquele "gang-bang". Quando não é o nosso espanto o marido da nossa "amiga", colocara-se por trás do furador da sua mulher e apontou-lhe o caralho ao cú e desferiu-lhe uma estocada, o outro aceitou a penetração do amigo e os três encetavam agora um vai-vém cadenciado, os outros dois haviam-se colocado defronte da boca da mulher que alternando os ia mamando, não tardaram a vir-se na cara da mulher. Entre nós a excitação era enorme, havia retirado o caralho da cona alagada da minha mulher e aproveitando a lubrificação dos leites vaginais, enfiei-lho todo na peida, gemeu mas aceitou-o e acelerei os movimentos, ela gemia e pedia que me viesse não tardei a satisfazê-la, enquanto ela gritava "agora, agora", olhei pela janela e reparei que ao mesmo tempo os nossos três "amigos" estavam a vir-se. A nossa "amiga" parecia cansada mas satisfeita, a brincadeira entre eles parecia que ia continuar, pois os dois primeiros a virem-se já estavam a fazer um bruto sessenta e nove entre si, perante o olhar dos restantes três parceiros. Eu, ainda não satisfeito, coloquei a minha mulher a fazer-me um broche enquanto que com os binóculos na mãos continuava a ver os jogos de prazer na casa de frente, mas não durou muito pois a mulher levantou-se, dirigiu-se para a janela, espreitou para fora e não sei se nos viu ou não, mas correu as persianas e acabou o nosso show privado. As nossas brincadeiras só pararam depois ter inundado a boca e a garganta da minha mulher. Ficámos na dúvida se a nossa vizinha nos viu ou não! Comentei com a minha mulher que não me importava que eles nos convidassem para uma festa a 4 ou nós os convidássemos, mas não temos conhecimento suficiente para tanto. Vamos ver o que nos reserva o futuro.

Posted by Erótico e Sensual at 02:30 AM | Comentários: (0)

Lindas flores

Posted by Erótico e Sensual at 12:47 AM | Comentários: (0)

Massagem estimula pontos eróticos do homem e da mulher

Não é necessário conhecer nenhuma fórmula mágica para atrair a atenção do parceiro, mas conhecer algumas técnicas de massagem erótica pode ajudar a melhorar o relacionamento.

Indicada para mexer com a libido, essa massagem estimula os pontos eróticos. "É uma ótima idéia para casais que queiram melhorar o desempenho sexual ou sair da rotina. A massagem erótica estimula", diz Maria José de Almeida, terapeuta corporal.

Veja estas dicas: só com o toque dos dedos, exercendo uma pressão suave, esparrame um óleo essencial que, além de fazer a mão deslizar melhor, causa excitação. "O corpo humano é uma caverna cheia de segredos. Se não souber tocar não vai saber desvendar. Por isso o toque é tão importante", explica Maria José.

No homem, os pontos mais sensíveis ficam na região abdominal e nas costas, acima do cóccix. Na mulher, a região de maior sensibilidade é a peitoral, a pubiana e a nuca. "A massagem atinge o corpo todo, mas esses são os pontos principais", diz a terapeuta.

Mas a massagem vai além do conhecimento dos pontos eróticos do corpo. Os outros sentidos olfato, audição e visão também são importantes neste jogo. "Tudo fica mais intenso quando um ambiente mais erótico é criado. Use óleos aromáticos, música e roupas que tenham cores que estimulem a libido", ensina Maria José.

Prefira o laranja, o vermelho e o azul nas roupas. Evite o amarelo, que isola demais, o rosa, que causa apatia, e o branco, que não é indicado para momentos de erotismo. O preto pode ser usado somente nas roupas íntimas ou nos acessórios.

"O resultado da massagem pode ser melhor quando os dois aprendem. Só que o homem é mais fechado porque acha que isso altera a masculinidade dele, mas ele não deixa de ser homem por saber tocar uma mulher na cama."

Posted by Erótico e Sensual at 12:45 AM | Comentários: (1)

outubro 08, 2005

Banho de ouro

Posted by Erótico e Sensual at 03:40 PM | Comentários: (0)

Fondue de chocolate

 Ingredientes:


  • 500 grs. de chocolate

  • 200 grs. de natas

  • 3 colheres (sopa) de conhaque

  • Canela em pó a gosto

Confecção:


Numa caçarola, coloque o Chocolate para Culinária Nestlé partido aos bocados, e leve ao lume em banho-maria para derreter. 
Aromatize com o conhaque, junte as natas e a canela e misture. 
Ponha o Chocolate no rechaud e sirva com frutas da época: morangos, ananás, mangas, uva,  maçãs, bananas, e pedaços de Pão-de-ló. 

Posted by Erótico e Sensual at 03:39 PM | Comentários: (0)

Avó

         No dia em que o Manel fez 18 anos o pai dá-lhe 10 contos para ele "ir" às "meninas". Ia o Manel na rua quando encontra a avó:
        - Olá Manelito, onde vais?
        - Olá! Vou às meninas, o pai deu-me 10 contos!
        - O quê? Vais gastar 10 contos em meninas? Anda cá que eu faço-te o serviço de graça.
        E assim foi... Chega o Manel a casa e pergunta o pai:
        - Então Manel, como é que foi?
        - Olha, encontrei a avó no caminho e ela fez-me o serviço de graça.
        - Oh seu cabrão, então tu fodeste a minha mãe?
        - O que é que tem? Tu não fodes a minha?!?!?...

Posted by Erótico e Sensual at 01:58 PM | Comentários: (0)

Frango esperto

 Ingredientes:


  • 1 frango cortado aos bocados;

  • 1/2 chávena de bacon cortado aos cubos;

  • 1/2 chávena de champignons laminados;

  • 4 tomates maduros às rodelas;

  • 1 trufa cortada fina;

  • 1 colher de (sopa) de farinha;

  • 5 colheres de (sopa) de conhaque;

  • 1/2 chávena de azeitonas verdes;

  • 1 copo de vinho tinto;

  • manteiga q.b.;

  • piri-piri q.b.

Confecção:


Fritar o frango numa sertã com o bacon, e os champignons, tomates e as azeitonas, pondo manteiga suficiente para que o frango tome cor.
Rectificar os temperos de sal, caso seja preciso e de piri-piri, polvilhar com a farinha e deixar refogar um pouco.
Aquecer o conhaque, durante 10 minutos, mas em fogo lento,  e depois juntar ao frango e puxar fogo para flambear, deixando cozer mais 10 minutos.
Juntar o vinho e cozer mais 20 minutos.
Juntar a trufa e deixar guisar mais 5 minutos.

Posted by Erótico e Sensual at 01:55 PM | Comentários: (0)

Olhar provocante

Posted by Erótico e Sensual at 11:50 AM | Comentários: (0)

O trio

Vou contar uma historia que se passou comigo á cerca de um mês atrás, o meu nome é Miguel e depois de ter andado algum tempo a responder a vários anúncios respondi a um anuncio do Rui e da Teresa (nomes fictícios).
Passado um dia recebi a resposta deles depois de várias conversas no messenger resolvermos conhecermo-nos pessoalmente, combinamos encontro num bar depois de algumas horas na conversa eles convidaram-me a ir a sua casa.
O Rui tinha 51 anos e a Teresa tinha 49 e ambos elegantes embora a Teresa fosse um bocadinho Gordinha.
Ao chegarmos a casa deles e depois de um bocado de conversa o Rui e a Teresa começaram aos beijos e a despirem-se, a Teresa embora um bocado gordinha tinha um corpo bastante jeitoso e uns seios espectaculares.
Já completamente despidos a Teresa põe-se de joelhos agarra no caralho do Rui e inicia um magnifico broche, eu continuava sentado no sofá a assistir a tudo o que se passava.
De repente o Rui vira-se e diz, não queres vir juntar-te connosco, não me fiz rogado e comecei logo a despir-me.
Mal cheguei junto deles comecei logo a apalpar os belos seios da Teresa ela diz para eu me deitar no chão de barriga para cima, levanta-se e ajoelha-se de novo, mas agora por cima de min ficando a sua cona á disposição da minha língua e boca.
Enquanto eu lhe continuava a fazer um minete ela continuava agarrada ao caralho do marido.
De repente a Teresa levanta-se senta-se no sofá e diz ‘meus lindos para já chega de brincarem comigo agora quero ver vocês os dois a brincarem um com o outro’.
Eu fiquei um bocado aparvalhado sem entender o que se estava a passar o Rui ainda disse: Vá lá Teresa não comeces com as tuas coisas.
Se não quiserem acabamos já por aqui as brincadeiras disse a Teresa. E ali estávamos eu e o Rui em pé de pau feito sem sabermos o que fazer, de repente o Rui ajoelha agarra-me no caralho e pergunta posso? Eu que nunca tinha tido nenhuma experiência bissexual nem sabia o que responder, ele também não esperou pela resposta e meteu logo o caralho na boca e começou um belo dum broche.
Eu ali fiquei a receber um belo dum broche até que a Teresa se virou para min e disse achas bem estares só tu a receber, entendi logo o que ela queria dizer e pensei olha vamos a isto agarrei-me ao caralho do marido e iniciei o primeiro broche da minha vida.
Começamos ali num 69 enquanto a Teresa continuava no sofá a observar-nos enquanto se masturbava.
Assim como foi a Teresa que iniciou o 69 entre min e o marido também foi ela que o terminou ao mandar-nos parar e disse para nos deitarmos ambos no chão de barriga para cima colocou a cona na boca do marido e mandou-o fazer um minete enquanto me começou a fazer um broche, eu claro não aguentei muito mais tempo vim-me na boca dela.
Sentei-me um pouco no sofá a olhar para eles até que ela se vira para min e diz para ir fazer mais umas festas no caralho do marido, comecei um novo broche ao marido que pouco depois se vinha assim como a Teresa que também se veio praticamente na mesma altura.
Estávamos todos deitados no chão a descansar quando a Teresa disse: não pensem que vos vou deixar muito tempo e ao mesmo tempo começava a fazer festas e a lamber ambos os caralhos passado pouco tempo já estavam ambos em sentido e prontos para mais emoções.
A Teresa manda deitar o marido no chão deita-se em cima dele e põe o caralho dentro da sua cona, vira-se para min e diz: Miguel dá-me umas lambidelas no olho do cu. E eu lá comecei a lamber-lhe aquele botãozinho rosado, por vezes descia um bocadinho mais abaixo e sentia o caralho do Rui a roçar-me na língua.
Pouco depois a Teresa mandou-me parar e disse para eu lhe meter o caralho naquele cuzinho, custou um pouco a entrar mas pouco depois estava todo lá dentro.
Começamos então os três uma dança linda com os nossos corpos que algum tempo depois veio a resultar em três orgasmos intensos.
Depois no final da noite fiquei a saber que a Teresa tinha uma fantasia que era ter o controle sobre dois homens e ser ela a ditar as regras e graças a ela tive uma noite inesquecível.

Posted by Erótico e Sensual at 11:45 AM | Comentários: (0)

Pára-quedas

         Um dia, estavam dois tipos, que eram piloto, e co-piloto de um avião, a preparar o avião para uma viagem. Entretanto, chega uma freira, que vai falar com os dois:
        - Os senhores para onde vão?
        - Para Roma!
        - Olhe, os senhores desculpem, será que me podiam dar uma boleia, é que infelizmente perdi o avião e precisava de estar no Vaticano amanhã!
        - Tudo bem, não há problema!
        Durante a viagem, os motores do avião pifam. O piloto manda o co-piloto verificar os pára-quedas! O co-piloto volta todo alarmado, e diz:
        - Chefe, estamos lixados, só há dois pára-quedas, e nos somos três, como é que vamos fazer.
        Diz o chefe:
        - Olha, não se pode fazer nada, fode-se a freira !
        - Mas chefe, acha que ainda dá tempo antes do avião cair??

Posted by Erótico e Sensual at 11:38 AM | Comentários: (0)

Filtro regenerador

 Ingredientes:


  • 150 g de uvas passas sultanas;

  • 12 cerejas;

  • 12 framboesas;

  • 12 passas cristalizadas;

  • 1 pau de canela;

  • 1 raiz de gengibre fresco ou seco;

  • 1 maçã;

  • 1 litro de Moscatel de boa qualidade;

  • 1/2 litro de Vinho de Porto;

  • 3 cravos-da-índia;

  • 4 colheres de (sopa) de água de flor de laranjeira;

  • 5 colheres de (sopa) de mel puro.

Confecção:


Num recipiente fundo de cristal ou porcelana pôr todos os elementos inteiros, a maçã cortada aos bocados e juntar os vinhos.
Díluir o mel na água de flôr de laranjeira e juntar á mistura anterior.
Mexer suavemente com uma colher de pau.
Tapar e guardar em lugar fresco durante 11 dias.
Mexer suavemente uma vez, todos días.
Passados os 11 dias filtrar a mistura por um pano de algodão.
Espremer bem os sólidos e guardar em frascos escuros no frigorífico.
Beber um copo antes das refeições.

Posted by Erótico e Sensual at 11:37 AM | Comentários: (0)

Linda tanguinha

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Sob o sol

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Taxista

A minha história não é das mais originais mas foi bem quente. Sou taxista e fui começar um serviço à porta duma discoteca de Lisboa. Apanhei um casal....ela pareceu-me logo bêbada, mas ele parecia estar mais ou menos!
Quando estávamos a passar o Monsanto ela que o vinha a apalpar desde que entrou sacou-lhe o caralho para fora, e começou a masturbá-lo bem devagar por debaixo de um casaco que pôs no colo dele. Enquanto passámos por uma rotunda mais iluminada consegui ver que ele já estava teso, e que o casaco nada cobria...quando voltámos para as curvas escuras ela baixou-se e começou a chupá-lo e ele viu-me a ver e riu-se para o espelho...eu disse "então? como é? não podem esperar?" e ela disse "não"..."pare aí, se faz favor " ...eu ainda hesitei , mas quando ele insistiu eu parei mesmo...Encostei a uma berma e ela nem perdeu tempo ..tirou as calças de ganga e começou a arranjar-se para se montar nele...eu ainda esbocei uma reacção para eles pararem mas quando ela começou a cavalgar e comecei a ver aquele show privado, não consegui parar de ver...ela montava-o e eu no banco da frente virei-me e quando ele lhe começou a apalpar as mamas e a pôs em tronco nú, eu abri a berguilha e desatei a masturbar-me...entretanto ele quis penetra-la à canzana e como nã tinham espaço, ele saiu do carro , deu a volta e de pé no meio do monsanto desatou a fodê-la...eu quase me vinha primeiro que eles...ela gemia imenso e eu estava a adorar...ele começou a dizer que se ia vir e para que aguentasse mais um pouco saiu dela e perguntou-me se eu queria.....eu ainda hesitei...mas quando ela me disse (melhor me gritou "ANDA!" ...eu não resisti...levantei-me e omi-lhe aquela racha com toda a força...ela parecia estar a adorare quando começou a dizer que se estava a vir não aguentei e esporrei-me todo.....ela ainda estava a arfar do 1º orgasmo e ele tirou-me dela e continuou mais uns 2 minutos até se vir....ela ficou logo sóbria e eu desatei a fazer perguntas até casa deles....foi lindo.....o problema foram as nódoas no banco de trás.

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Karaté

         O filho para o pai:
        - Pai, a casa já foi assaltada 3 vezes este mês, devíamos comprar um cão.
        - Tens razão filho. Toma lá 200 contos e compra um verdadeiro assassino.
        O filho lá foi à loja de animais:
        - Quero comprar um cão muito mau, um verdadeiro assassino.
        O vendedor:
        - Só um momento que eu vou buscar.
        Passado um bocado ele volta com uma caixa de sapatos esburacada
        - Aqui está ele. Chama-se Karaté.
        - O quê?!?! Esse cãozinho minúsculo?!?!?
        - Repare só naquela mesa - e diz para o cão: - Karaté.. mesa.
        Kasttcabum - acaba o cão com a cadeira. O miúdo fica de boca aberta.
        - Então vou levá-lo.
        Chegado a casa, mostra ao pai o Karaté:
        - O quê??!?!? Essa coisinha?!?!
        - É o Karaté.
        - Karaté, o caralho.
        - Kratrumbradrontuff!!!

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Tiro?

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Filetes de linguado com Molho Branco

 Ingredientes:


  • 700 g de filetes de linguado;

  • sal q.b.;

  • sumo de 2 limões;

  • 2 colheres de sopa de manteiga.

Para o molho branco:


  • 4 dl de leite completo;

  • 2 colheres de sopa de alcaparras;

  • 2 colheres de sopa rasas de farinha;

  • 1 pacote de natas.

Confecção:


Tempere os filetes com o sumo de limão e um pouco de sal.
Deixe tomar gosto por 30 minutos.
Com uma colher de manteiga barre muito bem um pirex e, coloque o peixe, com a outra colher de manteiga faça nozinhas e distríbua sobre os filetes, leve ao forno por +- 30 minutos, regando o peixe com o próprio molho.
Entretanto leve ao lume num tachinho a manteiga a derreter, junte a farinha mexa bem sem deixar queimar.
Adicione o leite misturado com as natas e mexa até engrossar.
Retire o peixe do forno.
Misture as alcaparras ao molho branco e verta sobre o peixe.
Polvilhe com um pouco de queijo ralado (fac.) e leve ao forno a gratinar.
Sirva com arroz branco solto e uma salada verde.


Posted by Erótico e Sensual at 12:23 AM | Comentários: (0)

Senta-te aqui

Posted by Erótico e Sensual at 12:21 AM | Comentários: (0)

Festa de aniversário de casal

Eu e a Paula minha mulher de 42 anos, tinhamos praticamente apenas três meses de iniciação em actividades swinger quando fomos convidados para a festa de aniversário de um casal, com o qual tinhamos tido apenas uma vez relações anteriores. Relações, que por sinal até foram muito gratificantes, pois exploramos muito bem situações entre nôs de troca e até de trios, dois para uma e duas para um.

A festa seria no Algarve, numa vivenda alugada por um fim de semana para o efeito.

Chegamos por volta do meio dia de um Sabado, para alem do casal festejante o qual conheciamos bem, todos os outros nos eram desconhecidos, fomos por isso apresentados, connosco contavam-se seis casais no total, de idades compreendidas entre os 25 da menina mais nova e os 48 de um senhor que me deixava assim tranquilizado por não ser o mais velho, já que estou nos meus 47 anhinhos. Mas para alem dos casais estranhamos a presença de pelo menos uns oito homems sós bem como de algumas meninas.

Depois de farta almoçarada e tarde de bebidas inesqueciveis o ambiente começou a aquecer e notavam-se já muitas trocas de casal com todo o mundo já muito despido de preconceitos e roupa tambem, as meninas quase todas em cuequinha fio dental, topless e algumas já e apenas como vieram ao mundo, nuazinhas por completo.

Por volta das nove da noite deixei de ver a Paula tambem não me importei muito, tinha por companhia a menina mais nova de 25 anhinhos um autentico docinho de corpo escultural e quente como o sol, subimos a um quarto vazio e passamos horas de puro prazer para mim estava no paraiso, pois fazia bastante tempo em que não me passava pelo dente tão nova borrachinha, era casada á apenas um ano, o marido segundo disse era bi mais para o lado homo e assim ela não chegava a aquecer por isso acordaram em entrar no circulo swinger, para mim lamber e beijar a sua ratinha foi como mel e desbravar o seu buraquinho traseiro bem como a sua ratinha apertadinha inesquecivel, e por assim dizer perdi o sentido ao tempo e ao mundo exterior, até que por volta das quatro da manhã uma fome destemivel me agarrou e fez baixar a este mundo.

Desci ao piso inferior até á cozinha procurando algo para mastigar e beber e encontrei um dos homems que tinham vindo sós, estava muito alegre e excitado, dizendo que esta festa estava a ser das melhores em que já tinha estado, era amigo do casal festejante e até já tinha estado com eles a sós noutras ocasiões, depois foi dizendo que uma das mulhers casadas que vieram á festa estava num quarto do primeiro piso a dar uma geral, desde o principio da noite para todos os homems que a quizessem, era uma mulher de sonho, com um cu de estalar e que mamava que nem uma louca, tinha estado a aviar dois homems de cada vez, praticamnete todos os homems que vieram sós e alguns com as mulheres já a tinham comido, ele já a tinha fodido tambem, mas queria tentar outra vez antes que ela fosse embora, pelo que me perguntou se não queria ir com ele.

Um pouco curioso e tambem excitado concordei, subi ao piso superior a porta do quarto estava fechada, ao que o outro me disse, ela ainda esta com dois homems temos de esperar, passados uns dez minutos sairam do quarto dois homems bastante alegres que disseram, aproveitem que ela disse que só atendia mais dois hoje, entramos e qual não foi o meu espanto quando vejo a minha mulher completamente nua e de pernas abertas deitada na cama, ela olhou para mim e eu para ela mas nada dissemos fizemos como se não nos conhecessemos, tambem o lapso de tempo foi minimo pois o outro imediatamente lhe enfiou o seu caralho na boca dizendo chupa puta és mesmo uma grande puta e eu para não ficar a olhar disse, olha deixa que ela se ponha de gatas para lhe comer o cu enquanto ela te chupa, e assim fizemos desnecessário será dizer que o cu da Paula estava completamente aberto e o meu caralho entrou nele como que a dançar, tambem tinham sido pelo menos uns dez antes de mim nessa noite a espetá-lo nela, pois com o cu que ela tem nenhum deve ter resistido á tentação o outro durou pouco e esporrou-se na boca dela completamente e pouco depois saia do quarto deixando-nos sós.

Partimos no Domingo pelas sete da tarde e só falamos no assunto quando chegamos a casa, quando a Paula me contou como tinha sido a sua noite anterior e como tinha aviado quase todos os homems da festa como tinham sido as fodas e que todos quizeram comer-lhe o cu, bem como todos os promenores que ainda tinha bem vivos, segundo disse aviou dois de cada vez, chupava num enquanto o outro lhe comia o cu, depois trocavam e tambem lhe foderam a cona, alguns só quizeram mesmo cu, outros só broche, cada vez que saiam dois, ela dizia para avisar os seguintes para esperarem uns minutos para ela se limpar, tal como lhe contaram ser como faziam as Putas de bordeis baratos, segundo disse adorou ser a Puta da festa, disse-me que sempre teve desejo de dar uma geral e que se eu não ficar aborrecido gostava fazer o mesmo noutra festa pelo menos mais uma ou duas vezes se se proporcionar.

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Impotência

         Uma mulher vai ao médico para este lhe receitar um remédio para a impotência do marido. Ele receita-lhe umas gotas só que se engana e na prescrição escreve 30 gotas no lugar de 3. No outro dia aparece lá a senhora.
        - Então Dona Amélia? De novo por aqui? Não me diga que o remédio não deu resultado.
        - Deu, deu ! Vinha agora era pedir uma espécie de antídoto que é para ver se os homens da funerária conseguem fechar o caixão...

Posted by Erótico e Sensual at 12:05 AM | Comentários: (0)

Preto e Branco III

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Faisão romântico

 Ingredientes:


  • 1 faisão;

  • pimenta;

  • 2 folhas de videira;

  • 1 cebola;

  • sal;

  • 2 fatias de toucinho;

  • 200 g de margarina;

  • 1 dl de vinho branco seco;

  • 100 g de castanhas;

  • 400 g de couve-de-bruxelas.

Confecção:


Arranjar o faisão, passando-o por água corrente e enxaguando com papel absorvente.
Esfregar com pimenta por dentro e por fora.
Lavar as folhas de videira e colocá-las no interior do faisão.
Atar as fatias de toucinho ao faisão.
Derreter a margarina numa frigideira e dourar a ave de ambos os lados durante 10 minutos.
Entretanto, descascar a cebola, e cortar às rodelas.
Arranjar as couves.
Descascar a cebola e cortar às rodelas.
Arranjar as couves.
Descascar as castanhas e cozê-las durante 10 minutos, pelando-as em seguida.
Retirar o faisão da frigideira e alourar as rodelas de cebola, colocando por cima as couves-de-bruxelas e as castanhas.
Regar com o vinho branco e temperar com sal e pimenta.
Retirar o toucinho e colocá-lo sobre os legumes.
Tapar e deixar cozer durante 45 minutos.
Servir o faisão numa travessa, rodeado pelas  couves-de-bruxelas e castanhas.

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outubro 07, 2005

Na varanda

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Tarde bem passada

Tudo começou na casa de um amigo meu , estava eu ainda a estudar. Era eu e mais dois amigos a ver um filme porno que tínhamos alugado passado algum tempo toca a campainha, eram duas colegas nossas que estávamos esperando. Não estávamos a pensar que nada disto fosse acontecer, apenas não tivemos aulas e como esse amigo que passarei a chamar de Pedro morava perto decidimos ir para lá.
Como já estávamos bem excitados não parámos o vídeo propositadamente para elas verem.
Então sentaram-se no sofá e continuamos a ver. Começaram a dizer que não gostavam nada de ver esse tipo de filmes mas percebemos logo que estavam a gostar e aquilo era só para disfarçar a excitação delas. Puxei uma delas (Inês) para perto de mim, mais precisamente para o meu colo e começava a passar a mão pelo corpo dela..na barriga, nas pernas...em direcção aos seios...seguia para o seu sexo..ela dizia para parar mas sentia que desejava exactamente o contrário por isso continuei. Ela acabou por ceder. Quando olho para os meus colegas estes já estavam a dar "conta do recado" á Carla (a outra amiga) um ia apalpando os seios o outro o sexo.
Elas olharam uma para a outra e notei num sorriso como se falassem por gestos, então logo a seguir a inês agarrou nas minhas mãos e apertou-as uma no sexo dela a outra nos seios...eram durinhos ...eram perfeitos. O meu caralho já parecia que arrebentava as calças ela notou isso pois estava sentada no meu colo. Comecei a beijar o pescoço dela...mm... estava bom demais. Ela virou-se para mim uma perna para cada lado ao meu colo beijou-me ...senti a língua dela "abraçar" a minha como era bom aquele beijo. Comecei com a ajuda dela, a despi-la a desabotoar a camisa dela e a ver aquele sorriso maroto podia ver os seios perfeitos no tamanho certo por baixo daquele soutien, quando tirei o soutien dela mmmm beijei logo os seios dela e comecei a chupá-los era delicioso aquela sensação de seguida tirei a minha t-shirt e comecei a desapertar as minha calças ela então fez o mesmo, levantou-se e tirou as calças dela e tb com a minha ajuda tirei-lhe as cuecas . mas que cona tão linda um pouco depilada mas não demais apetecia-me logo chupar-lhe mas antes disso ela tira-me as cuecas e "salta" o meu pau...parecia pedra de tão duro que estava ela pega nele fez alguns movimentos como o fosse punhetar e "atira-se" a ele com aquela maravilhosa boca, parecia que fazia milagres. Começa então com movimentos para cima e para baixo nisto olho para os meus amigos e já está ela, nua a chupar alternadamente um e outro ora chupa um enquanto com a outra mão vai punhetando o outro, ora chupa o outro (para quem não gostava de filmes porno estas eram umas mestras no assunto) passado algum tempo, depois de nos recompor as forças fomos tomar um banho mas apenas fui eu e a carla o resto ficou na sala.
A banheira ainda era grande pois cabia-mos á vontade nós os dois e se fosse perciso ainda havia espaço para mais um então depois dela estar cheia de água, deitámo-nos nela de frente um para o outro .. eu olhava-a nos olhos até que resolvi chegar-me mais perto ela com as pernas abertas e encostei-me a ela nisto mexemo-nos um pouco para a penetrar mas com muita calma. Começamo-nos a beijar os seios dela encostavam no meu peito podia sentir os bicos bem duros adorava sentir aquela lingua saborosa, os nossos corpos bem mulhados em todos os aspectos. Sem sair de dentro dela, chupei os seus seios, ela gemia. Começamos a nos mexer e beijamo-nos a toda a hora , abraçamo-nos. Nisto ela susurra-me ao ouvido .." quero que me enrrabes" ... como era bom ouvir essas palavras.
Deito-me na banheira ela apoiando-se nos lados desta, vai descendo devagar. Quando sente a "cabeça" do meu sexo encostar no rabinho dela de repente deixa-se cair soltando por isso um grito pois tinha entrado tudo de uma só vez na sala ouviram o grito mas apenas a inês veio ver o que se passava quando ela entra no w.c. olhamos para ela e a inês com um sorriso começou a passar as mãos por todo o seu corpo .. chupando os dedos e enfiando-os no sexo ... voltando a chupá-los sentindo assim o próprio gosto nós (eu e a carla) continuámos ... ela começava a subir e a descer cada vez mais depressa até que disse-lhe que estava quase a vir-me ela , continuou e cada vez mais depressa, acabei por gozar dentro dela .. nisto abraçamo-nos e deixamo-nos ficar assim durante algum tempo e beijando-nos alternadamente com os abraços a inês que tinha presenciado a tudo isto tb já se tinha vindo deitando-se comnosco ficando a carla no meio e eu beijando as ao mesmo tempo ... tres bocas .. tres linguas...

Posted by Erótico e Sensual at 10:39 PM | Comentários: (0)

outubro 06, 2005

Inspecção na aula

         Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector. Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, que eles não deveriam ficar nervosos e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
        Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
        - Pode ser esse menino ai na primeira fila. Leia isto em voz alta.
        O garoto olha para a professora, que enquanto o inspector estava a escrever pegou numa caneta e começa a soletrar :
        - Ca-ne-ta!
        - Sim senhor, agora isto. - e volta a escrever, desta vez BORRACHA - Você aí ao lado agora.
        Mesma cena e o garoto:
        - Bo-rra-cha!
        - Hmm, afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo. - e ele escreve SINO
        O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
        - Pu-nhe-ta!

Posted by Erótico e Sensual at 06:40 PM | Comentários: (0)

Espetadas de camarão com molho tropical

 Ingredientes:
Para 6 pessoas


  • 1 kg de camarões grandes, limpos e crus;

  • 1 colher de sopa de gengibre ralado;

  • 2 dl de leite de coco;

  • 2 colheres de sopa de azeite;

  • 1/2 colher de chá de cebola em pó;

  • sal q.b.;

  • 1/2 colher de chá de manjericão picado;

  • 1 colher de chá de alho em pó;

  • 2 chávenas de chá de papaia cortada aos bocados;

  • 1 chávena de chá de ananás cortado aos bocados;

  • 1 cebola roxa picada;

  • 1/2 colher de chá de folhas de tomilho picadas;

  • 1/2 colher de chá de alecrim esmagado;

  • 2 dentes de alho picados;

  • 1 pimento vermelho ou outro;

  • 2 tomates grandes assados;

  • 2 colheres de chá de pimenta preta moída;

  • 1/2 colher de chá de picante tabasco;

  • 1/2 colher de chá de orégãos.

Confecção:


Se tiver espetos de bambu, deixe-os de molho em água durante cerca de 20 minutos. Retire os espetos da água e espete os camarões.
Caso não tenha espetos de bambu, faça com espetos normais sem ser preciso ficarem de molho.
Misture o alho em pó, a pimenta e os outros tremperos. Polvilhe por cima dos camarões e deixa-se tomar gosto durante +- 20 minutos.
Leve um tacho ao lume com o azeite para aquecer. Junte a cebola picadinha, os alhos e o gengibre. Deixe refogar até as cebolas ficarem transparentes.
Junte o tomate assado sem peles nem sementes, o pimento limpo e cortado aos bocados, o ananás, a papaia e o leite de coco.
Reduza o lume para médio e deixe cozer até que engrosse.
Retire do lume e com a varinha reduza a puré.
Rectifique os temperos caso seja necessário.
Entretanto grelhe os camarões durante 2 minutos e meio de cada lado.
Sirva imediatamente os camarões acompanhados com o molho.

Posted by Erótico e Sensual at 06:15 PM | Comentários: (0)

outubro 03, 2005

Duche gostoso

Posted by Erótico e Sensual at 11:47 PM | Comentários: (1)

Festa de finalistas

Olá, Chamo-me Paula, tenho 25 anos e o que vos vou contar passou-se quando tinha 18 anos. Mas antes vou me descrever. Tenho 1,62m, 50Kg, loura de olhos azuis, peito avantajado, de resto normal, mas segundo me dizem sou muito bonitinha e tenho carinha de miúda.
Cedo comecei a dar as minhas saidinhas e transas com os namorados e amigos, mais propriamente aos 12 anos. Por isso quando se passou o que vos vou contar já tinha alguma rodagem de transar e de muitas maneiras, mas esta foi uma transa especial de que nunca me irei esquecer, até porque foi única até hoje.
Antes de ir para a faculdade, decidimos, eu e todos os colegas de curso que tínhamos de comemorar o final de curso secundário. Assim combinamos fazer uma grande festa de finalistas com baile e tudo, como manda a tradição.
Assim foi, só que havia um problema, como essa festa era na escola, tinha de acabar tudo antes da 1.00 hora da manhã. Mas claro que combinamos logo que quando terminasse ia-mos para casa de um de nossos colegas que tem uma casa enorme e disponível. Pois os pais dele moravam em outra casa no campo.
Assim foi, quando saímos do baile, fomos um grupo grande, cerca de 40 pessoas, para casa dele onde continuamos a festa até cerca das 4 da manhã, quando o pessoal começou a ir embora para suas casas, ou para, enfim... estarem mais à vontade com as respectivas namoradas... rs
No final da festa ficámos somente eu a Susana e a Carla, com mais 6 rapazes, o Carlos o João, o Fred, o Tó, o Vítor e o Eliseu, que tínhamos todos sido colegas durante os 3 anos de curso. Eu cheguei durante esse tempo a namorar com o Fred, o Tó e o Eliseu, cada um de sua vez, claro, e ficamos todos bons amigos.
Não sei já quem foi, mas alguém teve a ideia de começarmos a jogar Strip Poker, e como já estávamos todos muito alegres, achamos uma bela ideia, até eu, que se bem que gosto de transas meio malucas, mas sempre fui um pouco pudica no que respeita a nudez, pelo menos até essa altura.
Resultado foi que o primeiro a ficar todo pelado foi o Carlos acompanhado de uma risota geral... diga-se que o Carlos era um rapagão muito bem constituído e musculado, fazia Surf e ginásio, muito bonito, alourado e sempre bronzeado. Logo de seguida fui eu que fiquei sem minhas roupas e logo reparei no olhar daqueles 6 rapazes que parece estavam querendo me comer viva... tenho de confessar que se estava meio acanhada com a situação senti um certo prazer em despertar aqueles olhares. E assim continuaram um a um se despindo até que o ultimo ficou pelado também, o Eliseu. Tal como as regras do jogo, que tinham sido combinadas antes, o ultimo a perder as roupas seria o vencedor e como tal daria um castigo a quem quisesse, que funcionava como um prémio.
Imaginem o que ele decidiu? Voltou-se para a Susana e para a Carla e mandou-as deitarem-se em cima da mesa da sala beijando-se e acariciarem-se. Eu fiquei zonza, nem queria acreditar, pensei logo que elas iriam barafustar e não quisessem, mas para meu espanto fiquei boquiaberta vendo minhas amigas se beijarem e percorrendo o corpo nu uma da outra com caricias e beijos... acho que na hora devo ter corado, sentia um calor enorme na minha face, meus olhos estavam esbugalhados, não sabia o que fazer, minha cabeça dizia-me para me vestir e sair dali, mas minhas pernas não obedeciam e meus olhos não se desviavam nem por um segundo daquela cena inédita, meu Deus, que situação... eu nunca tinha feito a mínima ideia de que as minhas amigas afinal eram lésbicas, fiquei só sabendo naquele momento e porque o Fred que estava ao meu lado me disse. Nem queria acreditar mas confesso que aquele espectáculo me começou a excitar, vendo aquelas duas belas raparigas se esfregando e agora fazendo um belo dum 69, mergulhando suas línguas na racha uma da outra... eu sentia-me vibrar, sentia-me completamente molhadinha, os bicos de meu peito estavam erectos e duros de tesão...
O Eliseu que me tinha estado a observar ordenou-me: - Vai ajudar as meninas, elas estão desejosas de te provar!
Não sei o que se passou comigo naquele momento, mas parecia que tinha uma mola debaixo de mim e num pulo cheguei-me ao pé delas. Não sabia o que fazer, afinal eu nunca tinha estado com uma mulher, tudo aquilo estava a ser novo para mim, estar a transar com duas mulheres e estar sendo observada por 6 machos cheios de tesão.
Elas se encarregaram de mim. Deitaram-me de costas em cima da mesa e começaram a dar-me um banho de língua... como era bom aquilo, elas sabiam exactamente onde eu era mais sensível... a Carla no meio de minhas pernas lambia-me desde o interior das minhas coxas, até ao meu grelinho, percorrendo toda a minha rachinha, enquanto que a Susana chupava-me os biquinhos do peito enquanto me passava os dedos de sua mão pela minha boca que se abria para lhos chupar também. Rapidamente cheguei ao meu primeiro orgasmo que foi brindado com elogios dos observadores, mas elas não me deixavam mais, a Carla já subia por mim acima enquanto que a Susana agora se posicionava na posição anteriormente ocupada pela Carla, começando uma dança fervilhante em toda a minha coninha que estava bem molhadinha e louca de desejo. A Carla aproximou-se de mim, beijando-me o pescoço até que me beijou na boca, enfiando sua língua dentro dela, eu não resisti. De olhos fechados entregava-me por completo aquelas duas deusas do amor que me estavam proporcionando sensações nunca antes experimentadas por mim. A Língua de Carla na minha boca excitou-me por demais, tinha o gosto de minha coninha nela e fizemos a duas um dos maiores linguados que me lembro de Ter feito... até que novo orgasmo aconteceu entre gemidos de prazer, meu corpo contorcia-se de prazer infinito, nem me lembrava já que tinha seis pares de olhos famintos me observando, observando todo aquele deboche... Foi só quando ouvi nova ovação deles que despertei abrindo os olhos e vendo-os já bem perto de mim me rodeando e se preparando também para entrar na festa. Reparei ainda que estavam todos de cacete levantado e bem grandinho. Todos eles eram bem aviados, se bem que nada de descomunal, todos entre os 18 e os 20cm, por 4 a 6 de grossura.
De novo fechei os olhos pois a Susana continuava me chupando o grelinho... foi então que comecei a sentir a presença dos rapazes me rodeando, sentia as suas mãos percorrendo o meu corpo, me apalpando as mamas, as coxas, as pernas... delirei com tudo aquilo, eu estava sendo o centro de todas as atenções.
Sentia uma boca em meu mamilo esquerdo, outra no mamilo direito, outra em minha boca, no meu pescoço, na minha rachinha, estava completamente banhada por bocas e línguas a darem-me um prazer que nunca tinha sentido. Novo orgasmo... aaaahhhh... eu gemia alto, gritava de prazer com minhas contracções... abri os olhos de novo e para meu espanto a Carla e a Susana tinham sido substituídas pelo Eliseu e pelo Fred... elas estavam as duas no sofá trocando caricias e beijos, pois não estavam muito afim de se misturar com os rapazes...
Ali estava eu entregue a meus seis amantes, que de seguida começaram por fazer uma rodinha em que vinha um e enfiava-me o seu cacete na coninha onde ficava estocando durante um minuto, tirando e dando o lugar ao seguinte... enquanto isso eu ia abrindo minha boca e ia fazendo um boquete a outro que ao fim de novo minuto era substituído por outro... isto até todos terem rodado, durante este período de tempo tive mais dois gozos... de seguida o Carlos pegou em mim pôs-me no chão e fiquei de quatro... nova rodinha e enquanto um me fodia a cona por trás, outro oferecia-me o seu caralho que eu avidamente chupava, que delicia... enquanto isto iam-me xingando, chamavam-me nomes, como sua puta vou-te foder essa cona toda, eu adorava isso sentia-me uma autentica putinha na mão daqueles 6 machos. Enquanto decorria aquela rodinha e chegada a vez do Tó, que sabia muito bem meus gostos, pois tinha sido ele que me iniciou no sexo anal, decidiu enfiar o seu cacete no meu cúzinho... deitou um cuspo no meu olhinho e começou a forçar a entrada... doeu um pouco no inicio, mas com geitinho lá enfiou todinho até eu sentir o saco bater-me ma coninha... fechei os olhos e entreguei-me por completo nas mãos, ou melhor, nos cacetes, daqueles machos. Eles continuavam rodando, eu já nem sabia quem estava onde, não sabia quem me fodia só sentia entrar um cacete me fodendo e ser substituído por outro, e por outro e por outro... por vezes faziam uma penetração na vagina, outra no cúzinho... estava uma maravilha, perdi o conto de quantos orgasmos tive... por vezes sentia que estavam gozando dentro de mim, ora na vagina, ora no cúzinho... mas não me interessava quem, só queria era gozar, sentia um volúpia indescritível, os orgasmos sucediam-se a uma tal rapidez que eu nunca pensei que fosse possível... eu tinha há muito uma fantasia que era ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, e aquela festinha me estava a proporcionar aquela fantasia em triplicado.
Abri os olhos e o Eliseu que estava deitado no chão ao meu lado mandou-me sentar em cima dele, ficando eu por cima... rapidamente me posicionei e reparei que estava já cheia de porra escorrendo de dentro de mim, pelas minhas coxas, mas ninguém parecia se importar... posicionei o caralho do Carlos na entrada de minha vagina e rapidamente deslizou para dentro de mim... começamos fazendo um movimento conjugado eu e ele, estava uma delicia... o João pôs-se na minha frente e eu gulosamente abri minha boca engolindo aquele cacete bonito e roliço... nisto senti que alguém estava se aproximando por trás de mim, não sabia quem, pois não dava para olhar, mas não importava mais... senti um cacete na entrada de meu cúzinho, e senti um arrepio pela espinha acima, ao adivinhar o que ia acontecer... e aconteceu, pela primeira na vida senti a sensação de uma dupla penetração... aquele cacete me envadia o cúzinho, sentia a pressão dentro de mim, parecia que os dois cacetes que estavam dentro de mim se tocavam... eles faziam uma dança conjugada... em certos momentos metiam e tiravam ao mesmo tempo, depois passado um tempo metia um enquanto o outro tirava... aaaahhhhh... gozei pelo menos umas 3 vezes... enquanto isso tinha sempre o cacete do João na boca... será que isto pode ser considerada uma tripla penetração? Para mim foi...
Eles continuavam... parece que não ia terminar nunca... Até que senti eles gozarem primeiro o Carlos que estava na minha vagina, depois o que estava no meu cúzinho e logo de seguida, o João encheu minha boca de porra que engoli toda, não desperdiçando nem uma gotinha... logo de seguida troca-mos e os outros 3 se posicionaram na mesma posição dos anteriores e tudo se voltou a repetir... de novo gozaram em mim e eu voltei a engolir toda a porra do que estava na minha boca... quando terminaram senti-me pela primeira vez um pouco cansada e pensei que ia ficar por ali, mas enganei-me... é que todos quiseram experimentar a tripla penetração mas fodendo em todos os meus buraquinhos, e assim foi... eu aguentei-me e gozei mais não sei quantas vezes, chegamos a mudar de posição em que em me sentava em cima do cacete de um enterrado no cúzinho e depois de barriga para cima vinha outro e enfiava na vagina, enclinava a cabeça para traz e outro enfiava-me o caralho na boca...
Estava cheia de porra, o cheiro que estava no ar era de sexo puro, suor misturado com porra... estava uma delicia... mas sentia-me muito cansada...
Abandonei-me no chão, prostrada de barriga para cima de braços e pernas abertas, fechei os olhos, tinha um gosto de porra na boca, na garganta, sentia meu cúzinho e vagina latejando, estava completamente arrebentada... e nisto... senti de novo alguém se aproximar, sentia o calor de corpos perto de mim, abri os olhos e vi a Carla e a Susana se aproximando de mim... Elas disseram-me: Relaxa que agora vamos dar-te uma massajem relaxante.
Só que essa massagem foi de língua, lamberam-me o corpo todo limpando toda a porra que escorria de mim... foi um terminar em beleza... uma delícia, ainda gozei mais uma vez, mas desta vez foi mais calmo e relaxante... os rapazes que estavam ainda de pau duro se aproximaram de nós e batendo punheta regaram-nos às 3 com mais seus gozos que nos deixaram todas peganhentas mas felizes.. .Muito felizes...
Foram horas de felicidade, muita felicidade e muito gozo, nunca pensei que conseguisse aguentar o que aguentei, afinal já era de dia o relógio da sala marcava 12.00 horas, tinha-mos estado cerca de 7 horas naquilo.
Deitámo-nos onde calhou e dormimos umas horas, quando acordámos toma-mos banho e vestimo-nos, só que minhas calcinhas tinham desaparecido e tive mesmo de ir embora sem elas, foi o Eliseu que ficou com elas como trofeu do jogo.
Nunca mais vi nenhum deles depois daquele dia pois entretanto mudei de cidade e fui para a faculdade... Será que algum dia se repetirá um festa idêntica? Não sei mas vou deixar rolar e logo se vê.

Posted by Erótico e Sensual at 11:40 PM | Comentários: (0)

Excitantes potentes

         Vai uma mulher ao médico, muito aflita e explica que aqueles excitantes que tinha dado ao marido eram muito fracos e por isso ele tinha tomado o frasco todo. O resultado foi desastroso: depois de 3 horas em cima da mulher, ela já não tinha forças, foi à empregada só que, como já nem ela o conseguia satisfazer já tinha violado o filho. Vão os dois a correr para casa para ver o que poderão fazer e, quando lá chegam, o marido está com uma faca na mão prestes a cortar aquilo. A mulher:
        - Ai desgraçado! Não faças isso!
        - Cala-te estúpida! Estou a afiar a gaita para ir ao cu ao periquito.

Posted by Erótico e Sensual at 10:13 PM | Comentários: (0)

Coxas de frango com queijo

 Ingredientes:


  • 6 coxas de frango;

  • 3 dentes de alho;

  • 1 colher de sobremesa de açafrão;

  • 150 g de cogumelos fatiados;

  • 2 dl de natas;

  • sal q.b.;

  • 3,5 dl de caldo de galinha;

  • 1 pacote pequeno de queijo ralado;

  • 150 g de queijo muzzarela ralado;

  • 1 caixa pequena de queijo creme;

  • margarina q.b.;

  • 2 tomates pequenos;

  • 1 raminho de salsa;

  • 1,5 dl de vinho branco seco.

Confecção:


Tempere as coxas de frango com o alho picadinho uma pitada de sal e o açafrão.
Fica neste tempero durante 1 hora.
Depois leve uma frigideira ao lume com margarina, deixe aquecer um pouco e frite nela os pedaços de frango até alourarem mas sem queimar.
Frite pouco de cada vez e se necessário ponha mais margarina.
Num tacho leve ao lume a margarina com a cebola muito picadinha a refogar, junte o tomate sem peles nem sementes e o vinho, deixe cozer até amolecer.
Ponha o frango no refogado e dê duas voltas e adicione o caldo de galinha
(feito com 1 cubo).
Deixe cozinhar em lume brando.
Depois de cozido retire os pedaços de frango e ponha num pirex.
Junte ao molho os cogumelos fatiados e salteados, o queijo creme, a muzzarela, as natas e a salsa picada mexa para que derretam.
Deixe engrossar um pouco.
Cubra o frango com este creme.
Polvilhe com bastante queijo ralado e leve ao forno a gratinar.
Sirva o frango com feijão verde salteado.



Posted by Erótico e Sensual at 10:12 PM | Comentários: (0)

outubro 02, 2005

Miúdo do talho

– Óh rapazinho! Avia-te que ainda tens de ir levar a esta encomenda à D. Marta.
– ‘Tá bem, estou quase a acabar isto. Quando for levar a encomenda posso ficar em casa ou é preciso vir?
– Podes, não precisas de voltar.
Apressei-me a acabar o serviço, tomei um duche rápido, peguei nos dois sacos da encomenda e saí apressado, pois queria ir ver o jogo que ia dar na televisão.
A porta do prédio estava fechada e toquei para o 1º esquerdo.
– Talho. – respondi eu à voz metálica que saíra do comunicador.
A porta abriu-se com o seu estalido característico e subi a pé, pois não queria perder tempo à espera do elevador. Bati à porta e esperei.
Não estava minimamente preparado para a visão celestial que se me deparou quando a porta abriu:
Miriam, a filha da D. Marta, estava na minha frente com uma bata muito fina, que devido à luz do sol que vinha da marquise da cozinha e que ficava em frente à porta de entrada, ficava completamente transparente e deixava ver um corpo perfeito que para além da fina bata vestia apenas as cuecas. Devido a esta visão fiquei sem palavras.
– Pareces cansado – disse ela, – entra, podes pôr os sacos em cima da mesa da cozinha, se fazes favor.
Obedeci prontamente e dirigindo-me à cozinha ouvi a porta da rua fechar-se atrás de mim.
– Os meus pais não estão e eu não tenho aqui dinheiro trocado para te dar uma gorjeta.
– Não tem importância – a visão divinal era gorjeta suficiente.
– Já sei! Queres um sumo, água ou outra coisa? –perguntou ela dirigindo-se ao frigorifico.
Abriu a porta do electrodoméstico e dobrou-se, espetando o traseiro deixando a bata subir mostrando o início das nádegas. As cuecas eram um maravilhoso fio dental.
A visão excitou-me ao ponto duma erecção que se tornou difícil de esconder devido aos largos boxers e calças de fato de treino que eu vestia.
– Não, deixa estar, está tudo bem – eu queria era sair dali o mais depressa possível, pois estava a ficar embaraçado.
– Achas? – indagou ela olhando o volume nas calças. – Afinal talvez te possa dar a gorjeta...
Dito isto começou a desabotoar a bata mostrando os seios que se insinuavam por baixo do tecido fino. Aproximou-se e colocou a mão no meu mastro intumescido.
– Afinal a gorjeta parece que vai ser para mim...
Baixou-se, deixou a bata escorregar pelos braços, desamarrou-me o atilho da cintura das calças, puxou as duas peças de roupa e imediatamente o meu mastro erecto saltou orgulhoso desaparecendo logo de seguida na sua boca sedosa.
Encostei-me à mesa e deixei-a devorar-me com aquela boca gulosa. Momentos depois peguei-lhe gentilmente na cabeça loira e obriguei-a a levantar-se. Beijei-a profundamente na boca enquanto a sentava na mesa gelada. Um gemido pelo frio da mesa e os seus peitos entesaram-se ainda mais. Fui baixando os beijos pelo pescoço, demorando-me nos seus seios firmes e redondos e nos mamilos rijos. Quando cheguei ao umbigo já me chegava às narinas o cheiro doce da sua gruta e continuei a descer até a conseguir lamber profundamente mergulhando nos seus lábios húmidos.
Encostou a cabeça à parede, dobrou as pernas pegando nos pés e elevando-os com uma agilidade incrível, mostrou-me a sua maravilhosa vagina rosada que eu comecei a trabalhar com afinco, ora lambendo e chupando o clitóris, ora enfiando a língua até onde conseguia alcançar, deixando-a louca de prazer que demonstrava através de gemidos que iam subindo de tom. Largou os pés e mantendo-os ao alto, agarrou-me na cabeça empurrando-a de encontro a si. Rapidamente perdeu o controle e começou a contorcer-se qual borboleta presa por um alfinete. Depressa atingiu o orgasmo e baixou as pernas. Pôs-se de pé, beijou-me e lambeu-me a boca e as faces como que a limpar os seus fluidos que me escorreram para a cara.
Guiou-me até à sala, sentou-me no sofá e acto contínuo engoliu o meu mastro até onde conseguiu. Quando achou que estava suficientemente molhado colocou os dois joelhos no sofá e empalou-se no meu pénis enquanto eu lhe mordiscava os mamilos rijos daqueles maravilhosos seios. Puxou-me para o tapete e agora era eu a comandar, o que durou pouco tempo. Quando senti o orgasmo a chegar desencaixei-me. Ela apercebeu-se e masturbou-me para os seus peitos onde me vim abundantemente. Espremeu tudo até à ultima gota e depois limpou os restos com a língua glutona.
– Ficas para jantar? Os meus pais foram ao teatro e só chegam depois da meia-noite.
Só no outro dia fiquei a saber o resultado do jogo que acabei por não ver.

Posted by Erótico e Sensual at 11:44 PM | Comentários: (0)

Doença

         Um médico faz o diagnóstico de cancro a uma senhora, mas explica ao marido que pode salvá-la se ele (o marido) abdicar de praticar o coito com a mulher durante 3 meses e, em vez disso praticarem sexo anal. Eles lá aceitaram.
        Passados 3 meses a mulher volta ao consultório e, apesar de curada, estava triste:
        - Então porque é que a senhora está triste.
        - É que o senhor Dr. deixou o meu pai morrer à 6 meses com a mesma doença que eu tinha.

Posted by Erótico e Sensual at 11:39 PM | Comentários: (0)

Cogumelos com alho e picante

 Ingredientes:


  • 900 g de cogumelos frescos ou de conserva;

  • 2 pimentos vermelhos;

  • 1,5 dl de caldo de galinha;

  • 5 colheres de sopa de azeite;

  • 2 dentes de alho picadinhos;

  • 4 colheres de sopa de sherry;

  • 3 colheres de sopa de salsa picada;

  • sumo de 1 limão;

  • 1 colher de chá de paprika.

Confecção:


Se os cogumelos forem frescos, lave-os muito bem e ponha-os na água com um pouco de vinagre por cerca de 20 minutos; se forem de lata não necessitam desta operação.
Numa frigideira grande leve ao lume o azeite para aquecer. Frite os cogumelos por 5 minutos, retirando-os da frigideira com ajuda de uma escumadeira.
Junte os pimentos antecipadamente limpos e cortados aos bocados, o sherry, o caldo de galinha, a paprika, o alho picado e o sumo de limão. Tempere com sal e piripiri e deixe cozinhar por 5 minutos.
Volte a pôr os cogumelos na frigideira, tape e deixe cozinhar por mais 10 minutos.
Depois de pronto, ponha o preparado numa travessa.
Sirva frio como entrada, polvilhado com salsa picada.

Posted by Erótico e Sensual at 10:33 PM | Comentários: (0)

outubro 01, 2005

Gostas?

Posted by Erótico e Sensual at 12:04 PM | Comentários: (0)

Quatro amigas

Sou o Hélio, tenho vinte e nove anos e moro no Alentejo. Sou armazenista e distribuidor de equipamento informático, com uma pequena loja. Desloco-me com frequência ao Algarve onde tenho a maioria dos clientes, fazendo com que ande sempre em correrias de um lado para o outro.
Aqui há uns meses atrás, vinha eu de Lagos, passava perto do recinto do Festival de Rock da Zambujeira do Mar, a música que se ouvia no rádio era forte e ritmada, instigando a pisar o acelerador. Reduzi para terceira, controlando a curva; à saída acelero, quarta, acelerador a fundo; quinta e lá vai o meu Mégane. Cento e trinta quilómetros por hora. Acendo um cigarro. Ao longe, um carro segue na mesma direcção. Mais uns segundos e ultrapasso. De repente apercebo-me que me aproximo demasiado depressa. O outro está a travar, parece que vai parar. Reduzo freneticamente. Ele começa a virar à esquerda para um caminho de terra batida. Terceira, travão a fundo, travão de mão, entro em derrapagem. Vou direito ao outro que já está meio atravessado. Não consigo parar e não tenho por onde desviar. Cinquenta quilómetros por hora. Firmo as mãos no volante e preparo-me para o embate. Impacto. Bato mesmo na esquina do outro carro, virando-o para o outro sentido. Fecho os olhos. Dores no peito, dores nos braços e pernas, mas devo estar inteiro. Lembro-me que vinha a fumar. Procuro o cigarro caído no tapete. Piso-o, apagando-o. Tento abrir a porta, que para meu espanto se abre facilmente. Vou espreitar os estragos na frente do meu carro. Apanhou a pancada mesmo ao meio e está tudo partido. Olho para o local onde deveria estar o outro carro, um Renault 5, vermelho. Nada. A poeira assentava no caminho de terra batida. Tinha fugido.
Telefono para a GNR e para a seguradora. Vão enviar uma patrulha e um reboque, respectivamente. Telefono também a Bruna, para a avisar do sucedido, afinal o carro está em nome dela. Já devíamos ter posto o carro em nome da firma, mas íamos sempre adiando.
Enquanto o rapaz procedia para colocar o carro em cima do reboque, segui no jipe da GNR pela estrada de terra batida por onde o Renault 5 desaparecera. Mas foi em vão. Vários caminhos partiam daquele que seguíramos e várias cancelas cortavam outros tantos. A noite começou a escurecer o caminho e resolvemos desistir. No dia seguinte eu mesmo iria prosseguir as buscas.
...
No dia seguinte, quando ligaram da oficina, quase que desmaiava: quinze dias e cerca de três mil euros para a reparação.
Telefonei ao João e ele emprestou-me o seu carro. Meti-me ao caminho e voltei a percorrer a estrada onde o outro carro desaparecera. Desta vez encontrei uma cancela aberta e resolvi ir dar uma espreitadela. Após uma curva a casa da propriedade ficou visível. Parei em frente da porta e comecei a procurar. Ao lado da casa havia um telheiro onde estavam dois carros. Um era o Renault 5! Tinha a traseira um pouco amassada no sítio onde eu batera. Dirigi-me para a porta de entrada e toquei a campainha. Nada. Bati, com força, na porta.
– ‘Tou indo, ‘tou indo.
A voz era feminina e tinha sotaque brasileiro.
Quando a porta se abriu fiquei sem fala e esqueci tudo o que tinha preparado para dizer e fazer: descalça, aquela morena, na casa dos vinte e cinco, vestia apenas uma t’shirt e umas minúsculas cuecas. Os seios, firmes e redondos, eram coroados por uns mamilos eriçados e escuros que a camisola não conseguia disfarçar. Ela não parecia muito incomodada.
– Vai ficar olhando é?
– Desculpe, mas não esperava...
– Ora, ainda é cedo. Só atendemos depois do jantar e com marcação. Como descobriu esta casa?
Era um bordel!
– Não. Procuro o dono daquele Renault 5 que está no telheiro.
Ela ficou apreensiva. Perguntou se havia algum problema. Expliquei o sucedido e avisei:
– Olhe! Ou se resolve já o problema ou ligo para a polícia.
– Espere. Entre por favor.
Hesitei. Disse-lhe que o dono do carro em que eu viera e outras pessoas sabiam onde eu estava. Ela riu-se.
– Não se preocupe. Vamos só falar com Susana. Ela que é a dona do carrinho vermelho. Eu sou a Iracy.
Entrei para o pequeno hall de entrada que tinha apenas uma credência com um telefone em cima. Ao lado um cabide para casacos encontrava-se vazio. Vislumbrei a cozinha, pequena, apenas com o essencial. Entrámos na sala, grande, com vários sofás e puffes. Uma lareira na parede de fundo e na parede oposta um bar que mais parecia o bar de uma discoteca. A casa fora completamente remodelada para servir os propósitos de um pequeno bordel. Do outro lado da sala uma porta dava para um pequeno corredor onde havia quatro portas. Eram os quartos. A primeira do lado direito estava aberta e a cama vazia. Era o quarto da que me abrira a porta. Fomos até à última porta da esquerda. Não bateu. Abriu a porta e acendeu a luz. Voltei a abrir a boca feito parvo.
– Susana? – chamou ela.
– Muito cedo – reclamou esta.
O sotaque era da Europa de Leste e pertencia a uma loura fenomenal que eu duvidava ter mais de vinte anos. Vestia apenas umas cuecas pretas, rendadas, e dormia destapada.
– Não é cliente não. É o dono do carro de ontem.
Se ela estava com sono passou-lhe imediatamente. Sentou-se na cama e esfregou os olhos. Os seios eram pequenos e tinha os mamilos cor-de-rosa.
– Vamos resolver o assunto – continuou a brasileira. – Não podemos ter cá a polícia fazendo perguntas. Se veste e vem p’rá sala. Te aguardamos.
Sentámo-nos num sofá e aguardámos.
Iracy explicou como funcionava o bordel. Tinham anúncio no jornal e organizavam festinhas. Eram quatro, as outras duas também eram brasileiras. Faziam bom dinheiro e a última coisa que queriam era ter a polícia a fazer perguntas.
Susana sentou-se. Vestia agora um roube de cetim, muito curto, branco. Traçou as belas pernas. Começou por pedir desculpas por ter agido sem pensar. O carro ainda não estava em nome dela e não tinha seguro. Iracy prontificou-se a pagar os três mil euros, desde que Susana fosse pagando uma parte todos os meses. Só que não tinha cheques e teria de ir ao banco comprar um. No dia seguinte às dezasseis horas eu poderia lá aparecer para me darem o cheque. Fiquei um pouco apreensivo, mas pouco mais podia fazer e concordei.
No dia seguinte lá estava eu a tocar a campainha à hora combinada. Iracy levou-me para a sala onde estavam as outras três mulheres. Todas vestiam lingerie sexy. Calculei que se preparassem para começar a receber clientes.
Iracy usava um corpete preto e umas cuecas, a fazer conjunto, tipo calção em renda. Susana vestia um body vermelho todo rendado e umas meias de liga brancas. Márcia, morena com um peito descomunal, vestia um corpete azul-escuro que lhe apertava os seios, levantando-os e fazendo com que parecessem maiores e umas cuecas fio dental, conjunto do corpete. Ivete, da mesma idade de Susana, também loura, usava uns calções de cetim branco e um top muito leve, do mesmo tecido, de alças, deixando adivinhar uns seios em formato de laranjas. O quadro era tal que não consegui disfarçar o meu estado de excitação. Só queria o cheque para poder ir embora.
Iracy escrevia. Estava a passar o cheque. Disse-lhe o meu nome à pergunta se iria ao portador.
– Aqui tem o cheque
Verifiquei o respectivo valor. Estava tudo em ordem.
– Mas isso não paga as dores de cabeça que você teve – continuou ela com um largo sorriso, passando o seu indicador pelo meu nariz e descendo, aflorando-me os lábios com aquele dedo maroto.
Fiquei rodeado pelas quatro belas mulheres.
– Você vai ter um bónus...
Fui despido por oito mãos macias, enquanto quatro bocas sedosas me beijavam todas as partes do meu corpo.
Deitaram-me num dos puffs. Fiquei com os pés e a cabeça no tapete macio que forrava o soalho e os quadris elevados. Duas delas concentraram as suas atenções no meu membro erecto. Outra beijava-me os mamilos passando a sua língua sedosa. Não sei quais me faziam o quê pois Iracy pusera-se de cócoras sobre a minha cara, oferecendo-me a sua doce vagina, quase toda depilada; apenas um risco de pêlos no monte-de-vénus. Esta posição incómoda não durou muito tempo. Em menos de um minuto eu era despojado dos meus líquidos seminais que alguém engoliu. Também não consegui ver quem foi.
Fui levado para um dos sofás onde me sentaram. Susana e Ivete trataram de devolver a dignidade ao meu mastro, enquanto Iracy e Márcia se envolviam num sessenta e nove. A cena lésbica, bem como as atenções das outras duas mulheres, rapidamente devolveram o esplendor ao meu pénis. Colocaram-me um preservativo e Susana empalou-se no meu mastro, oferecendo-me os seios que beijei sofregamente, mordiscando levemente os mamilos rosados. Ivete acariciava-me os testículos com a língua húmida e quente. Susana abrandou a cavalgada e senti algo estranho. Ivete introduzira dois dedos no ânus da amiga e pressionava-me o pénis. Susana delirava, gemendo e arfando. Olhei o par no tapete macio. Márcia e Iracy haviam mudado de posição e estavam agora a esfregar as vulvas uma na outra numa posição sensual Puxavam as pernas da companheira aumentando assim a pressão que faziam no clitóris. Rapidamente atingi o orgasmo. Toda esta cena; a pressão que os dedos de Ivete no ânus de Susana faziam e as contracções desta fizeram-me gritar de prazer e inundar o preservativo.
Fiquei esgotado com a violência deste segundo orgasmo.
Iracy retirou-me o preservativo e lambeu-me o pénis flácido, provocando-me espasmos de um prazer misturado com dor. Estava todo suado e pedi para tomar um banho. Indicaram-me o primeiro quarto.
Quando regressei, disposto a vestir-me, pegar no cheque e partir, deparo-me com um quadro lésbico que me devolveu o vigor. As quatro mulheres faziam uma roda, deitadas no tapete grande, e lambiam-se mutuamente no sexo. Quando me viram excitado, pararam com as brincadeiras e voltaram a centrar as suas atenções na minha pessoa. Márcia saiu da sala e voltou com um strapon já colocado.
– Eh... nada disso... Não quero essa coisa em mim!
– Não é p’ra você não...
Todas riram da minha cara de pânico.
Márcia sentou-se no sofá e empinou o falo artificial. Susana sentou-se, enterrando-o todo de uma vez. Iracy colocou-se por trás do sofá, humedeceu dois dedos com saliva e penetrou o ânus de Susana. Quando achou que estava suficientemente relaxado afastou-lhe as nádegas. Ivete colocou-me um preservativo com a boca e apontou-me ao buraco traseiro de Susana. Aos pouco, todo o comprimento do meu membro foi engolido pelo buraco apertado de Susana. Ivete lambia e beija-me os testículos. Iracy beijava Susana num linguado profundo enquanto Márcia sugava os mamilos desta última. Susana estremecia de prazer. Ivete trocou a língua por uma mão macia e lambia-me agora a entrada do orifício anal, pressionando, tentando forçar a entrada com a língua. Soube-me tão bem que fiquei de tal modo excitado que senti o terceiro orgasmo a aproximar-se. De repente a língua de Ivete é substituída por um dedo que se introduz no meu corpo. Contraí de tal modo o ânus que aquele dedo mais parecia o strapon de Márcia. Mas o orgasmo foi tão intenso que se não fosse Iracy a segurar-me pelos ombros, teria caído para o chão.
Quando consegui recuperar um pouco fui tomar outro banho.
Regressei à sala e já as quatro deusas do prazer envergavam os seus roupões. Vesti-me, peguei no cheque e encaminhei-me para a porta da rua, seguido por todas elas.
Já na rua agradeci a todas e em especial a Iracy. Esta sugeriu que voltasse sempre que quisesse. Disse que sim, mas não sabia se regressaria.
– Tanto tempo para ir buscar um cheque? – indagou Bruna quando cheguei à loja.
– Não queiras saber a confusão que foi ¬– respondi. - Estava a ver que tinha de chamar a polícia.
Quinze dias depois fiz uma nova visita às quatro amigas.

Posted by Erótico e Sensual at 11:58 AM | Comentários: (2)

A mim?!?!

         A mãe e a filha recém casada vão ao médico. A filha, muito a custo lá começou a dizer o que as levou lá:
        - Sabe senhor doutor.... o meu marido.... eu queria que nos aconselhasse...ele.... ele..
        - Ele está doente?
        - Não, não é isso.... mãezinha diz tu!
        - Senhor doutor... o marido dela anda com umas manias... pronto, eu vou directa ao assunto: o marido dela quer ir-lhe ao rabo.
        O médico muito espantado:
        - A mim?!?!?!? Mas ele nem me conhece de lado nenhum!

Posted by Erótico e Sensual at 11:53 AM | Comentários: (0)

Figos flamejados ao rum

 Ingredientes:


  • 8 figos grandes maduros e rijos;

  • 3 cálices de rum;

  • 1 colher de sobremesa bem cheia de manteiga;

  • 2 colheres de sopa cheias de açúcar.

Confecção:


Lave muito bem os figos com água morna, escorra-os muito bem e ponha-os num pirex que possa ir ao forno e à mesa.
Salpique os figos com três colheres de sopa de água morna.
Polvilhe com o açúcar e nozinhas de manteiga.
Leve ao forno (médio) durante cerca 25 a 30 minutos.
Retire-os do forno, aqueça um pouco o rum, deite sobre os figos e puxe fogo.
Sirva imediatamente os figos em chama.

Posted by Erótico e Sensual at 11:40 AM | Comentários: (0)

Num banco deitada

Posted by Erótico e Sensual at 11:33 AM | Comentários: (0)

As experientes são as melhores

Quando eu tinha os meus 18 anos, trabalhava numa padaria que tinha um quintal que era usado para fazer as limpezas. Por cima dessa padaria morava uma senhora na casa dos 60 anos, que tinha um terraço que dava para o tal quintal. A senhora durante o verão costumava andar por casa com uma bata e quando vinha estender roupa, via-se tudo por baixo da bata, pois o estendal era perto do gradeamento que protegia o terraço.
Ora um belo dia estava eu a lavar alguns utensílios no lavatório do quintal quando a senhora chegou com o seu alguidar da roupa para estender e imediatamente aproximei-me para poder espreitar o que ela trazia naquele dia por baixo da bata. Como de costume vestia umas grandes cuecas brancas e por ali fiquei a tentar espreitar mais um pouco sem dar nas vistas, quando de repente ela se encosta ao gradeamento e diz:
- Óh João, (a minha cara passou de um tom bronzeado para um vermelho vivo prestes a explodir e pensei “ ‘tou lixado, ela apercebeu-se”) tu eras capaz de cá vir cá a casa para me ajudar a arredar uns móveis para eu limpar o pó e tirar as teias de aranha? - Por momentos fiquei a pensar no que tinha ouvido e só passados uns segundos me apercebi que não tinha sido nenhuma reprimenda - Eu sei que só sais às 4 e ainda faltam 2 horas, mas vou falar com o teu patrão a ver se ele te dispensa.
- Por mim está bem...
Nada de estranho me passou pela cabeça e achei um pedido muito normal, tinha era dúvidas se o meu patrão deixaria.
Passados alguns momentos, quando esvaziava o lavatório, apareceu o meu patrão a dizer para ir ajudar a D. Maria que ela precisava de fazer umas mudanças lá em casa.
Saí para a loja e lá estava ela à espera para eu a acompanhar.
Já em casa dela, quando subíamos as escadas, aproveitei para lhe espreitar um pouco mais as pernas que até tinham um aspecto (e eram mesmo) firme para aquela idade, enquanto ela me dizia que o seu guarda vestidos era muito pesado para ela o desencostar da parede e então resolvera pedir a minha ajuda.
A casa estava toda decorada com móveis do séc. XIX e se o guarda-fatos era igual deveria ser pesadíssimo. Mal entramos no quarto deparei com um enorme móvel que provavelmente fora construído no local.
- É aqui este monstrinho que eu queria desviar. Vou só ali calçar os chinelos e venho já.
- Sem as gavetas é capaz de ser mais fácil – disse eu sem grande convicção
- Sim – respondeu ela
Peguei na primeira gaveta, realmente era muito pesada – “isto também ‘tá cheio de roupa” pensei
- NÃO!!! ESPERA – gritou ela
Com o susto deixei cair a gaveta e espalhei o conteúdo no chão e tal não foi o meu espanto e embaraço quando comecei a apanhar as coisas e me deparei com um vibrador p’raí com uns 16 cm. Mudei novamente de cor e tentei disfarçar.
- Sabes uma mulher como eu sente-se muito só e depois nesta idade começa a ser difícil encontrar alguém...
- A D. Maria não está mal, muito pelo contrário ainda é atraente...
- Pois, eu já reparei que achas as minhas pernas muito interessantes
O vermelho da face ficou mais carregado
- E o resto do corpo? Que achas?- perguntou ela abrindo a bata e deixando ver um corpo melhor que aquilo que eu esperava para alguém com aquela idade. – Gostas?
- É muito atraente, mas não acha que sou um pouco novo para...
- Desde que tenhas uma coisinha como essa que tens na mão, serves muito bem, isto se não te importares de foder uma velha.
- Bom..., como esta não será... mas é um pouco maior...
Agarrou-me pelo sexo, apertou e imediatamente começou a sentir uma enorme intumescência.
- É o que vamos ver. - Desapertou-me as calças e baixou-mas até aos joelhos, juntamente com as cuecas – Realmente não és mentiroso e digo-te que nos meus 62 anos é a primeira que vejo um com este tamanho.
Abocanhou-o imediatamente e engoliu-o de uma só vez, o que me fez estremecer de prazer. Começou a passar a língua pelos testículos com o pau todo enfiado na garganta e fez-me vir imediatamente. Tenho duvidas se chegou a sentir o sabor do meu esperma quente. - O menino é apressado.
- Desculpe, mas foi a primeira vez que me fizeram isso dessa forma.
- Não faz mal... temos muito tempo... Agora quero que me lambas a rata, que é uma coisa que aos anos não sei o que é.
Puxou-me pela cabeça para cima da cama e mergulhou-me a boca na sua cona húmida. Sempre pensei que naquela idade seria diferente, mas a fome que ela passara devia de a ter deixado naquele estado e bem saborosa que ela era. Ela gritava e gemia enquanto eu lhe trabalhava o clitóris com a minha língua pouco experiente. Cada fez fazia mais força na minha cabeça. Enrolou as pernas á minha volta e começou a balancear os quadris gritando cada vez mais até que de repente se calou e ficou imóvel. “ Queres ver que matei a velha”.
- A velha também foi apressada – suspirou ela – mas já à muito tempo que não me faziam um minete. Anda monta-me, que ainda agora começamos. FODE-ME esta cona velha com esse caralho enorme.
Fiz-lhe a vontade e mergulhei os meus 21 cm naquela cona encharcada. Comecei o meu vai e vem devagar, mas rapidamente ela começou a ir ao meu encontro e tive de acelerar o ritmo.
- Deita-te que eu quero montar-te!
Assim fiz e ela não perdeu tempo a sentar-se. Parecia uma louca a movimentar-se. Depois abrandou o ritmo e começou a masturbar o clitóris com uma mão enquanto a outra me afagava os testículos. Sentia-me nas nuvens e estava prestes a explodir outra vez mas ela apercebeu-se e não deixou
- Esta puta velha é sabida. Não vais daqui sem me rasgar o cú com esse vergalhão.
Dito isto apontou ao buraco das traseiras e sentou de uma só vez. Era a primeira vez que eu enrabava alguém e estava ser uma maravilha. Ela pegou no vibrador que ficara em cima da cama, começou por acariciar o clitóris e depois enfiou-o.
- AHHHH que bom venho-me que nem uma PORCA VELHA, ... AAHHH dois CARALHOS ao mesmo tempo é DIVINAL...
A pressão do vibrador no meu mastro, as palavras e o cú dela levaram-me pela segunda vez ao sétimo céu.
Fiquei quase paralisado com o êxtase e ela deixou-se cair ao meu lado na cama. O vibrador desalojava-se lentamente do orifício enquanto a minha langonha escorria pelo buraquinho escuro.
- Ainda não provei o teu sumo – E abocanhou-me os testículos enquanto começava a massajar o pénis.
Passou a língua pela cabeça e depois chupou-o como se a sua vida dependesse disso. Começou a engoli-lo até à base e lambia-me os testículos, para depois o tirar da boca e tornar a enfiar todo até à garganta. Vim-me mais depressa do que supunha enquanto ela com a glande pousada na língua punheteava-me e saboreava o meu leite quente.
Ainda lhe fiz mais um minete enquanto lhe explorava os dois buracos com o vibrador, mas até hoje estou para saber se o pó e as teias de aranha eram as dela ou as do móvel, o que é certo é que até hoje continuo a preferir as senhoras com mais experiência.

Posted by Erótico e Sensual at 11:32 AM | Comentários: (0)

Bolo do Amor

 Ingredientes:


  • 1 cama quente

  • 2 corpos diferentes previamente lavados

  • 500g de carícias

  • 1 banana, não muito madura

  • 2 tomates com pele

  • 2 marmelos

  • 1 forno devidamente aquecido e bem lavado

  • Beijos (quantidade escolhida).

Tempo mínimo de cozedura


 - 15 minutos



Confecção:


Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência. 
Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar). 
Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem. 
Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente. 

Recomendações: 
Deixar os dois tomates com pele no exterior. 
Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem. 
Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.
 
Atenção especial: 
Não bata as claras em castelo.
 
Nota: O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado. 
Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois. 
Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.
 
Recomendação especial: 
Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso! 

Posted by Erótico e Sensual at 11:16 AM | Comentários: (0)